sexta-feira, 30 de outubro de 2009

"Escolas distribuem frutas e legumes para promover bons hábitos alimentares"

Aqui está um exemplo positivo do que se pode fazer para melhorar o estilo de vida de milhões de crianças e por arrasto as respectivas famílias (fonte: Público)

"As escolas do 1º ciclo vão começar a distribuir frutas e produtos hortícolas às crianças, ao abrigo de uma portaria que visa contribuir para a promoção de hábitos de consumo de alimentos benéficos para a saúde.

A portaria, hoje publicada [12/out] em Diário da República, aprova o regulamento do Regime de Fruta Escolar, estabelecendo as regras nacionais no quadro de um programa europeu.

A Comissão Europeia lançou um novo programa de distribuição gratuita de frutas e legumes nas escolas para incutir melhores práticas alimentares entre os mais jovens.

Para além da distribuição de frutas e legumes, o programa exige aos Estados-membros a elaboração de estratégias que incluam iniciativas educativas e de sensibilização e a partilha de bons hábitos alimentares.

Portugal é um dos 24 Estados-membros que decidiram participar no primeiro ano do novo Regime de Fruta para as Escolas. A portaria, que entra em vigor esta terça-feira, fará arrancar o programa já na segunda quinzena de Outubro.

O Regime de Fruta Escolar aplica-se nos estabelecimentos de ensino público aos cerca de 500 mil alunos que frequentam o 1º ciclo dos agrupamentos de escolas e das escolas não agrupadas.

As necessidades e produtos a disponibilizar serão avaliados anualmente. Neste ano lectivo serão distribuídas maçãs, pêras, clementinas, tangerinas, bananas, cenouras e tomates.

Os montantes consignados para distribuição gratuita e para medidas de acompanhamento no ano lectivo de 2009-2010 são, respectivamente, de 4.899.371 e 265.295 euros.

Paralelamente, serão realizadas medidas de acompanhamento do programa, nomeadamente a organização de visitas a quintas, mercados e centrais hortofrutícolas, a instalação de canteiros nas escolas, o fornecimento de materiais didácticos e de folhetos às crianças e a realização de iniciativas que visem potenciar o regulamento junto dos agregados familiares das crianças.

Cerca de 22 milhões de crianças da União Europeia têm excesso de peso, mais de cinco milhões das quais são obesas, devendo este valor registar um aumento de 400 mil por ano.

Em Portugal, a prevalência da pré-obesidade e obesidade em idade pré-escolar, escolar e adolescente é de 31 por cento, com 10 por cento de casos de obesidade.

A patologia está relacionada com um maior risco de doenças e de mortalidade precoce. Nas doenças associadas destacam-se a diabetes tipo 2 e as doenças cardiovasculares."

Cabe agora aos pais com crianças no 1o ciclo, validarem, incentivarem, colaborarem, exigirem para que este projecto se torne realidade na escola ondes os respectivos filhos estudem e claro está, o complementem através do próprio exemplo.

Abraços saudáveis

terça-feira, 27 de outubro de 2009

"(...) só informação não chega: a prova mais referida disso é que, se tal fosse verdade, os profissionais de saúde seriam todos muitíssimo saudáveis."


Recomendo a leitura do livro "JOVENS com SAÚDE, diálogo com uma geração" com coordenação da Margarida Gaspar de Matos e Daniel Sampaio.

Hoje publico alguns trechos muito interessantes retirados do final da "Introdução" do livro:

"(...) só informação não chega: a prova mais referida disso é que, se tal fosse verdade, os profissionais de saúde seriam todos muitíssimo saudáveis. Paralelamente à informação há que mudar mentalidades, crenças atitudes e comportamentos. E, claro, mudar o ambiente de modo a permitir a mudança, mantendo um estilo de vida saudável e agradável.
(...)
os próprios filhos/alunos (...) sabem, em geral, responder às questões O quê? e Porquê?
O que ainda falta (...) é Como? E esta continua a ser a grande questão: Como manter-se activo? Como comer de modo equilibrado? Como não ter comportamentos sexuais de risco? Como resolver situações de interacção social sem agredir e sem se deixar agredir? Como sair com os amigos e divertir-se sem consumir álcool ou drogas? Como encontrar alternativas ao consumo do tabaco? Como resistir à tentação ou ao apelo e disponibilidade do ambiente fisico e social?

Na resposta a esta questão - Como? - perfilam-se dois tipos de respostas: (1) por um lado, a acção sobre o ambiente: como diminuir o apelo do ambiente a esse risco (sedentarismo, excesso de peso, consumo de substâncias, violência, sexo desprotegido), e como potenciar ambientes e contextos favoráveis a um estilo de vida saudável; (2) por outro lado, a responsabilização e a competência individual, ajudando os jovens a auto-regular o seu comportamento na eventualidade de terem que fazer face a a estes riscos.

Em conversas que vamos tendo pelas escolas, alunos, pais e profissionais reflectem sobre estes assuntos e identificam problemas e soluções, mas depois não conseguem falar uns com os outros e juntar esforços e recursos.
Escrevemos este livro para facilitar este diálogo!"

... e humildemente falando, é o que tento fazer no meu projecto de Qualidade de Vida, onde este blog é apenas umas das ferramentas!

Abraços saudáveis

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Um pouco de história e algumas informações importantes sobre o duche


Aqui está um tema aparentemente inocente, mas sobre o qual podemos seguir alguma regras para termos mais saúde (Qualidade de Vida). Relembro que o grau que possamos ter desta última, depende muito do número de pequenas coisas que fazemos para reforçar o nosso sistema imunitário.

Artigo lido no site Saúde UOL, de onde tirei os seguintes trechos:

"(...)
Antes da água encanada e aquecedores de água tornarem-se comuns em nossos lares, tomar banho era praticamente um sacrifício. Para tomar banho era preciso buscar água e aquecê-la no fogo antes de despejá-la em uma banheira. O processo era bastante inconveniente (e isso ainda acontece em alguns países subdesenvolvidos), e os membros da mesma família frequentemente usavam a mesma água para tomar banho, além de lavar roupa com essa água antes que ela fosse jogada fora.


Temos que agradecer ao engenheiro norueguês Edwin Ruud por ter inventado o aquecedor de água, em 1889. No projeto de Ruud, um interruptor acionava o aquecedor de água assim que uma torneira fosse aberta, produzindo água quente sob demanda [fonte: Ruud em inglês]. Essa mesma era viu a introdução de uma série de novos designs de chuveiros. Fabricantes de chuveiros lançaram uma grande variedade de duchas, porém, a grande maioria tinha um sistema ruim – a água que caía do chuveiro ia para o ralo e recirculava para o chuveiro mais uma vez.
O advento da água encanada uniu essas duas invenções. O hotel Tremont, em Boston, foi o primeiro no mundo a ter água encanada, em 1829. Já o arquiteto Isaiah Rogers foi quem fez o design do protótipo para todo o sistema de encanamento que viria a seguir [fonte: Plumbing and Mechanical Magazine - em inglês]. Por volta do final da I Guerra Mundial, as famílias de classe média já contavam com banheiros dentro de suas casas. Nos anos 30, a comunidade rural americana teve a alegria de poder tomar banho diariamente [fonte: McKendree, Reinhardt and Ganzel - em inglês].

Qualquer um que já tenha tomado um banho quente no final do dia sabe o quanto isso pode ser relaxante. A ciência foi em busca de dados que comprovassem essa teoria. Um estudo japonês examinou a prevalência de hormônios encontrados na saliva que servem como indicadores de estresse. O estudo mostrou um decréscimo significativo desses hormônios nas pessoas que haviam acabado de tomar banho [fonte: Toda, et al - em inglês].

Uma vez que temos água encanada e quente em nossos chuveiros caindo sobre nossos ombros “estressados”, parece um desperdício não tomarmos banho frequentemente. Porém, quantos banhos seriam “demais” para a saúde da nossa pele? Provavelmente você toma banho todos os dias, mas será que com mais frequência do que deveria?

Quantos banhos devemos tomar?

Diz a sabedoria popular que... quanto mais banhos tomamos, mais limpos ficamos. Lavar-se com um bom sabonete e enxaguar logo em seguida com água quente deveria matar todos os germes presentes na pele. No entanto, estudos médicos indicaram exatamente o oposto. O uso de sabonete velho e liso (ao contrário de sabonetes antimicrobianos) não mata as bactérias presentes na pele. Além disso, o uso do sabonete pode transferir essas bactérias para o ambiente ao redor, como por exemplo, a área do chuveiro. Por esta razão, equipes médicas e pacientes não devem tomar banho imediatamente antes de entrar em um centro cirúrgico [fonte: Larson - em inglês].

Ainda assim, tomar banho regularmente é o ideal para uma boa higiene pessoal. Tomar banho demais, porém, pode ter efeitos potencialmente prejudiciais para a pele.

A camada mais externa da superfície de nossa pele (chamada de estrato córneo ou camada córnea) funciona como uma barreira feita de células mortas da pele. Essas células mortas da pele dão proteção para as camadas localizadas abaixo, com células saudáveis. A camada córnea é mais do que simplesmente células mortas - é também formada por lipídios que são compostos de gordura que ajudam a manter a pele úmida.

Toda vez que você toma banho – especialmente banho quente – com sabonete e esfrega com uma esponja ou bucha, está prejudicando a camada córnea de sua pele. O sabonete e a água quente dissolvem os lipídios encontrados na pele. O fato de “esfregar” acelera ainda mais esse processo. Quanto mais banhos você toma, mais isso acontece e, menos tempo a sua pele tem para refazer sua produção natural de óleo. Além disso, a camada córnea da pele pode simplesmente desaparecer ao ser esfregada, expondo as células saudáveis da pele que estavam localizadas logo abaixo. Como resultado, a pele de quem toma banhos demais é geralmente seca, irritada e rachada.

Outro problema relacionado a "muitos banhos" é o uso de toalhas. Apesar do ato de esfregar-se com uma toalha seca após o banho ser uma prática comum, ele danifica a pele. “Secar-se ao vento” é o que há de melhor para fazer após um banho, porém, se você não tem tempo para esperar a água “evaporar” ou não gosta de andar pelado pela casa, pode usar uma toalha. Apenas certifique-se de que ela seja macia e não se esfregue – dê pequenos tapinhas para enxugar-se.

A química da pele é diferente de pessoa para pessoa, então, tomar banhos diariamente pode não ser tão prejudicial para uns como é para outros. Ainda assim, é recomendável “pular” uns banhos de vez em quando! Você também pode proteger a sua pele usando sabonetes macios e água morna no lugar de água muito quente. Melhor ainda – passe um hidratante em sua pele após o banho. Nós todos amamos nos sentirmos limpos, mas é preciso haver um equilíbrio entre pele limpa e saudável."


Como tenho dito aos meus clientes, acredito que o prazer tenha que estar sempre presente no nosso programa de Qualidade de Vida e por isso, eu por exemplo, não consegui deixar de tomar banho com água quente, apesar de ter um bom hábito (e gosto muito) de acabar sempre com água fria. Agora aprendi a trocar de tempos em tempos o chuveiro (a peça por onde sai a água por que acumula muitas bactérias, principalmente se for de plástico!) e a não esfregar o meu corpo com tanta força e a usar mais "palmadas" para me lavar e secar de forma saudável.

Abraços saudáveis

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

"GRIPE A: Previna-a à mesa"


A última revista Focus, trás um artigo interessante sobre a forma de prevenção da GRIPE A, através de alguns alimentos. Este já é um caminho com o qual simpatizo e incentivo os meus leitores a fazer.

"GRIPE A: Previna-a à mesa

Erga uma barreira contra a doença adoptando a alimentação certa. O que come pode reforçar as suas defesas

(...)É em circunstâncias como esta, em que a saúde ocupa o primeiro lugar das preocupações da generalidade das pessoas, que a expressão "somos o que comemos" ganha especial importância. Sabe-se que a alimentação tem uma influência crucial no estado de saúde das pessoas e são contínuos os estudos científicos que provam os benefícios de certos alimentos. No caso da prevenção da gripe A, é especialmente importante assegurar uma alimentação saudável e apostar numa dieta que reforce o sistema imunitário e melhore a capacidade de resposta do organismo ao ataque de agentes externos. Faça a lista de compras de acordo com estes princípios e some pontos na luta contra a doença."( Gisela Afonso)

FORTALEÇA O SISTEMA IMUNITÁRIO

- Beba, pelo menos, um litro e meio de água por dia. Como os vírus vivem melhor em ambientes secos, manter as vias respiratórias húmidas inibem-nos de proliferar no nosso organismo. Opte pela água à temperatura ambiente e, de preferência, mineral.

- Junte bastante cebola e alho aos cozinhados, pois são reconhecidas as suas propriedades do sistema imunitário. Pela riqueza em essências sulfuradas, são também poderosos desinfectantes.

- Assegure a presença na ementa diária de alimentos ricos em carotenos, como cenoura, damasco seco, beterraba, batata doce, espinafre e couve, uma vez que reforçam as defesas do organismo. São também importantes os que são ricos em zinco, considerado um componente fundamental do sistema imunitário. Encontra-o no fígado e nas sementes de abóbora.

- Beba chá de gengibre, Acredita-se que algumas das substâncias deste rizoma podem ajudar a combater o vírus da gripe

- Faça uma dieta essencialmente vegetariana, isto é, muito rica em legumes e fruta. Ricos antioxidantes, são óptimos aliados na protecção contra agressões externas.

- Os cogumelos shitake são um excelente antiviral, para além de serem adjuvantes no tratamento da diabetes, hipertensão, nível alto de triglicéridos e obesidade.

- Guarde sempre um lugar na alimentação para peixes como o salmão e a sardinha. Pesquisas em curso têm explorado a relação entre ómega 3, em que são ricos, e o sistema imunitário.

- Muitas das especiarias que compõem o caril têm propriedades antivirais. A pimenta -de-caiena, por exemplo é expectorante e ajuda a descongestionar os seios nasais. Por sua vez a capsaicina, responsável pelo gosto picante da pimenta vermelha, tem propriedades funcionais, como a dissolução de muco nos pulmões, expectorante, descongestionante, antioxidante e antibacteriana, entre outras.

EVITE

- Leite [haja alguém com coragem para afirmar isto!] - O seu consumo estimula a produção de muco e dificulta a cura, principalmente se esiver constipado ou tiver sinusite.

- Alimentos ricos em gorduras saturadas - Comer carnes vermelhas em excesso enfraquece o sistema imunitário."


Por que será que nos entopem a cabeça com a vacina e raramente nos ensinam a seguir o caminho da alimentação como forma de minizarmos, de forma saudável e com prazer (digam lá se todos os alimentos acima mencionados, não são saborosos?) ?

Abraços saudáveis

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

"(...) se denunciassem esses organismos pelas más práticas "significava graves riscos para as suas carreiras profissionais" (...)"


Li esta semana a seguinte notícia no jornal Global:

""Aquaplaning"

Engenheiros não incomodam concessionárias

Observatório das Estradas denuncia tendência de culpar os condutores e não as auto-estradas

Os engenheiros não abordam os defeitos nas autoestradas nos casos de acidentes para não incomodarem as concessionárias ou o poder político (...).

"Num dos casos que tive conhecimento e que correu no tribunal, em que o queixoso apresentou um relatório onde justificava tecnicamente que foi vitima de hidroplanagem por defeito da estrada, a concessionária da A8 defendeu-se com um relatório do LNEC, que camuflou os defeitos da estrada, e com um relatório de um engenheiro mecânico que concluía não haver condições para hidroplanagem", exemplificou [Francisco Salpico]. "Neste tipo de relatórios, a abordagem é sempre feita de modo muito cómodo, sem incomodar as concessionárias e muito menos o poder político, na óptica da responsabilidade do condutor ou da responsabilidade entre condutores, nunca abordando os defeitos das estradas, acrescentou.

Para o autor do estudo, como os especialistas nesta matéria "são engenheiros civis que trabalham para estes organismos", se denunciassem esses organismos pelas más práticas "significava graves riscos para as suas carreiras profissionais"
(...)"

Se de uma forma geral, as pessoas tivessem mais coragem para dizerem algumas verdades, todos ganharíamos em Qualidade de Vida!

Neste caso são prejudicados:

a) aqueles que estiveram/vierem a estar envolvidos em acidentes por causa das más condições de parte do piso de algumas autoestradas

b) os familiares, as empresas onde trabalhem(trabalhavam), amigos, etc dos mencionados na alínea anterior

c) os próprios engenheiros que escondem ou camuflam a verdade (acredito eu que alguns se sintam mal consigo próprios, ao se sentirem co-responsáveis pelos número de mortos e ou feridos, para além dos danos materiais e até morais ocasionados) e indirectamente as respectivas famílias

d) o país, com todos os custos originados por este tipo de acidentes (financeiros, imagem, turismo,...)


Senhores "especialistas" em avaliar as verdadeiras causas dos acidentes nas estradas portuguesas:

Pensem bem nas consequências de omitirem dados relevantes para a apuração das verdadeiras causas de acidentes nas autoestradas portuguesas e coloquem os interesses da população no topo das vossas prioridades, por que assim, conseguem evitar a morte/ferimentos em pessoas (bébés, crianças, adultos) inocentes e naturalmente melhorarão a Qualidade de Vida de muita gente, incluindo a vossa!

Coragem nas vossas decisões e atitudes!

Como já depreenderam os meus leitores, aquilo que publico aqui sobre graves omissões/mentiras à cerca das condições do piso de partes de algumas das nossas autoestradas, aplica-se a muitas outras áreas e como cidadãos, temos que agir no sentido de não permitirmos que o tipo de comportamento aqui discutido, permeie para outros profissionais dos mais variados sectores de actividade.

Cada um tem que fazer a sua parte!

Abraços saudáveis

terça-feira, 20 de outubro de 2009

"Verduras e legumes - Saiba o que você está ganhando ou perdendo"


Publico alguns trechos do artigo com o título mencionado em epígrafe que li na veja.com porque gostei do seu conteúdo, nomeadamente a explicação sobre o que acontece a determinados legumes e verduras, quando os preparamos desta ou da quela forma:

"(...)
Que eles são fontes ricas em nutrientes essenciais para a saúde, como vitaminas e antioxidantes. E que, infelizmente, a quantidade diária recomendada pelos médicos – de quatro a cinco porções por dia – está muito além do que você consegue consumir. Para estimularem as pessoas a chegar a uma quantidade próxima à preconizada, os nutricionistas sugerem receitas de todos os tipos – até frituras, por que não?

O que provavelmente você não sabe é que, dependendo de como são preparados, legumes e vegetais perdem boa parte das vitaminas e sais minerais. E, inversamente, podem ter alguns de seus compostos mais bem absorvidos pelo organismo. "Quando colocamos legumes para cozinhar em água fria, 35% dos carboidratos, vitaminas e minerais se transferem para ela, formando um caldo saboroso e rico em nutrientes. É o ideal para o preparo de uma sopa", diz a nutricionista Flávia Bulgarelli Vicentini, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). "Mas, se a ideia é cozinhar os legumes para fazer uma salada, desprezando o caldo, deve-se cozinhá-los em água fervente. Assim, perdem-se menos nutrientes."

VEJA pediu a ela e também às nutricionistas Daniela Jobst, do Centro Brasileiro de Nutrição Funcional, e Maria Gandini, da consultoria RGNutri, que analisassem o que ocorre com os nutrientes de oito legumes e verduras comuns na mesa dos brasileiros, de acordo com o modo de prepará-los. Ah, sim, vamos combinar que só um chato lembrará que tomate é fruta. E que batata é um tubérculo.

Couve-manteiga

Nutrientes: rica em clorofila e glicosinolatos. Fonte de vitaminas A e C, betacaroteno, ácido fólico, cálcio, ferro, fósforo e potássio

O que acontece com ela ao:
Cozinhar: em muita água, podem-se perder até 40% de seus nutrientes

Assar: perdem-se zinco, ferro, cálcio e glicosinolatos

Fritar/refogar em óleo: o aquecimento prejudica a absorção do cálcio, mas não altera a quantidade de minerais

Esquentar no micro-ondas: perde-se clorofila

Congelar e descongelar: não há perdas significativas


Cenoura

Nutrientes: vitaminas A e C e betacaroteno. Fonte de sódio, potássio e carboidratos

O que acontece com ela ao:
Cozinhar: em água, há perda de 10% a 50% da vitamina C. Para minimizar as perdas, o ideal é cozinhá-la inteira, em pouca água e fogo brando ou no vapor, por 25 a 35 minutos. O cozimento aumenta a disponibilidade de vitamina A

Assar: perdem-se minerais como sódio e potássio

Fritar/refogar em óleo: como o betacaroteno é lipossolúvel (solúvel em gordura), a fritura melhora a absorção desse nutriente pelo organismo. Mas a gordura eleva o índice glicêmico, que pode resultar em aumento nos níveis de açúcar no sangue

Esquentar no micro-ondas: perde-se parte das vitaminas e aumenta-se o índice glicêmico

Congelar e descongelar: diminui-se o índice glicêmico e não há perda significativa de nutrientes


Berinjela

Nutrientes: proteínas, cálcio, fósforo e vitaminas B1, B2 e C. Boa fonte de antocianinas

O que acontece com ela ao:
Cozinhar: em grande quantidade de água e a altas temperaturas, há perda de até 50% da vitamina C e de até 25% da vitamina B

Assar: perdem-se poucos minerais e ativam-se as antocianinas, presentes na sua cor roxa

Fritar/refogar em óleo: aumenta a absorção de antocianina

Esquentar no micro-ondas: a estrutura química das antocianinas é alterada, e elas perdem suas propriedades

Congelar e descongelar: não há perdas significativas"

Para ler sobre Ervilha, Batata, Tomate, Beterraba, Brócolis, e saber um pouco mais sobre alguns nutrientes, clique aqui onde poderá ler o artigo na íntegra

Abraços saudáveis

domingo, 18 de outubro de 2009

Os médicos e a vacina da gripe A contra o vírus H1N1

Muitos dos meus leitores sabem o que penso sobre a campanha que tem sido feita para que milhões de pessoas tomem a vacina contra o vírus A/H1N1 (nem eu nem nenhum membro da minha família vai tomá-la!). No entanto não é sobre a minha opinião que quero escrever hoje, mas as razões, segundo Luís Távora Tavira,Professor de Microbiologia na Faculdade de Ciências Médicas – Universidade Nova de Lisboa e Director do Centro de Malária e Doenças Tropicais do Instituto de Medicina Tropical que, acredita ele (palavras proferidas no programa Sociedade Civil da Rtp 2), levam muitos médicos a não tomar a referida vacina:

-"(...) dizer uma coisa, se calhar um bocado escandalosa, por que nós temos, apesar de tudo, alguma obrigação também de transmitir às pessoas, a idéia correcta sobre as coisas. Eu não me admiraria se numa população adulta, inclusivamente de médicos, grande parte ou uma fatia um bocadinho maior do que a nós pensavamos, dissesse - eu entendo que não quero ser vacinado nesta altura- Eu admito isto porquê?

Por que se trata de um extracto populacional que:
1o - acredito que tenha um conhecimento um bocadinho maior sobre a gripe pandémica
2o - que assume e percebe que é uma gripe com taxas de morbilidade e mortalidade idênticas ou inferiores, não sabemos ainda bem, as séries são ainda pequenas apesar de tudo, à da gripe sazonal, (...) quase por analogia, a pessoa vai tender a dizer - então por que é que hei-de fazer a da gripe A?

- a seguir pode não fazer o raciocínio seguinte que é fazer o tal raciocínio comunitário e dizer - eu estou na linha da frente e necessito de me vacinar por razões de solidariedade comunitária - nem sempre conseguimos fazer esse tipo de raciocínio! Mas eu não me admiraria de qualquer modo que houvesse um resultado nesse sentido. (...)"

Reparem bem os meus leitores:

- agora já com uma intensidade menor, mas até há poucas semanas atrás, via canais de comunicação (que por mero interesse de taxas de audiência alimentam estas campanhas massivas de desinformação!) entravam-nos pela casa adentro via televisão, nas primeiras páginas dos jornais, etc, dizendo que estavamos perante uma pandemia incontrolável e ......

- mas os próprios médicos, numa grande porcentagem, por terem um grau de conhecimento maior, não querem tomar a vacina!

Existem outras vertentes sobre esta matéria que poderiam ser apresentadas neste artigo, mas por agora e para aqueles que ainda não sabem o que fazer consigo e com os seus filhos, apenas sugiro que incluam mais este input no vosso processo de decisão.

Boas decisões e...

Abraços saudáveis

sábado, 17 de outubro de 2009

"Gentileza gera gentileza"


Mais uma vez, a Eliane Brum dá um contributo importante para a Qualidade de Vida de quem quiser colocar em prática os seus ensinamentos e para aqueles que beneficiam do comportamento dos primeiros.

Clique aqui para ler o artigo na íntegra, do qual retirei os seguintes trechos:

"(...)
Vivo num prédio em que boa parte das pessoas não dá bom dia. Nem mesmo um grunhido. Nada. Fora o resto. Na semana passada, abrimos o porta-malas do carro para retirar as compras do supermercado, bem ao lado do elevador. Duas mulheres puxaram a porta antes que conseguíssemos alcançá-la, para não ter de dividir o elevador. Puxaram a porta, porque se ela tivesse fechado naturalmente teria dado tempo de entrarmos. Dá para acreditar? Claro que dá. Volta e meia cruzo no pátio, indo ou vindo, com gente que vai ou vem – e abaixa rapidamente a cabeça para não cruzar os olhos e, então, ser obrigada a me cumprimentar. Essas pessoas não me conhecem, nem sabem se sou bacana ou chata, logo, não é pessoal. Até o zelador, cujas atribuições incluem dar bom dia, só cumprimenta quando está de bom-humor.

Então, aconteceu.

Aquele vizinho, em especial, me irritava muito, porque ignorava solenemente meus sonoros bom-dia e boa-noite. Ele simplesmente passava por mim – e por todo mundo – numa marcha militar, olhos fixos em alguma movimentação de tropas no campo adversário. Eu voltava da minha aula de pilates, na manhã de quarta-feira, toda alongada e saltitante, quando o vi avançando em passadas largas na minha direção. “Bom dia!”, eu disse. Nada. Grilos. Cri, cri, cri.

Aquilo me irritou muito. Mas muito mesmo. Não pensei. Simplesmente me virei, marchei mais rápido do que ele, postei-me na sua frente e gritei: “Bom dia! É importante dar bom dia para as pessoas!”. Ele ficou totalmente desconcertado. E o resto eu não vi, porque marchei direto para o elevador, num passo tão marcial como o dele.

Foi uma cena totalmente absurda. Eu fui absurda. Até é possível reivindicar boa educação – embora seja cada vez mais difícil. Mas é impossível exigir gentileza. E não é nada gentil obrigar alguém a ser gentil. Eu fui o oposto de gentil gritando diante do homem que ele deveria ser gentil.

Mas o episódio serviu para que eu pensasse nessa virtude tão subestimada em nosso mundo. Gentileza parece algo menor, descartável. Em alguns casos, até meio otário. Ou fora de moda. Até para escrever essa coluna me pareceu prosaico demais. Pensei: vão achar que estou sem assunto. Então, decidi correr o risco de soar piegas.

“Gentileza gera gentileza”, o título da coluna, foi tomado emprestado dele, o próprio Gentileza. Se você não o conhece, vá atrás de sua história. Garanto, vai ganhar o dia. Eu mesma, na minha ignorância, só sabia que Gentileza havia sido um poeta das ruas que escrevia pelas pilastras do Rio de Janeiro, um pouco maluco, meio folclórico, um tanto extraordinário. E que um dia foi tema de uma música de Marisa Monte. Era bem mais do que isso, descobri. Gentileza foi um grande homem, com um grande legado e uma grande vida.
(...)
É sério. Parece pouco. É muito. Faz uma enorme diferença. Quando somos maltratados em algum lugar, por alguém, isso já envenena o nosso dia. E desencadeia reações desencontradas em cadeia. Por outro lado, às vezes nem percebemos, mas a beleza de outro dia, nosso suspeito bom-humor num dia comum, começou lá atrás, quando alguém teve um gesto gentil, nos acolheu com simpatia, nos tratou bem. Seja o nosso chefe, o motorista do ônibus, o balconista da padaria. Faz bem para a vida ser tratado com gentileza. E um gesto gentil também desencadeia reações similares em cadeia. Gentileza, o profeta, tinha toda a razão quando respondia aos que o chamavam de maluco: “Maluco pra te amar, louco pra te salvar”.

Gosto muito de observar as pessoas, os enredos. Percebo que grandes desencontros são desencadeados por um detalhe muito pequeno. É como aquelas cenas de animação, em que o personagem tira uma pedrinha do lugar e causa uma avalanche. Você já deve ter visto em alguma reunião de empresa ou mesmo dentro de casa ou numa repartição pública. Alguém fala algo sem nenhuma gentileza, que poderia ser dito de um jeito muito mais cuidadoso. O destinatário daquela mensagem recebe como agressão e retruca um tom acima. Daí em diante, já era. Não acaba em nada de bom.

Se cada um de nós fizer uma reconstituição mental do nosso dia, hoje mesmo, vai perceber que o pior dele foi causado porque não foram gentis conosco nem fomos gentis com os outros. Desde o bom dia que faltou, o por favor que não foi dito, a buzina desnecessária no trânsito, a cara fechada, o sorriso que economizamos, a ajuda que poderíamos ter dado e não demos, ou ainda a que não recebemos, o elogio que não veio, a crítica que deveria ter sido feita para somar, mas foi programada para massacrar, o veneno que escorreu da nossa boca e da dos outros. Uma soma de pequenos e desnecessários gastos de energia que só serviram para nos intoxicar.

Gentileza é o exercício cotidiano de vestir a pele do outro. É cuidar não de alguém, mas de qualquer um. Mesmo que ele não seja nosso parente, mesmo que seja um estranho. Cuidar por nada. Sem precisar de motivo. Cuidar por cuidar.
(...)
Hoje, tratar mal as pessoas, marchar pelos corredores, fechar a cara, não dar bom dia e dizer coisas duras sem nenhum cuidado parece ser um atributo dos poderosos. Quase uma virtude. Ao conhecer alguns CEOs por aí, fico imaginando se no currículo deles está escrito: “Há 20 anos grita com quem está abaixo dele na hierarquia”. Ou: “Tem PhD por Harvard em humilhação dos subordinados”. Ou ainda: “Massacra os funcionários em inglês fluente, mas se for necessário pode xingar também em francês e mandarim”.

O conjunto de características que costuma cercar o poder é imediatamente incorporado pelos subordinados. Nessa lógica, há sempre alguém mais ferrado que podemos maltratar, a quem não precisamos beneficiar não com a nossa gentileza, porque gentileza não tem nada a ver com isso, mas a quem não precisamos beneficiar com a nossa bajulação. Canso de ver motoboys ser maltratados por recepcionistas de empresas chiques, enquanto me tratam bem porque numa rápida avaliação da minha roupa acreditam que talvez, quem sabe, posso ser alguém importante. Canso também de ser gentil e, por isso, ser tratada com rispidez, porque confundem minha gentileza com fraqueza. Recuso-me a embarcar nessa lógica que me obrigaria a falar alto e exalar arrogância para ser tratada com deferência. Prefiro falar com delicadeza e exalar apenas o meu perfume.
(...)
Gentileza não é mesmo algo que temos, é mais algo que somos. E que nos tornamos. Talvez o verdadeiro poder esteja naquele que pode dar sem esperar nada em troca. Como Gentileza.

Assim como inventaram um dia sem carro, acho que podíamos criar um dia com gentileza. Não precisa ser uma campanha de massa, basta uma decisão interna, silenciosa, de cada um. Só para experimentar. Um dia só tentando ser gentil. Engolindo a palavra ríspida, calando a fofoca ainda no esôfago, olhando de verdade para as pessoas, escutando o que o outro tem a dizer, mesmo que não nos pareça tão interessante, sorrindo um pouco mais.

Pequenos gestos. Segurar o elevador, dar oi e dar tchau, não se atravessar na frente de ninguém nem sair correndo para ser o primeiro, ter paciência em vez de se irritar, elogiar um pouco mais, deixar passar o que não foi tão legal, mas também não foi tão grave e, quando a crítica for imprescindível, abusar da delicadeza. Um dia só, mesmo que seja apenas para experimentar algo diferente.

Quem sabe o que pode acontecer?"

Abraços saudáveis

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

"Mais saúde = Mais produtividade"


É sempre bom tomar conhecimento do testemunho de outras pessoas (e principalmente de alguém como o Bruno Soalheiro, por quem tenho admiração pelo belo trabalho que faz na área de Qualidade de Vida!) por que valida as mais valias que podemos gerar no nosso dia a dia com a introdução gradual de pequenos grandes hábitos saudáveis!

Leiam abaixo o seu artigo intitulado "Mais saúde = Mais produtividade"


"A maioria dos artigos que escrevo costuma tratar de percepções e/ou experiências pessoais que busco extrapolar para um contexto genérico, tentando compartilhar com o leitor conceitos e sugestões à medida que os vivencio em minha própria vida e carreira; afinal, isto aqui é um blog, não um tratado científico. Por isto hoje um assunto simples, corriqueiro, mas que pode ter grande impacto em nossas vidas.

Como ser humano cheio de falhas e imperfeições, noto constantemente que meu avanço e melhoria como profissional se solidificam não somente a partir das atitudes e comportamentos dos quais tomo conhecimento, mas sim a partir das atitudes e comportamentos que constantemente reforço. A diferença é enorme.

É por isto que pequenos textos têm apenas o “potencial” de gerar alguma transformação na vida das pessoas. O que vai determinar de verdade a transformação é a constância com a qual colocamos em prática a informação útil que lemos, ou ouvimos por aí.

Estes dias coloquei em prática, por acaso, um determinado conjunto de comportamentos simples que me impressionaram pelas mudanças gerada sem minha qualidade de vida e produtividade profissional. O fato é que resolvi fazer, por brincadeira, um período de “desintoxicação alimentar”. Parecia uma coisa boba, o assunto surgiu em conversa com um amigo nutricionista, e eu topei para ver.

Pois bem. Durante 10 dias adotei, com dificuldade, o hábito de comer em menos quantidade e mais vezes por dia, ingerir sucos naturais, abster-me totalmente de álcool e “tira gostos” e evitar refeições logo antes de deitar. Já que estava no embalo da coisa resolvi colocar em prática também hábitos de “higiene do sono”, que havia lido dias antes na web. Passei a desligar a TV mais cedo( até parei de ver TV no quarto), e criei um ritual para a hora de me deitar. Não foi tão fácil, mas me surpreendi muito com os resultados.

Ok, você pode dizer: __Que novidade! Todo mundo sabe disso!

Sim, todos nós sabemos, mas praticamos? Levamos a sério? Relembramos com freqüência estes costumes?

Sempre considerei que hábitos alimentares adequados e cuidados com o sono fossem benéficos, mas não imaginei que os resultados fossem tão grandes. Minha disposição, energia e concentração aumentaram drasticamente. A aparência melhorou e o cansaço durante o dia sumiu. A conseqüência foi mais bom humor e muito mais produtividade.

A questão agora é: Será que continuarei? A recompensa do bem estar tem sido grande, mas confesso que abandonar a macarronada com o noticiário das dez não é tão simples para mim.

Mas e você? É uma pessoa de hábitos muito mais saudáveis que eu, ou é alguém que está precisando revê-los e dar uma “desintoxicada” como tenho procurado fazer?

Se for o segundo caso, junte-se a mim ( enquanto eu ainda resisto) e comece hoje a cuidar melhor da alimentação e do sono, colhendo os frutos.

Meus frutos até agora têm sido mais prazer e mais resultados; não sei quais frutos você vai colher, mas se este texto for pelo menos uma semente que o ajude a melhorar sua qualidade de vida, o post de hoje já terá valido a pena!

Até mais."

Gostava muito de conhecer testemunhos dos meus leitores, sobre o impacto nas suas vidas de mudanças que tenham feito no seu Estilo de Vida.

Abraços saudáveis

quinta-feira, 15 de outubro de 2009

Caro leitor(a), sinceramente você prefere a foto da direita ou a da esquerda?

Na sequência do artigo "Que bom que a Saúde venceu a Estética!" que publiquei no dia 8 de Novembro de 2008, volto a este tema por causa da polémica Filippa Hamlton/Ralph Lauren. Clique aqui para entender o que se passou.

Modelos saudáveis desfilando, passarão a mensagem para muitas jovens deste mundo, que a saúde não deve ser prejudicada por uma suposta beleza fictícia, que de belo nada tem, quando passa determinados limites!

Espero que este episódio, que já corre o mundo à velocidade de um clic, contribua para que a população em geral que, directa ou indirectamente, sustenta esta industria da magreza excessiva, diga alto e em bom som que não tolera e não quer pagar , para ver esqueletos doentes nas passarelas (claro que, felizmente, existem modelos saudáveis).

Esta na hora de exigirmos uma nova geração de manequins que nos faça voltar a ter vontade de ver shows de beleza saudável.

Caro leitor(a), sinceramente você prefere ver a foto da direita ou da esquerda do link acima?
E acha que quem tenha um pingo de discernimento, pode afirmar que a Filippa Hamilton está acima do peso ideal para ser uma manequim?

Sobre a questão do photoshop também haveria muito a comentar, mas hoje fico por aqui.

Abraços saudáveis

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

"Reflexões sobre o futuro da Gestão das Pessoas nas Empresas"


Clique aqui para ler um artigo que nos ajuda a reflectir "(...) sobre o futuro da Gestão das Pessoas nas Empresas".

É um artigo destinado aos responsáveis de RH e líderes que queiram melhorar os resultados das empresas em que trabalham de uma forma saudável e sustentada, via gestão de pessoas.

Texto da autoria do Jorge Fornari Gomes e publicado pela BASE Brasil.

Gerir bem os nossos Talentos Humanos, tem tudo a ver com Qualidade de Vida!

Abraços saudáveis

domingo, 11 de outubro de 2009

"Escada-piano toca música e incentiva pessoas a se exercitarem"


Haja vontade política e tanta coisa se pode fazer para melhorar a Qualidade de Vida da população (governo, autarquias, ...), dos colaboradores (empresas), dos alunos (escolas) dos familiares (chefes de família)!

Vejam uma iniciativa da Volkswagen que com certeza merece o aplauso de todos nós!

“Construída em um metrô em Estocolmo, a escada que toca música à medida que alguém sobe um degrau virou sensação não só entre os suecos, mas na web em diversos países

Escada normal ou rolante? Aposto que se você se deparasse com uma escada musical, iria optar por se exercitar um pouco mais. E seu filho nem iria reclamar ou pedir colo na hora de subir escadarias.

As escadas de um metrô em Estocolmo, na Suécia, foram transformadas em um piano gigante. À medida que os pés pisam em um degrau, ele toca uma nota diferente. Lembra daquele piano gigante no filme Quero Ser Grande, com o astro Tom Hanks? É mais ou menos isso...

A invenção faz parte de um projeto da Volkswagen chamado teoria da diversão , com o objetivo de mostrar que a felicidade é o caminho mais fácil para as pessoas mudarem. Segundo informações da empresa, após a invenção, 66% a mais de pessoas optaram pela escada musical. E você, gostaria de subir degraus como esse? Assista ao vídeo [clicando aqui] e divirta-se!

Aproveite para relembrar - cena do filme Quero Ser Grande [clicando aqui]"

Abraços saudáveis

sábado, 10 de outubro de 2009

NATURALMENTE os bons hábitos vão sendo incorporados!

Esta manhã quando perguntei à minha filha Carolina (6 anos) o que queria tomar no pequeno almoço (café da manhã) ela foi ao quarto dela buscar o livro "Aprendendo a Comer Bem - Um passeio divertido " da Tia Jô (Dra Jocelem Salgado), trouxe-o aberto na página onde estão as sugestões de "CARDÁPIO PARA CRIANÇAS DE 3 A 7 ANOS DE IDADE" e disse-me:

- papá, escolhe alguma coisa daqui, por que é um pequeno almoço saudável!

E assim, acabou por tomar um iogurte, uma fatia de pão integral e uma banana.

Conto-vos este episódio por que acho importante conseguirmos que as crianças incorporem hábitos saudáveis de uma forma natural e prazerosa, uma vez que assim, estamos a garantir a perpetuação de um Estilo de Vida com óbvios benefícios em termos de energia, boa disposição, saúde, etc (no fundo uma melhor Qualidade de Vida).

Sou o primeiro a reconhecer que a Carolina ainda tem que adicionar alguns alimentos dos quais já gostou e que desde há mais ou menos 12 meses tem procurado evitar comer (existe uma teoria para que tal aconteça com crianças entre os 4 e os 6 anos!), mas com certeza o saldo já é positivo e a tendência é claramente na direcção de uma dieta saudável e que regra geral, lhe permita desfrutar do prazer da mesa!

Abraços saudáveis

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

"O grande erro do nosso tempo...". Uma mensagem para os médicos... e para todos nós!

Da excelente Enciclopédia da Nova Medicina - MEDICINA INTEGRADA PARA TODAS AS IDADES - The Center for Integrative Medicine at Duke University (Círculo de Leitores), que recomendo aos meus leitores, hoje deixo-vos com o conteúdo constante na "Introdução":

""O grande erro do nosso tempo no tratamento do ser humano é os médicos separarem a alma do corpo."
Esta observação poderia facilmente descrever o estado dos cuidados de saúde nos nossos dias - com demasiado realce colocado na parte doente do corpo e pouco na pessoa como um todo. Mas de facto, esta citação é de Platão que viveu há mais de dois mil anos. Neste tempo, tal como agora, a maior falha na prática da medicina é de dar uma importância excessiva aos sintomas físicos e muito pouca consideração pelo espírito e pela alma do indivíduo."

Quando mais pratico, leio, converso e observo, mais estou de acordo com Platão!

Abraços saudáveis

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

Menos níveis hierárquicos (mais empowerment!) é o segredo do sucesso!


Hoje em conversa com amigos, trocavamos ideias sobre a ineficiência causada pelo excesso de níveis hierárquicos, que entre outras coisas, acabam por desmotivar quem verdadeiramente quer e pode contribuir para o crescimento sustentado da empresa onde trabalhe.

Como a insatisfação e improdutividade têm tudo a ver com falta de Qualidade de Vida, lembrei-me de publicar um artigo que tinha lido recentemente sobre esta matéria, no jornal Expresso, intitulado "Mais poder para os trabalhadores", escrito pela Marisa Antunes.

"(...)
É uma revolução pacífica e inteligente que pode fazer a diferença entre o sucesso e a falência de uma empresa. A gestora Julie Brown, da AstraZeneca seguiu à risca o modelo do "empowerment" em Portugal e fez saltar a companhia do 8º para o actual 3º lugar do ranking das farmacêuticas

O seu chefe é centralizador? A companhia onde trabalha é demasiado burocrática nos procedimentos, sente que poderia ser mais produtivo se o seu superior hierárquico lhe desse ouvidos? Este cenário, demasiado familiar, nas empresas portuguesas, pode representar uma factura demasiado elevada que se reflecte nos resultados e, em última análise poderá mesmo ditar a continuidade da organização. O empowerment como conceito de gestão é precisamente a antítese do que acontece nas empresas rígidas, fechadas e que passam a ideia de que os trabalhadores são absolutamente descartáveis. Reduzir ao máximo a burocracia dentro da organização e confiar na capacidade dos colaboradores para fazerem o seu trabalho com a maior racionalidade possível são assim princípios-chave para os adeptos de um modelo que poucas empresas portuguesas seguem à risca.

Mas foi precisamente isso que a actual presidente da AstraZeneca, em Portugal, fez assim que chegou ao nosso país. Tendo chegado em Junho do ano passado, vinda da casa-mãe no Reino Unido e com apenas 13 meses de liderança à frente dos destinos nacionais da farmacêutica, Julie Brown fez catapultar a AstraZeneca portuguesa da modesta 8ª posição no ranking de vendas em que se encontrava para o actual 3º lugar.

O segredo do sucesso? Dar enfoque não só à qualidade dos produtos da companhia mas saber também valorizar os recursos humanos da organização. “Quando cheguei a Portugal, constatei de imediato que algumas das pessoas que tínhamos a trabalhar na empresa possuíam um potencial muito elevado mas que não estava a ser utilizado no seu máximo por meras questões burocráticas”, recorda Julie Brown, que tem uma carreira de 22 anos ligada à AstraZeneca.

Redefinidas as metas, reformulados os conceitos de gestão, 19 elementos da direcção mudaram estratégias que permitissem chegar a novos resultados com uma ajuda mais participativa dos colaboradores. “Queríamos captar o potencial das pessoas e dar-lhes maior poder de decisão. A mensagem foi: ‘vamos eliminar níveis para reduzir a burocracia e a lentidão'. Queríamos que os nossos trabalhadores tivessem a oportunidade de dar o seu melhor. Essencialmente foi o que fizemos nos últimos 13 meses”, conta a responsável.

Acreditando firmemente nos princípios do empowerment, Julie Brown recorda que assim que começou a fazer mudanças organizacionais foi questionada: “Perguntavam-me se seria boa ideia confiar na decisão das pessoas... Mas, aqui, a questão reside em ter equipas autodirigidas e reduzir os níveis de hierarquia. Qual a utilidade de ter seis níveis se bastam apenas dois níveis de hierarquia?”.

Para esta gestora, licenciada em Warwick, no Reino Unido e com o Advanced Management Programme do muito prestigiado INSEAD, níveis a mais de hierarquia é apenas sinónimo de atraso na organização e desresponsabilização de actos. “Isso até contribui para que os trabalhadores operem de forma inadequada até porque sabem que existem vários patamares acima delas...”, justifica.

Mudanças que contribuíram para que a AstraZeneca — que em Portugal tem medicamentos-líder com o Crestor (para o colesterol) ou o Seroquel, (para a esquizofrenia) —, iniciasse assim uma das fases mais dinâmicas dos últimos tempos."

Quantas empresas em Portugal e no Brasil, precisam passar por processos idênticos, onde se mande menos e se produza mais via aproveitamento saudável do potencial de cada um com a simultânea redução de custos e de "chefes" que apenas sobrevivam com a ineficiência do sistema?

Abraços saudáveis

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

É importante saber que óleo parcialmente hidrogenado é gordura trans!


Compartilho com os meus leitores, a indignação explícita do Dr. Sérgio Vaisman, sobre as estratégias mais recentes para nos enganarem enquanto consumidores, sobre a questão da gordura trans.

"Realmente revoltante e enfurecedor o tipo de pouco caso a que nos submetem as indústrias que produzem alimentos.Veja só o que me enraiveceu numa das últimas idas ao supermercado. Ao procurar comprar um molho de pimenta, verifiquei no rótulo do produto que havia OLEO PARCIALMENTE HIDROGENADO. Você sabe o que isto significa? Nada mais do que GORDURA TRANS. Já sabemos que a gordura trans é adicionada a todos os alimentos industrializados crocantes e suavizadores de textura, o que não é menos condenável, mas encontrar esse tipo de gordura num tempero eu considerei DEMAIS!

De acordo com o FDA, “ relatórios científicos confirmam a correlação entre consumo de gorduras trans com aumento do risco de doenças das coronárias. Por esse motivo, nenhuma quantidade dessa gordura pode ser consumida com segurança.”

Apesar dessa publicação, os órgãos oficiais, inclusive o próprio FDA, passaram a considerar uma quantidade tolerável de consumo para os seres humanos que se considera seguro. Ora, se NÃO se deve consumir pois FAZ MAL, como se considerar que exista um tanto capaz de não ser nocivo ao organismo? Isso também ocorreu quanto ao ASPARTAME, verdadeiro veneno que libera no organismo uma substância venenosa chamada METANOL que, a partir dos interesses em sua comercialização, passou a ser tolerado numa determinada quantidade. Da mesma maneira se fez com o mercúrio, metal pesado que se acumula no corpo e leva ao desenvolvimento de inúmeros problemas degenerativos graves mas, após pressões das indústrias, passou-se a criar uma quantidade tolerável pelo organismo e que se denomina SEGURA.

A única quantidade segura de consumo de gordura trans é ZERO. Para piorar a situação, o FDA solicita aos fabricantes de alimentos que ressaltem nos rótulos dos produtos a gordura trans quando a quantidade exceder 0,5 gramas por porção servida. Abaixo disto, pode-se anunciar “NÃO CONTEM GORDURA TRANS”. Você acha isto justo? Não somos apenas ingênuos mas, sim OTÁRIOS!

Todos os produtos que contêm gordura trans são realmente deletérios ao organismo e isso inclui TODOS os biscoitos crocantes, sorvetes cremosos, margarinas,maioneses prontas e muitos outros. Tantos são os produtos que dizem não conterem gordura trans mas ressaltam GORDURA HIDROGENADA na sua composição, o que é sinônimo de gordura trans. É para otários mesmo!

Por esse motivo, a única arma que temos nessa luta de manutenção da saúde chama-se INFORMAÇÃO. Não faltam artigos e literatura abundante sobre esse tema e cabe a nós nos informarmos da melhor maneira. O prazer em comer é uma das coisas mais próprias do ser humano mas não devemos nos esquecer que induzimos nossos filhos a consumirem muito lixo que provêm de indústrias alimentícias e nos são propagadas como saudáveis.

Os maiores FABRICANTES DE DOENÇAS atualmente estão entre os que industrializam alimentos “enriquecendo-os” com aditivos absolutamente maléficos ao corpo humano."


Estima-se que se os consumidores esclarecidos e actuantes chegarem a 5% do total dos consumidores, conseguiremos parar com a colocação dos interesses económicos de alguns à frente da saúde (Qualidade de Vida) da população.

Como executivo, sou defensor do sistema capitalista e da geração de lucros das empresas, como garante da melhoria crescente e sustentada das condições de vida de toda a população mundial, mas nunca ultrapassando limites do bom senso e do respeito pela vida (saudável!) das famílias, enquanto consumidoras dos respectivos produtos e ou serviços!

Abraços saudáveis

domingo, 4 de outubro de 2009

Era tão barato que resolvi subscrever!


No módulo de reforço do "sistema imunitário financeiro", parte integrante do programa global do nosso programa de Qualidade de Vida, procuro apresentar soluções que satisfaçam as reais necessidades das famílias dos meus (potenciais) clientes e hoje considerei importante comentar algo sobre decisões que considero precipitadas por parte de inúmeras pessoas com quem converso sobre este tema.

Subscrever apólices de seguros de vida ou de acidentes pessoais por telefone, significa comprar um produto padrão que não tem em conta a realidade sócio-económica da família da pessoa segura e só por mera coincidência as coberturas contratadas serão aquelas que em caso de necessidade, estarão ao nível das legitimas expectativas de quem supostamente deveria vir a beneficiar delas.

Naturalmente, um trabalho de consultoria personalizada (sem encargos e qualquer compromisso!), com a responsabilidade que é criada no profissional que tem um nome e dá a cara ao seu (potencial) cliente, permitirá apresentar uma proposta diferenciada, face a alguém que por telefone, tem apenas como objectivo, atingir as metas pessoais que as respectivas chefias lhe apresentaram.

Querem ver um exemplo real que deixa claro que vale a pena investir uns minutos do nosso tempo para cuidarmos deste assunto, com alguém em quem sintamos confiança?

O filho de um amigo meu, com 25 anos de idade, disse-me que recentemente fez um seguro de vida muito barato (Eur 6,13 por mês) com um cobertura de EUR 50.000 em caso de morte ou de Invalidez Absoluta e Definitiva (IAD).

Fiquei satisfeito por alguém relativamente novo, já ter a mentalidade de contratar um plano de protecção que em caso de morte ou invalidez (IAD) possa assegurar durante algum tempo, a continuidade do nível de vida da sua mulher e do seu filho de apenas 3 meses, até outras soluções poderem vir a ser colocadas em prática.

Mas paremos para pensar em conjunto:

- IAD, significa uma grau de invalidez de 100%, o que na realidade define um nível de invalidez onde não temos sequer autonomia para fazermos as nossas necessidades básicas.

- o que a teoria das probabilidades nos diz é que o tipo de invalidez que mais nos deveria preocupar é invalidez total e temporária (ITP), onde na grande maioria dos casos, não poderemos continuar a desempenhar plenamente as funções que até então desempenhavamos, mas conseguiremos ser autónomos para satisfazer as nossas necessidades básicas e até para realizarmos outros tipos de tarefas/profissões.

Assim sendo, o tal filho do meu amigo, poderá pagar muitos anos por um seguro barato, mas em caso de doença ou acidente grave, com uma grande certeza, não irá beneficiar dos tais EUR 50.000!

Se tivesse consultado um consultor sério e profissional (infelizmente nem sempre o são e daí a sugestão de escolherem alguém que vos mereça confiança!), com certeza ele ter-lhe-ia dito que existem soluções para o mesmo capital (EUR 50.000) cobrindo morte ou ITP a partir de 60% de incapacidade, por um valor mensal de EUR, 8,03 ou seja uma diferença de apenas EUR 1,91.

Explicando de outra forma, se você tem um Jeep (carro pesado) e compra um macaco barato no hipermercado, você pode até sentir que está preparado para um furo no meio da estrada, mas quando precisar de usá-lo, vai ver que o macaco não tem força suficiente para levantar o Jeep, o que na realidade significa que durante o tempo que intermediou a compra do macaco e a necessidade de usá-lo, você sentiu-se protegido mas na realidade era apenas uma ilusão.

Em jeito de conclusão, diria que cada um de nós, deve dedicar uns minutos por ano (sim bastam uns minutos) para trocar ideias sobre planos de protecção pessoal, com alguém que está ali para ajudá-lo num momento em que não esteja pressionado pelo seu banco para fazer o seguro associado ao crédito de habitação que quer fazer, nem no meio de um telefonema onde quer despachar a conversa e os valores até lhe parecem interessantes, etc.

Espero sinceramente ter conseguido que cada leitor meu, dê o devido valor a este assunto, até por que continuamente, infelizmente, vejo caso de pessoas cada vez mais novas, que julgavam que com elas nada lhes aconteceria tão cedo, a terem AVCs, algum tipo de cancro, enfartes, acidentes de carro, de mota, em actividades extra profissionais, etc e nesses momentos, o que menos precisam de ter, é um desiquilíbrio grave nos seus orçamentos domésticos (ou daqueles que ficam em caso de falecimento).

Ter um bom sistema imunitário financeiro, também é sem dúvida, ter mais Qualidade de Vida!

Abraços saudáveis

sábado, 3 de outubro de 2009

Três fotos que explicam o sofrimento da nossa amiga durante 33 dias!


Temos uma amiga brasileira que foi para Driffield (Inglaterra) para estudar inglês e ficou em casa de uma família tomando conta das duas crianças do casal que a recebeu. A experiência não correu bem por várias razões, mas uma das que acabou por ter mais impacto, foi o estilo de alimentação desta família de classe média (boa casa, carros, os dois trabalham, ...).

Em vez de explicar o que eles comem dia após dia, semana após semana, mês após mês,...., resolvi publicar as 3 fotos abaixo que mostram o tipo de produtos alimentícios (e a quantidade, pensando na fruta!) que entram lá em casa (a nossa amiga esteve 33 dias com esse tipo de dieta e engordou 5 kgs).













































Pergunto aos meus leitores:

- onde estão as frutas, os legumes e as sopas?
- onde está o peixe, os pães e massas integrais, etc?

Como seria de calcular, ambos os adultos (especialmente ela!), sempre estão com uma dor de cabeça, uma indisposição, .... .

Imaginem o prazer desta nossa amiga, quando hoje chegou nossa casa e teve o prazer de almoçar "comida de verdade"?

Termino colocando mais uma questão para que possamos reflectir:

Em pleno séc. XXI, onde a informação está à nossa disposição e à velocidade de um clic, por que é que uma família de classe média em Inglaterra, opta (sim felizmente eles podem escolher aquilo que querem comer!) por um tipo de alimentação industrializada que lhes retira o prazer da "boa mesa", com efeitos negativos e crescentes no estado de saúde de cada um dos membros, incluindo as duas crianças que irão crescer neste ambiente (acreditarão os pais que estão a fazer o melhor que podem pelos seus filhos?)?

Abraços saudáveis

sexta-feira, 2 de outubro de 2009

"(...) o que passa pela cabeça de uma professora (...) para fazer tamanho investimento (...) com remotas chances de um retorno financeiro à altura?"


O facto de estarmos a falar de uma professora oriunda de uma família com recursos financeiros, não retira o mérito do projecto cultural que tornou realidade numa "pequena cidade com cerca de 20 mil habitantes, localizada a 112 quilômetros de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul [Brasil]".

A resposta ao título deste artigo é: "Fazer história"

Para os meus leitores que queiram conhecer melhor a "Livraria Miragem, em São Francisco de Paula, ponto turístico e referência no segmento e que cultua estilo saudável de vida", cliquem:

a) aqui para verem umas fotos e obterem mais algumas informações
b) aqui para informações mais detalhadas, inclusive da proprietária, Luciana, bem como um pouco da história da sua família

Acredito que conhecer estas realidades, são verdadeiros momentos de Qualidade de Vida, que podem nos ajudar a concretizar os nossos próprios sonhos!

Abraços saudáveis

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

"Como estimular os filhos a gostar de frutas, verduras e legumes"


Para todos os meus leitores que tenham filhos (sobrinhos, netos, alunos, etc - passarem aos respectivos pais), aqui está um artigo interessante da Pat Feldman, sobre diversas possíveis soluções (que podem ser combinadas entre elas e ou com outras com as quais cada um já tenha bons resultados nesta área!) para estes terem prazer com algo que com certeza lhes reforçará o próprio sistema imunitário, com todas as consequências positivas em termos fisicos, intelectuais e emocionais.

Uma dieta balanceada e saborosa é um passo de gigante para termos saúde e consequentemente mais Qualidade de Vida.

Destaco alguns trechos do artigo que poderá ser lido na íntegra clicando aqui.

"(...)
Antes de falar mais sobre a minha experiência e sobre como fazer as crianças comerem mais frutas, verduras e legumes, eu gostaria de sugerir que você mude um pouco o foco da questão. Melhor do que simplesmente fazer seus filhos comerem o que você quer e acha necessário, você tem que encorajá-los a GOSTAR de comer o que é saudável de verdade. Afinal de contas, acabamos comendo memso é aquilo que gostamos. Funciona assim em qualquer idade! E quanto mais cedo adquirimos os hábitos, mais fortes eles serão.
(...)
Amamentar o seu bebê, amamentar seu filho não mais um bebê, mas até quando ele aceitar e vocês se sentirem confortáveis – na natureza a amamentação acontece naturalmente até os 2 anos, mas cada caso é um caso. Dê o quanto puder e até quando puder. Sem cobranças. Enquanto você amamenta, seu filho come, indiretamente, tudo aquilo que você come, e dizem alguns estudos que o leite materno varia o gosto dependendo daquilo que a mãe come. Será? Na dúvida, tenha uma alimentação o mais variada possível – sempre evitando alimentos industrializados, que não são saudáveis para ninguém. Um alimentação variada e natural tem grande chance de suprir todas as suas necessidades e a do seu bebê, e de quebra você dá os primeiros passos pra enriquecer e cuidar do paladar do seu filho.
(...)
Lembrete: a natureza oferece toda a variedade possível de alimentos que precisamos. Quando falo em variedade de alimentos, falo de COMIDA DE VERDADE e não de produtos alimentícios.
(...)
As crianças se sentem importantes quando participam de alguma forma do preparo do seu alimento. E quer melhor do que plantar aquilo que vai comer?!? Plantar, regar, assistir germinar, crescer, colher. Se você mora numa casa grande, com quintal, suas possibilidades são inúmeras. Se voê mora em apartamento, um vasinho com ervas culinárias é o suficiente para ao menos despertar a curiosidade e o senso de responsabilidade com a plantinha que depois servirá para deixar a comida muito mais gostosa. Sem contar que plantando em casa você garante que não serão usados nenhum tipo de pesticidas químicos.
(...)
Se você quer que seu filho GOSTE de frutas, verduras e legumes e não simplesmente que os coma após ser forçado a isso, não esconda esses alimentos dele. Não esconda. Não disfarce. A cada dia o mercado editorial lança novos livros falando sobre como esconder os alimentos, como disfarçá-los para fazer seu filho comer. Pode até ser que ele coma, se você conseguir enganá-lo, mas será que isso o fará gostar dos alimentos, da comida de verdade?
(...)
Ao invés de levar seu filho ao supermercado, onde as tentações industrializadas são grandes, vá com ele à feira mais próxima e peça ajuda a ele para escolher o que comprar, escolher o que irão preparar com cada alimento comprado. Comprar na feira é mais barato, é mais fresco, mais saudável e muito mais divertido! Se você tiver uma feira de produtores orgânicos por perto, melhor ainda!
(...)
Não adianta querer que seu filho coma muitas frutas, verduras e legumes, se na frente dele (e por trás também) você só comer porcarias e faz careta para o saudável. Milagre não existe! Os pais são os principais exemplos! Seja cuidadosa e lembre-se que as suas escolhas serão as escolhas do seu filho e isso afetará o gosto dele para sempre. Escolher e consumir muitas frutas, verduras e legumes na sua rotina não só fará muito bem à sua saúde como também influenciará positivamente nas escolhas futuras dos seus filhos.
(...)

A forma como os pais tratam o alimento influirá muito sobre como a criança o aceitará. Forçar não é a solução. Proibir alimentos proibidos não é a solução. Obrigar a comer o que julga saudável não é a solução. O mais próximo que eu vejo como solução é o equilíbrio e a oferta de coisas boas. Não se deve valorizar demais a comida. Nem proibindo, nem oferecendo, nem obrigando. A comida está na mesa, é hora de comer, é o que tem, come quem quer. Quem não quer, tudo bem, come só na próxima refeição. Quem tem comida à disposição nunca morre de fome, o instinto da fome é mais forte do que tudo! Criança faz birra, faz manha, enlouquece os pais, mas não morre de fome! Siga todas as dicas anteriores, mas acima de tudo ofereça somente alimentos de alta qualidade e não se renda às birras! As crianças tendem a comer melhor em ambientes harmoniosos.

Jamais associe as refeições saudáveis a momentos negativos, de brigas e desprazer!

Algumas crianças, na verdade muitas crianças, apresentam certa resistência a alguns alimentos em certa altura da vida, normalmente entre 3 e 5 anos de idade. É normal, faz parte! Por menos que ela coma, que coma somente do bom e do melhor, do mais nutritivo possível, assim aquele pouco suprirá as necessidades básicas do seu filho.

Segure a ansiedade e não associe alimentos saudáveis a atitudes e situações negativas. Para gostar de comer um alimento, aquele alimento deve estar associado a momentos de alegria e descontração, momentos de puro prazer e deleite. Por que você acha que todo mundo gosta tanto de brigadeiro afinal? É comida de festa! Mas tudo preparado e servido com alegria pode virar comida de festa!!!"

Abraços saudáveis