sexta-feira, 9 de setembro de 2011
TED talk - "Teaching Perspectives is the best way to teach CREATIVITY"
Em menos de 5 minutos aprendemos como mudar a história abanando o ipad, e, muito mais importante, que "Teaching Perspectives is the best way to teach CREATIVITY"!
sexta-feira, 12 de agosto de 2011
"Câmara acha recados de operários que construíram prédio do Congresso"
Vejam bem a riqueza das palavras de alguns candangos, operários que trabalharam na construção do Congresso (Brasileiro), escritas a lápis, numa lage ou directamente no concreto.
"É como se fosse uma cápsula do tempo que acaba de ser aberta", diz a jornalista da Globo, no pequeno vídeo que não pode deixar de ver, clicando aqui.
"Que os homens de amanhã que aqui vierem tenham compaixão dos nossos filhos e que a lei se cumpra",diz mensagem escrita a lápis sobre o concreto pelo operário José Silva Guerra, com data de 22 de abril de 1959.
"Memórias da construção da Capital que emocionaram outros candangos"[e a todos nós!] (...).
Um tesouro da História do Brasil." diz a jornalista.
(...)" Se todos os brasileiros fossem dignos de honra e honestidade, teríamos um Brasil bem melhor".
"(...) frases actualíssimas, e não deixarão de actuais nunca.É a casa do povo, né, é casa do Estados, do Senado, da Câmara, é ali que o povo está representado", diz um historiador.
“O importante é que o que vimos ali é exatamente a materialização do sentimento dos operários, dos trabalhadores que aqui estavam durante a construção de Brasília." diz o presidente da Câmara, Marco Maia (PT-RS).
Abraços saudáveis
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Eurodeputados portugueses - com que moral, aceitam cortar salários daqueles que representam, mas não abdicam de viajar em classe executiva?
Escrevi hoje no Facebook a propósito da notícia que li no Público - Metade dos eurodeputados portugueses não abdica de viagens em executiva (clique aqui para lê-la na íntegra):
Eu não aceito este comportamento e vou fazer a minha parte!
Abraços saudáveis
quinta-feira, 31 de março de 2011
"PORTUGAL: Comunicação interna precisa-se..."
Que o País está mal, os portugueses sabem-no. Não de agora mas de há muito anos a esta parte. Mas os portugueses não reagem, se revelam esta apatia resignada terá de haver algo que o explique, que o motive, para além do fado e do triste destino.
Olhemos para o País como uma empresa, olhemos para os portugueses como o seu capital humano e procuremos onde está a cultura organizacional entendida como o elemento agregador dos seus colaboradores, como um tecido com as suas características próprias de padrão, cor e resistência, rapidamente temos de concluir que, quanto mais “esticamos” as organizações para patamares de exigência e competitividade, mais a curva de elasticidade desse mesmo tecido organizacional e social vai diminuindo e caminhando para o ponto de ruptura. E é precisamente onde estamos hoje.
Se entendermos que as organizações são baseadas em conhecimento e que a capitalização deste conhecimento a favor da construção de vantagens competitivas só pode ser conseguido através da colaboração entre todas as pessoas – e para isso acontecer são necessárias networks de informação e de co-resolução de dificuldades – facilmente concluímos que é fundamental criar capital relacional que só é conseguido pela existência de uma cultura facilitadora e de um clima organizacional (político) de abertura, capazes de gerar confiança.
Porque é necessariamente disto que estamos a falar: do patamar mínimo de confiança dentro da organização que permita aos seus colaboradores desenvolverem todo o seu potencial. É que associado ao patamar de confiança está um outro conceito inversamente proporcional – o da ameaça ou da desejável redução do nível de ameaça na organização – talvez aquele que, descontrolado, mais prejuízo causa nas estruturas organizacionais, seja uma empresa, seja um País.
Em Portugal andam todos a falar para fora quando os portugueses precisam é de alguém que fale com eles. Que explique, que mobilize, que desconstrua os mitos e os interesses que eles servem. Esta é a grande meta: montar um sistema de comunicação interna capaz de gerar confiança. É disto que os portugueses precisam."
Abraços saudáveis
sábado, 19 de março de 2011
A solução para Portugal, está em procurarmos de forma diferente, o próximo líder!
Não tenho dúvidas, que a solução, está em acertamos na escolha do próximo líder e este, na respectiva equipa governativa.
Abraços saudáveis
sábado, 22 de janeiro de 2011
"Portugal é um país que poderia não ter existido" se os nossos antepassados tivessem ficado em "casa", esperando soluções para os problemas da altura!
Dizia o professor Rui Ramos há poucos dias, a propósito de soluções para Portugal:
- Portugal é um país que poderia não ter existido(...)!
E explicou que somos poucos milhões, num país de dimensões pequenas, inserido num palco que testemunhou várias guerras, etc.
Na véspera de mais uma eleições presidenciais, vale a pena pensar no título que dei a este post:
"Portugal é um país que poderia não ter existido" se os nossos antepassados tivessem ficado em "casa", esperando soluções para os problemas da altura!
e relembro que até há muito poucos anos:
- as condições de saneamento básico não eram as que temos hoje, com todas as suas implicações negativas
- não havia internet que minimiza a importância e a distância de sermos "pequenos" e periféricos
- não beneficiávamos da riqueza da nossa cortiça, do vinho do porto, .....
- não havia milhões de turistas, querendo saber onde vão passar as suas próximas férias,
só para mencionar exemplos mais óbvios e que todos conhecemos.
Por isso, amanhã, acredite que a sua participação, consciente, pode fazer a diferença e contribuir para que Portugal faça o que precisa ser feito e possa continuar a existir, por muitos e muitos anos.
Abraços saudáveis
ps: claro que a partir de segunda feira, precisa também fazer a sua parte, como pai/mãe, cidadão, trabalhador/empresário, porque apenas votar e voltar para o sofá, só por si, de pouco serve!
sábado, 11 de dezembro de 2010
"Um veneno chamado vaidade" - artigo sobre Obama
Há pouco mais de 2 anos, publiquei com muito entusiasmo e esperança, no meu Blog, um post intitulado "YES WE CAN....... Gerir a Mudança com Inteligência Emocional".
Hoje, com alguma tristeza, partilho o artigo "Um veneno chamado vaidade" , (grande, mas vale a pena ler!), o qual valida que precisamos de verdadeiros estadistas(*), que tenham a visão do que é preciso fazer, e a concretizem, com todas com todas as inerentes dificuldades de percurso, que, naturalmente, surgirão.
Abraços saudáveis
(*) "Normalmente ocorre de o estadista ser incompreendido pois preocupa-se com o longo prazo e toma decisões impopulares a curto prazo, enquanto a... maioria dos políticos preocupa-se com resultados imediatos de suas ações. Assim se diz que:
- O estadista se preocupa com a próxima geração e o político com a próxima eleição.
Já, um biógrafo de Alexander Hamilton, diz que o estadista pratica a política da colméia, ao passo que os “políticos” praticam outra política – a política da abelha. No primeiro,tudo se subordina ao interesse coletivo. Nos segundos, tudo se subordina ao interesse individual."
(fonte: WikipédiA)
segunda-feira, 4 de outubro de 2010
Se o Bordalo Pinheiro fosse vivo, (...) a fotografia que ele faria do país, seria uma barraca num bairro de lata com um submarino estacionado à porta
O foco deste blog é Qualidade de Vida e dentro desta, o tema principal é a gestão da nossa saúde, através do nosso estilo de vida.
Tendo em conta os tempos mais turbulentos que atravessamos (especialmente em Portugal, mas não só!) e por tudo estar interligado, tenho publicado alguns posts sobre a "saúde" das empresas e dos nossos governantes.
Por isso, hoje, publico um vídeo com uma entrevista da jornalista Ana Lourenço (SIC) ao Frei Fernando Ventura, sobre a qual vale a pena reflectir, para que cada um, possa dar um contributo positivo para as mudanças que precisamos, urgentemente, ver tornadas realidade.
Alguns trechos retirados da entrevista (clique aqui para assistir na íntegra)
“Nós temos uma falta desesperante de líderes, (...) é tempo de despedirmos os líderes profissionais para colocarmos profissionais na política.
Se o Bordalo Pinheiro fosse vivo, neste momento a fotografia que ele faria do país, seria uma barraca num bairro de lata com um submarino estacionado à porta.
“(...) estamos a criar gerações de jovens sem memória, gerações de gente sem história. E quando a memória e a história não se encontram, nós temos os cataclismos sociais.
(...)
A história dos novos e a memória dos velhos não se encontram. As crianças não têm avós. As crianças não têm sequer pais.
Crescemos colectivamente sem memória. Recusamo-nos a fazer memória da História. Um povo que esquece a sua História, que não faz memória da História , repete os mesmos erros. E nós estamos ironicamente, um século depois, a reviver o que nós antepassados viveram.
(...) este povo tem capacidade para lutar, tem fibra para lutar, tem coração, nós somos gente com coração. Falta-nos de facto, o líder."
sábado, 5 de junho de 2010
Solução para termos BONS políticos que efectivamente defendam os nossos interesses!
De vez em quando gosto de relembrar os meus leitores que o principal propósito do que escrevo/publico é dar o meu humilde contributo para mudanças saudáveis no Estilo de Vida do maior número possível de pessoas (na área da saúde, financeira, social, etc).
Claro que o ideal é ter sempre mensagens curtas que promovam as tais mudanças, tendo em conta a escassez do recurso tempo que todos sentimos. No entanto tem artigos, vídeos, etc com um conteúdo que considero relevante partilhar neste blog mesmo sabendo que cada um dos destinatários tenha que reservar um período de tempo que pode chegar a cerca de uma hora.
É o caso do vídeo de hoje que tem a duração de 52m, mas com duas intervenções (sem demérito para as outras duas que merecem o meu aplauso e com as quais aprendemos a garra que é preciso ter para se conseguir ser um empreendedor/empresário bem sucedido) que vale a pena assistir, porque nos indicam direcções claras que podemos seguir para conseguirmos ter governantes a nível local e nacional que verdadeiramente defendam os nossos interesses.
Estou a falar do sr. Joaquim Casado, ex-presidente da Junta de Freguesia da Ericeira (Portugal) e do João Nogueira Santos pai da ideia de aderirmos massivamente aos partídos políticos.
Vale a pena ouvir o que ambos têm para nos dizer clicando aqui .
Fonte: Sic Notícias, programa Expresso da Meia-Noite
Nota: exemplos totalmente aplicáveis ao Brasil (minha segunda casa!)
Abraços saudáveis
