Mostrando postagens com marcador GORDURA TRANS. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador GORDURA TRANS. Mostrar todas as postagens

quarta-feira, 7 de outubro de 2009

É importante saber que óleo parcialmente hidrogenado é gordura trans!


Compartilho com os meus leitores, a indignação explícita do Dr. Sérgio Vaisman, sobre as estratégias mais recentes para nos enganarem enquanto consumidores, sobre a questão da gordura trans.

"Realmente revoltante e enfurecedor o tipo de pouco caso a que nos submetem as indústrias que produzem alimentos.Veja só o que me enraiveceu numa das últimas idas ao supermercado. Ao procurar comprar um molho de pimenta, verifiquei no rótulo do produto que havia OLEO PARCIALMENTE HIDROGENADO. Você sabe o que isto significa? Nada mais do que GORDURA TRANS. Já sabemos que a gordura trans é adicionada a todos os alimentos industrializados crocantes e suavizadores de textura, o que não é menos condenável, mas encontrar esse tipo de gordura num tempero eu considerei DEMAIS!

De acordo com o FDA, “ relatórios científicos confirmam a correlação entre consumo de gorduras trans com aumento do risco de doenças das coronárias. Por esse motivo, nenhuma quantidade dessa gordura pode ser consumida com segurança.”

Apesar dessa publicação, os órgãos oficiais, inclusive o próprio FDA, passaram a considerar uma quantidade tolerável de consumo para os seres humanos que se considera seguro. Ora, se NÃO se deve consumir pois FAZ MAL, como se considerar que exista um tanto capaz de não ser nocivo ao organismo? Isso também ocorreu quanto ao ASPARTAME, verdadeiro veneno que libera no organismo uma substância venenosa chamada METANOL que, a partir dos interesses em sua comercialização, passou a ser tolerado numa determinada quantidade. Da mesma maneira se fez com o mercúrio, metal pesado que se acumula no corpo e leva ao desenvolvimento de inúmeros problemas degenerativos graves mas, após pressões das indústrias, passou-se a criar uma quantidade tolerável pelo organismo e que se denomina SEGURA.

A única quantidade segura de consumo de gordura trans é ZERO. Para piorar a situação, o FDA solicita aos fabricantes de alimentos que ressaltem nos rótulos dos produtos a gordura trans quando a quantidade exceder 0,5 gramas por porção servida. Abaixo disto, pode-se anunciar “NÃO CONTEM GORDURA TRANS”. Você acha isto justo? Não somos apenas ingênuos mas, sim OTÁRIOS!

Todos os produtos que contêm gordura trans são realmente deletérios ao organismo e isso inclui TODOS os biscoitos crocantes, sorvetes cremosos, margarinas,maioneses prontas e muitos outros. Tantos são os produtos que dizem não conterem gordura trans mas ressaltam GORDURA HIDROGENADA na sua composição, o que é sinônimo de gordura trans. É para otários mesmo!

Por esse motivo, a única arma que temos nessa luta de manutenção da saúde chama-se INFORMAÇÃO. Não faltam artigos e literatura abundante sobre esse tema e cabe a nós nos informarmos da melhor maneira. O prazer em comer é uma das coisas mais próprias do ser humano mas não devemos nos esquecer que induzimos nossos filhos a consumirem muito lixo que provêm de indústrias alimentícias e nos são propagadas como saudáveis.

Os maiores FABRICANTES DE DOENÇAS atualmente estão entre os que industrializam alimentos “enriquecendo-os” com aditivos absolutamente maléficos ao corpo humano."


Estima-se que se os consumidores esclarecidos e actuantes chegarem a 5% do total dos consumidores, conseguiremos parar com a colocação dos interesses económicos de alguns à frente da saúde (Qualidade de Vida) da população.

Como executivo, sou defensor do sistema capitalista e da geração de lucros das empresas, como garante da melhoria crescente e sustentada das condições de vida de toda a população mundial, mas nunca ultrapassando limites do bom senso e do respeito pela vida (saudável!) das famílias, enquanto consumidoras dos respectivos produtos e ou serviços!

Abraços saudáveis

quarta-feira, 22 de abril de 2009

"Lei que proíbe gordura trans nas escolas é aprovada em SP"


Fico satisfeito em ver (notícia publicada pela Redação Terra) os nossos políticos (o Brasil é a minha segunda "casa"), fazerem algo de positivo pela saúde das crianças/jovens das escolas no Estado de São Paulo:

Lei que proíbe gordura trans nas escolas é aprovada em SP

A Assembléia Legislativa de São Paulo aprovou em votação um Projeto de Lei que proíbe a venda de produtos com gordura trans nas cantinas de escolas públicas e privadas do Estado. Pelo projeto, não podem ser vendidos salgados de massas ou massas folhadas, frituras em geral, biscoitos recheados, salgadinhos e pipocas industrializados, refrigerantes e sucos artificiais, balas, pirulitos e gomas de mascar e qualquer outro produto com gordura trans, de alto teor calórico ou de poucos nutrientes. O texto não especifica qual será o teor calórico permitido.

O projeto determina ainda que sejam colocados à disposição dos estudantes pelo menos dois tipos de frutas pela cantina. Deve ainda ser fixado um painel com informações sobre os benefícios da adoção das medidas da lei.

Quem não cumprir as determinações pode pagar multa e até ter fechada a cantina temporariamente. A lei segue para o governador José Serra, que pode sancioná-la ou vetá-la.

Segundo o texto da deputada Patrícia Lima (PR), o objetivo da lei é combater o "sobrepeso, obesidade, dislipidemia, diabetes, hipertensão, problemas hepáticos, doenças arteriais, sem falar na baixa auto-estima, discriminação social, entre vários outros problemas" nas escolas."

Agora falta o governador José Serra aprová-la e os respectivos pais aproveitarem estas novas regras para ajudarem os seus filhos a fazerem uma reeducação alimentar, onde mantenham o prazer naquilo que comam mas agora de uma forma (mais) saudável.

As crianças/jovens acabarão por agradecer esta nova etapa das suas vidas, bem como o orçamento das famílias e do Estado de São Paulo, com a redução progressiva nas despesas da saúde.

Que o espírito desta iniciativa se propague rapidamente e novas soluções surjam ao longo do tempo!

Abraços saudáveis

sexta-feira, 17 de abril de 2009

"Comer porcarias deixa as crianças (...) felizes!"


A revista Época publicou um artigo intitulado "Comer porcarias deixa as crianças mais gordas, mas felizes", (podem acessá-lo na íntegra clicando aqui), cuja leitura me leva a colocar as seguintes questões:

- até que ponto algumas destas "porcarias", já causam dependência nas nossas crianças?
- será que nós pais, dependemos destas "porcarias" para conseguirmos fazer com que os nossos filhos sejam naturalmente felizes (de uma forma sustentada!), sem o risco de entrarem em depressão?
- como classificarmos, do ponto de vista ético e até legal, os responsáveis pela produção e publicidade que incentivam as nossas crianças a comerem algo que lhe faz mal, mas passando mensagens publicitárias que, de forma inequívoca, deixam parecer que o consumo regular dessas tais "porcarias", está a contribuir para um verdadeiro Bem-Estar daquelas?

Pais, não deixem os vossos filhos viverem uma falsa felicidade!

Nota: acho importante mencionar que a ingestão esporádica destas tais "porcarias", não tem qualquer problema, mas infelizmente, a realidade dos números, nos diz que a tendência é para que uma dieta "normal", contenha um percentagem demasiado elevada (e crescente!) daquelas.

Abraços saudáveis,

quarta-feira, 1 de abril de 2009

“Gordura TRANS e morte fetal”

Mais uma vez o Dr. Sérgio Vaisman, alerta-nos para a importância de darmos atenção aquilo que comemos no nosso dia a dia, especialmente quando falamos de produtos alimentares “de fonte industrializada”.

No seu artigo de hoje, fala-nos da associação entre “Gordura TRANS e morte fetal”:

“Cada vez fica mais evidente a importância da nutrição na saúde e estilo de vida das pessoas. Temos frisado que o aporte de nutrientes adequados faz com que nos desempenhemos melhor em todas as nossas funções orgânicas apesar de vivermos num mundo altamente tóxico e que enfraquece a estrutura dos seres vivos.

A industrialização dos alimentos progride a cada dia e novos elementos estranhos aos seres humanos são colocados nas embalagens que compramos nas prateleiras e essas substâncias sintéticas e estranhas podem produzir efeitos que muitas vezes são ainda desconhecidos da própria Ciência. Entretanto, como a ordem é “faturar”, pouco importa a muitos fabricantes que tenhamos problemas mais sérios ou não.

Recente pesquisa publicada na revista médica FERTILITY AND STERILITY demonstrou a importante incidência de morte fetal durante a gestação das mulheres que consomem grandes quantidades de gordura TRANS, contidas em infinidade de produtos alimentares. Este tipo de gordura é processada industrialmente e hidrogenada, levando a alterações no organismo que se associam a entupimentos de vasos sanguineos, fato este já conhecido e bem informado em todo mundo. A gravidade desta nova descoberta em relação à morte de fetos nos preocupa mais, pois os médicos, ao serem notificados desta situação, tem o dever de aconselhar as gestantes a darem maior importância ao que consomem para preservarem a saúde daquela vida que esta por vir.

Por mais monótona que seja a preocupação de se fazer este tipo de alerta, devemos ficar atentos quanto à composição de tudo aquilo que ingerimos, principalmente se for de fonte industrializada.

Trata-se de uma escolha bem simples: viver bem e com saúde ou não se preocupar em viver bem.

Fica o apelo aos meus leitores em geral e às futuras jovens mães em particular, que levem a sério as palavras do Dr. Sérgio Vaisman.

Abraços saudáveis,

domingo, 28 de setembro de 2008

Sr. Edmund Klotz, não nos faça pensar que considera os brasileiros bobos!

Caros, leitores, como é possível que o "chefe dos chefes" das indústrias de alimentação brasileiras, nos diga que:

- “(...) os fabricantes concordam que é preciso tirar a gordura trans dos alimentos, mas não aceitam que o governo imponha prazos.” Se outros países já a aboliram e estando em causa a saúde pública de milhões de brasileiros, os representantes da indústria, podem afirmar categórica e unilateralmente que não aceitam? Será que aceitam arcar com todas as responsabilidades decorrentes dessa decisão?

- "Ninguém está querendo envenenar ninguém. Esperamos descobrir a solução para a gordura trans em algum momento. Mas hoje não dá para falar em prazo". Se acredita que não estão envenenando ninguém, porque estão procurando uma solução? Será que eu li errado?

- “Klotz, no entanto, diz não ter certeza se as gorduras trans realmente são prejudiciais à saúde”. Em breve irei escrever sobre alguns tabus que existem sobre a gordura do ponto de vista da nossa saúde, mas Sr Edmund Klotz, sobre a gordura trans dos alimentos industrializados, derivada dos óleos vegetais , já só tem duvidas, quem ganha dinheiro com ela!

- "A ciência pega um monte de rato e enche de margarina, o bicho morre entupido e conclui-se que a gordura trans faz mal. Pode até fazer mal, eu não sei." Sr. Edmund Klotz, está chamando de bobos os brasileiros? Ou será que o lucro para si está acima de qualquer outro valor, como por exemplo o direito à VIDA (saudável) dos SEUS clientes (que pagam as suas contas!)? Ou será que nesse dia comeu muitos produtos com gordura trans e começou a disparar frases hipócritas como esta?

Sr. Edmund Klotz, abaixo um resumo do que faz a gordura trans produzida pelas indústrias que lidera (caros leitores, entenderam porque somos nós que temos que tomar as rédeas da situação? Pensem nisto, cada vez que virem os vossos filhos, comerem alguns dos 70% de biscoitos vendidos no Brasil):

“A gordura trans aumenta o LDL (colesterol ruim) e diminui o HDL (colesterol bom) no sangue. Essa combinação causa aterosclerose, um perigoso acúmulo de placas de gordura na parede dos vasos sangüíneos. Isso, em casos extremos, resulta em ataque cardíaco e AVC (acidente vascular cerebral), os males que mais matam no Brasil.”

Depois de lerem o que escrevi acima (podem ler a entrevista publicada na Folha de São Paulo clicando aqui ), vejam onde encontrei o mesmo Sr. Edmund Klotz (é irônico não acham?):

“PRAZER DE ESTAR BEM”

O programa “Prazer de Estar Bem”, cujo objetivo é conscientizar os 180 mil alunos do Sesi e do Senai de São Paulo sobre a necessidade da alimentação saudável e da prática regular de atividades físicas foi lançado no dia 20 de outubro pelo presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo, Paulo Skaf, e pelo presidente da SBC, Antonio Felipe Simão.

A cerimônia, no Centro Cultural Fiesp, teve como oradores o vice-presidente e coordenador do Comitê da Cadeia Produtiva de Agronegócios da Fiesp, João
Guilherme Sabino Ometto,
o presidente da Associação Brasileira da Indústria Alimentícia e Coordenador do Comitê da Cadeia Produtiva de Alimentação da Fiesp, Edmundo Klotz e os presidentes da SBC e da Fiesp, o último dos quais disse que a iniciativa “demonstra mais uma vez a responsabilidade social do Sesi e da Fiesp e que a produção da indústria, que move o Brasil, é fruto do trabalho das pessoas e, portanto, proporcionar mais saúde é levar qualidade de vida a essas pessoas e igualmente uma tarefa nossa”.

Ao discursar, por sua vez, o presidente da SBC disse que “gostaria de abraçar o coração de todos os presentes” e disse que a importância da parceria vai resultar em benefício para a saúde do coração das crianças brasileiras.

O “Prazer de Estar Bem”, que já está sendo implementado em 285 escolas do Sesi e do Senai, consiste em palestras, apresentação de vídeos educativos, oficinas e orientação sobre funções dos alimentos e montagem de cardápios equilibrados. O programa inclui ainda estímulos à prática esportiva e idéias sobre como transformar as simples tarefas cotidianas em atividades físicas que contribuam para a melhoria da qualidade de vida. No total, 210 mil cartilhas com sugestões sobre os dois temas serão distribuídas.

Para
Felipe Simão, tornou-se um problema de saúde pública a obesidade a qual, quando aliada ao sedentarismo resulta, a longo prazo, em problemas cardíacos os quais são responsáveis por 300 mil óbitos a cada ano, no País. Por isso mesmo a SBC se sente responsável pela divulgação de informações que levem o jovem à adoção de hábitos mais saudáveis, pois a prevenção e não o tratamento é que se constitui no grande caminho para reduzir os problemas cardiovasculares cada vez mais presentes na população brasileira.

Sr. Felipe Simão, aplaudimos e incentivamos totalmente a SBC nesta iniciativa, mas por favor peça ao seu colega palestrante, Sr. Edmund Klotz, para acabar com a gordura trans, em nome dessas mesmas crianças.

Abraços saudáveis,