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quarta-feira, 28 de setembro de 2011

"They Call Me 'Birdman'"

Publiquei hoje no Facebook:

Depois de chegar do 1o dia de conferências do Greenfestival no Estoril, assistir a um história tão inspiradora, como aquela que pode assistir, clicando aqui, faz com que vá-me deitar com a certeza que há Pessoas suficientemente Boas, capazes de tornar o planeta Terra, um lugar bom para nós e os nossos filhos viverem!

Abraços saudáveis

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Iluminar as casas com garrafas de água de plástico. Ideia genial e que melhorou imenso a qualidade de vida da comunidade em causa!

Em pouco mais de 2 minutos, fica claro, que o Homem, quando quer, tem soluções para os grandes desafios que tem pela frente. Imagino o prazer que dá ao senhor "Solar Demi", ajudar desta forma, tão simples, barata e eficiente, as famílias da sua comunidade.

Seja mais um a juntar-se às mais de 340.000 pessoas que já assistiram a este vídeo.

Abraços saudáveis




sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Miriam Leitão fala sobre seu livro Saga Brasileira - um exemplo notável de história oral que precisa ser visto!



Um exemplo notável de como a história oral, explica tão bem a forma como o povo brasileiro lutou e venceu a guerra da inflação.
Você é brasileiro? Precisa de ver este vídeo.
Você é português? Precisa ver como se dá a volta por cima em momentos complicados da economia.
Parabéns Miriam Leitão deste seu eterno admirador!

Abraços saudáveis

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

TED talk - "As 3 coisas que descobri quando meu avião caiu (Legendado)"


Publiquei hoje no Facebook:

O poder de uma boa história (passado), muda os nossos comportamentos (hoje e amanhã). Mais um TED com menos de 5m que vale a pena assistir, clicando aqui :

Abraços saudáveis

quinta-feira, 21 de julho de 2011

São Paulo/Brasil - assim se conhece e entende-se melhor, o porquê desta cidade e país, serem como são (testemunhos reais impressionantes!)

Publiquei ontem e hoje no Facebook:

Como sei bem que neste mundo, um minuto de hoje, equivale a uma hora de há uns anos atrás, partilho um teaser (clique aqui), do vídeo que postei ontem para incentivar aqueles que têm interesse em entender melhor, o que é São Paulo, até para tomarem as melhores decisões para interagir/viver nesta cidade, a assistirem à versão completa que tem testemunhos simplesmente maravilhosos e impressionantes!

Ainda só vi os 1os quinze minutos, mas parei para sugerir a todos que vejam este precioso vídeo (clique aqui) , sobre histórias de vida.. . Documentário Somos São Paulo 6 bilhões de Outros.
Verdadeiramente impressionante ouvir as pessoas a relatarem as razões porque saíram dos países onde nasceram, as 1as impressões ao chegarem a uma cidade com a dimensão de São Paulo, etc.

Abraços saudáveis

domingo, 3 de julho de 2011

"memórias de araduca"

Escrevi hoje no Facebook:

Apesar de estarmos a falar de uma praça de touros, o vídeo e o texto que podem ver neste link (clique aqui para assistir/ler) , valida o enorme impacto que o resgate das nossas histórias, pode ter nas soluções que queremos para o futuro. O exemplo abaixo demonstra que, se os portugueses, tiverem objectivos claros, quiserem fazer e se unirem, não têm qualquer razão para ficar atrás de qualquer outro povo.

Abraços saudáveis

sexta-feira, 24 de junho de 2011

"Desempregado vive de garimpar ouro em ruas de Nova York"

Publiquei hoje no Facebook:

Mais uma vez, a oportunidade de negócio estava à espera de alguém com iniciativa e as competências necessárias para agarrá-la e gerar valor com ela!
Clique aqui para assistir a um vídeo de 2 minutos, sobre um "desempregado [que] vive de garimpar ouro em ruas de Nova York"

Abraços saudáveis

segunda-feira, 20 de junho de 2011

sexta-feira, 10 de junho de 2011

Resgatar histórias de Pessoas, pode muito bem ser um "trampolim" para um futuro melhor !

Escrevi hoje no Facebook:

O conteúdo deste vídeo (clique aqui para assistir), valida que resgatar histórias de Pessoas, pode muito bem, ser um "trampolim" para um futuro melhor (usando as sábias palavras da Cristina Azevedo,presidente da Fundação Cidade Guimarães).

Abraços saudáveis

segunda-feira, 6 de junho de 2011

TED talk - "Aimee Mullins: The opportunity of adversity"

Escrevi ontem no Facebook:

"Que Pedro Passos Coelho e cada um e nós, encare o nosso actual nível de endividamento, reduzida capacidade produtiva/exportação, etc, da mesma forma que Aimee Mullins fez com a sua limitação física e em breve teremos um Portugal mais forte, mais justo, ...

Clique aqui para assistir a mais um excelente TED talk

Abraços saudáveis

sexta-feira, 6 de maio de 2011

Projecto Memória - ferramenta estratégica de comunicação corporativa - notas soltas (5)


"A exarcebação dos dispositivos tecnológicos e uma certa padronização dos produtos e serviços, no ambiente competitivo, forçam as empresas a buscar diferenciais em um mercado cada dia mais igual. O conhecimento da história pode dar pistas, inspirar, apontar caminhos.


A sua história traduz a identidade da organização, para dentro e para fora dos muros que a cercam. É ela que constrói, a cada dia, a percepção que o consumidor e seus funcionários têm das suas marcas, dos produtos, dos serviços. O consumidor e o funcionário têm na cabeça uma imagem, que é histórica. Uma imagem viva, dinâmica, mutável, ajustável, que sofre interferências de toda a natureza.

A imagem é determinante para o cidadão na hora da decisão da compra e para o empregado na hora de se aliar à causa da empresa. Por isso, todo o cuidado é pouco. Toda a atenção é devida.

Recuperar, organizar, dar a conhecer a memória da empresa não é juntar em álbuns velhas fotografias amareladas, papéis envelhecidos. É usá-la a favor do futuro da organização e seus objetivos presentes. É tratar de um dos seus maiores patrimónios.

Depois, com a memória na cabeça, é preciso contar a história." Paulo Nassar

Saber "resgatar" e contar as histórias certas para os respectivos shareholders, colocará a sua empresa num patamar mais confortável, em termos de resultados, reputação, fidelização, motivação, ....!

Abraços saudáveis

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Histórias do povo português que precisam ser "resgatadas" para tomarmos as melhores decisões para o futuro!

Sei que vários dos meus leitores já conhecem o texto abaixo, mas decidi partilhá-lho aqui, porque é um excelente exemplo da importância de sabermos "resgatar" as nossas boas histórias (e não só!) para que os portugueses, e aqueles que nos rodeiam, possam tomar as decisões mais acertada para o futuro!

Carta aberta ao Povo Finlandês:
Encontrei por bem contar aqui os pormenores de uma história que, por muito que pareça pertencer ao passado, tão facilmente nos lembra a todos das travessuras partidas de que a História é capaz de pregar. E por muito incompreensível que possa parecer, as travessuras e partidas que a História às vezes prega, surpreendem em especial aqueles com a memória mais curta. O local foi Lisboa, e o ano, 1940, mais concretamente o trigésimo nono dia após o final da primeira e heróica guerra combatida pelo perseverante povo Finlandês contra a tentativa estrangeira de apagar a vossa pequena nação do mapa dos países livres e independentes da Europa. A Guerra do Inverno na qual a Finlândia contrariamente ao que todos julgavam poder ser possível derrotou o bolchevismo o imperialismo Russo, teve na altura um impacto muito maior do que o que julga hoje a maior parte dos finlandeses. Os gritos de sofrimento e os horrores da primeira guerra Russo-Finlandesa e os terríveis sacrifícios impostos ao vosso pequeno país, comoveu e tocou o coração do povo Português no outro longínquo canto deste velho continente chamado Europa. Talvez fosse por causa de um sentimento de irmandade, ou mesmo de identificação com os sacrifícios para que uma outra nação pequena e periférica acabava de ser atirada...mas a ânsia de ajudar a Finlândia rapidamente emergiu entre os Portugueses, tão orgulhosos que são hoje quanto orgulhosos eram então dos valores da independência e da nacionalidade. A nação europeia com as fronteiras mais estáveis e com a paz mais duradoura de todas, não podia permitir-se, e não permitiu, permanecer no conforto da passividade de nada fazer relativamente ao destino para o qual a Finlândia tinha sido atirada, confrontada que esta estava com o perigo iminente de se tornar em apenas mais uma província Estalinista. Portugal era na altura um país encruzilhado, submergido em pobreza e constrangido por uma ditadura cruel e fascista. Os Portugueses eram nesses tempos quase todos invariavelmente pobres, analfabetos, oprimidos e infelizes, mas também trabalhadores, honestos, orgulhosos, unidos e cheios de compaixão, mobilizados em solidariedade para oferecerem o que de mais pequenino conseguiram repescar para ajudarem o necessitado e desesperado povo Finlandês. Em cidades e vilas e aldeias de Portugal, agricultores, operários e estudantes, pais e mães, que aos milhões talvez possuíssem não mais do que apenas 3 mudas de roupa, ofereceram os para si mais modestos e preciosos bens que, mal grado a penúria, conseguiram prescrever como dispensáveis: cobertores, casacos, sapatos e casacões, e para os mais felizardos sacos de trigo e quilos de arroz cultivados à mão nas lezírias e terras baixas dos rios portugueses. As ofertas foram recolhidas por escolas e igrejas do norte e do sul, e embarcadas para Helsínquia com a autorização prévia da Alemanha Nazi e Aliados. Num extraordinário gesto de gratidão, o Sr. George Winekelmann, que era o então representante diplomático da Finlândia em Lisboa e Madrid, publicou um apontamento na primeira página do prestigioso jornal “Diário de Noticias” para agradecer ao povo Português a ajuda e assistência prestadas à Finlândia no mais difícil de todos os inconsoláveis tempos .O bem-haja a Portugal foi publicado no vigésimo primeiro dia de Abril de 1940, há quase exactamente 70 anos neste dia presente que corre, e descreve que “Na impossibilidade de responder directamente a cada um dos inumeráveis testemunhos de simpatia e de solidariedade que tive a felicidade de receber nestes últimos meses, e que constituíram imensa consolação e reconforto moral e material para o meu país, que foi objecto de tão dolorosas provações, dirijo-me à Nação Portuguesa, para lhe apresentar os meus profundos e comovidos agradecimentos. Nunca o povo finlandês esquecerá a nobreza de tal atitude. Estou certo de que os laços entre Portugal e Finlândia se tornaram mais estreitos e que sobreviverão ao cataclismo do qual foi o meu país inocente vítima, contribuindo assim para atenuar as consequências de tão injustificada agressão” .Em virtude de um outro esforço de ajuda à Finlândia organizado por estudantes Portugueses, o Sr. George Winekelmann mais uma vez voltou à primeira página do mesmo jornal para, numa nota escrita no dia 16 de Julho de 1940, expressar o seu imenso agradecimento: “O Sr. George Wineckelmann, ministro da Finlândia, esteve ontem no Ministério da Educação Nacional (…) a agradecer o interesse que lhe mereceram as crianças do seu país por ocasião do conflito com a Rússia (…) e o seu reconhecimento pela importante dádiva com que os estudantes portugueses socorreram os pequeninos da Finlândia”. Por irónico que seja, o nacionalismo e as formas pelas quais alguns Europeus escolhem para o expressar nos dias presentes, estão em completo contraste com o valor do conceito de Nação expresso há 70 anos por um país bem mais velho, e por um povo bem menos rico e bem mais analfabeto, quando confrontado com a luta pela sobrevivência de uma nação-irmã, que é bem mais rica, bem mais instruída e….bem mais jovem. Todos devemos ao passado a honra de não esquecer os feitos e triunfos daqueles que já não vivem. O conceito de verdadeiro nacionalismo não pode jamais ficar dissociado do dever de honrarmos o passado. Ao cabo de 870 anos de História, por vezes com feitos tremendos e ainda maiores descobertas, um dos sucessos de Portugal como nação tem sido a capacidade de o seu povo unido e homogéneo, olhar serenamente de mãos dadas para lá do horizonte da sua terra, sem nunca ter medo dos desafios desconhecidos dos sete mares em frente, sem nunca fechar a ninguém as portas hospitaleiras e da amizade, e sem nunca fugir dos contratempos que possam defrontar-se-lhe na senda do seu destino. Por mais irónico que seja, algo não parece bater certo quando a condição a que chegou a economia de um Estado de uma pequena nação, por maneira curiosa se torna talvez decisiva nas escolhas eleitorais tomadas por um povo de uma outra e ainda mais pequena nação, no outro canto tão longínquo da Europa. Por mais que merecida ou desejável que possa ser, a recusa de auxiliar e ajudar uma nação dorida e testada pelos ventos de um cataclismo financeiro não é provavelmente o passo mais sábio de países unidos por espírito e orgulhosos de honrarem os verdadeiros intrínsecos valores de solidariedade e mútua amizade, em especial quando atormentados por adversidade e ventanias de crise. Por mais corrupta que a sua elite se comporte, por mais desgovernado que o seu país ande, e por mais caloteiro que o seu Estado seja, os homens e mulheres comuns de Portugal, filhos e filhas e netos e netas daqueles que viviam há 70 anos atrás, sentem-se e são os reféns e vítimas inocentes de uma Guerra financeira que viram ser-lhes declarada contra os seus bolsos e carteiras, e que ameaça as suas honestas e modestas poupanças. Mas não obstante confrontados nos agora tempos de hoje, em aparente insolvência e nas mais sozinhas de todas as suas horas, com o desespero e adversidade, eu estou confiante e seguro de que os Portugueses de hoje, mães e pais, agricultores, trabalhadores, padres e estudantes, e até mesmo crianças, de lés a lés naquele país se elevariam da consciência, a fim de mostrar os seus mais sinceros e genuínos sentimentos de nacionalismo e humildade para ajudarem e confortarem Finlândia e o povo finlandês, se alguma outra vez cataclismo ou desastre batesse à porta da Finlândia e iluminasse a ideia obscura da extinção da heróica nação Finlandesa, tal como aconteceu há sete décadas passadas. Todos nós podemos aprender com as pequenas e genuínas lições dos tempos que lá vão.

Hélder Fernandes
Correspondente da TSF

Abraços saudáveis

quinta-feira, 24 de março de 2011

"CRISE E COMPROMETIMENTO" - artigo positivo sobre o que fazer em momentos menos simpáticos!

Com as notícias de ontem (em Portugal), precisamos saber agir em tempo útil. Dentro da minha actual área de trabalho, deixo-vos com um artigo que gostei de ler e cujo conteúdo deve ser interiorizado pelos líderes do nosso tecido corporativo.

"Uma análise da história nos leva a ver que esta não é a primeira crise que os empresários brasileiros [leia-se portugueses!] enfrentam. Mas as oportunidades continuam para quem não se deixa abalar por acontecimentos como este.


As empresas se sentem compelidas a mudar radicalmente suas estratégias de negócio para enfrentar os desafios de manter ou ampliar seus mercados e aproveitar as oportunidades decorrentes desta mesma crise, atendendo as necessidades das novas demandas da sociedade.

Para isso, as empresas precisam de pessoas pró-ativas, que criem, ousem, inovem, tenham entusiasmo e se sintam motivadas pelos desafios que surgem a cada dia, que façam mais do que apenas cumprir ordens.


Mas, como ter atitude de comprometimento dos funcionários em meio a uma crise?

Valorizando o funcionário, para que ele mantenha a motivação, o comprometimento e perceba que o crescimento da instituição também depende dele.

Voltando-nos para a empresa que começou com o sonho de seu fundador e tem na sua cultura um dos alicerces de seu crescimento, é preciso manter este foco, promovendo o resgate de sua história, que é também a história das pessoas que participam de sua trajetória.


Os participantes desta trajetória podem rever o quanto o comprometimento com a cultura da empresa reflete hoje, positivamente, nos seus produtos e serviços, despertando neles o sentimento de pertença, o orgulhoso de fazer parte, de retomar a imagem idealizada por seu fundador.


Como diferencial de vantagem competitiva, criar um Centro de Memória valorizará as ações dos funcionários que construíram a empresa, mostrando seu crescimento, suas transformações e sua consolidação.

A construção desta trajetória proporciona a projeção social da empresa, não apenas como uma unidade de produção de bens e serviços, mas por sua atuação sócio-cultural fortalecida por sua imagem através da história."

(Fonte: Espaço Conhecimento - Brasil)

Boas decisões e...

Abraços saudáveis

quarta-feira, 23 de março de 2011

Uma história real de paixão, que supera a diferença! (imperdível)



Será que Portugal tem solução?
Vejam a história acima, para entenderem que, com as Pessoas certas e unidas, sempre há uma estratégia a seguir que consegue gerar resultados positivos.

"É um curta-metragem de uma agência Leo Burnett feito para o TMB, o Banco Militar da Tailândia, que lançou uma nova visão de sua marca chamada "Faça a diferença". O vídeo é falado em tailandês, com legendas em inglês, mas o assunto é universal, a paixão que supera obstáculos.

A beleza está no fato de a história ser real. Em 1986 um time de futebol de garotos que moravam numa vila flutuante, ao sul da ilha Koh Panyee, na Tailândia, adoravam assistir a partidas de futebol e queriam muito praticar o esporte. A vila flutuante ficava no meio do mar e não tinha sequer um centímetro quadrado de solo onde se pudesse construir um campinho, por isso, os esportes locais eram só corrida de barco e pescaria. Foi então que surgiu a ideia: um campo de futebol flutuante.

Os meninos tiveram muita dificuldade pra jogar futebol nessas condições. Primeiro que a bola sempre caía na água e eles tinham que mergulhar para pegá-la. Segundo que o campo ficava sempre molhado. E ainda tinha o problema dos pregos nos pés.

O resto você acompanha nas imagens. Eles transgrediram as regras e, criaram soluções baseadas na inteligência e na paixão e acabaram inspirando muita gente. Uma história que ficou pra sempre e fez a diferença." (Rosana Hermann)


Um bom exemplo de que, falar de histórias de Pessoas, é falar de futuro!

Abraços saudáveis

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Lute por aquilo em que acredita!

Escrevi hoje no Facebook:

Excelente vídeo (clique aqui para assistir - 3 minutos e meio) para nos incentivar a lutar por aquilo em que acreditamos, e sentirmos a força, que a família pode-nos dar, nos momentos em que mais precisamos dela!

Abraços saudáveis

sábado, 22 de janeiro de 2011

"Portugal é um país que poderia não ter existido" se os nossos antepassados tivessem ficado em "casa", esperando soluções para os problemas da altura!


Dizia o professor Rui Ramos há poucos dias, a propósito de soluções para Portugal:

- Portugal é um país que poderia não ter existido(...)!

E explicou que somos poucos milhões, num país de dimensões pequenas, inserido num palco que testemunhou várias guerras, etc.

Na véspera de mais uma eleições presidenciais, vale a pena pensar no título que dei a este post:

"Portugal é um país que poderia não ter existido" se os nossos antepassados tivessem ficado em "casa", esperando soluções para os problemas da altura!

e relembro que até há muito poucos anos:

- as condições de saneamento básico não eram as que temos hoje, com todas as suas implicações negativas
- não havia internet que minimiza a importância e a distância de sermos "pequenos" e periféricos
- não beneficiávamos da riqueza da nossa cortiça, do vinho do porto, .....
- não havia milhões de turistas, querendo saber onde vão passar as suas próximas férias,

só para mencionar exemplos mais óbvios e que todos conhecemos.

Por isso, amanhã, acredite que a sua participação, consciente, pode fazer a diferença e contribuir para que Portugal faça o que precisa ser feito e possa continuar a existir, por muitos e muitos anos.

Abraços saudáveis

ps: claro que a partir de segunda feira, precisa também fazer a sua parte, como pai/mãe, cidadão, trabalhador/empresário, porque apenas votar e voltar para o sofá, só por si, de pouco serve!

terça-feira, 16 de novembro de 2010

"A emoção me faz chorar, a tristeza me faz crescer!" - entendam bem o valor de resgatarmos as histórias das empresas através das Pessoas!


Sou um privilegiado!

Desde há poucos meses, um dos meus desafios profissionais, é levar as empresas a entenderem a importância de resgatarem a sua história, através das histórias dos seus fundadores, accionistas, colaboradores, clientes, etc, para que possam usar esse Activo Intangível para alinharem estratégias com base naquilo que são os reais Valores da empresa , unirem as Pessoas (colaboradores e outros stakeholders) numa mesma direcção, fidelizarem (potenciais) clientes e talentos, reforçarem o sentimento de orgulho em torno de um projecto corporativo, gerirem a sua reputação em momentos difíceis, etc.

Deixo-vos com o depoimento da D. Virgínia (vídeo com pouco mais de 4 minutos), relembrando que as empresas são feitas de Pessoas e estas Pessoas podem passar por situações menos fáceis, algumas destas, acabando por fazer integrante da história da própria empresa, seja aquela (Pessoa), colaboradora ou qualquer outro stakeholder, ou dito de outra forma, histórias individuais (simpáticas ou menos fáceis) fazem parte das histórias das empresas, e, estas têm muito a ganhar, se souberem resgatar, comunicar e gerir, aquelas (histórias) que possam fazer a diferença em decisões estratégicas futuras.

Abraços saudáveis


quinta-feira, 28 de outubro de 2010

"O que ajuda a ter sucesso na vida: conhecer e procurar melhorar as suas fraquezas ou conhecer e desenvolver os seus pontos fortes?" (última parte)

... continuação

"Quando um colaborador é confrontado com algo de negativo no seu desempenho, uma resposta emocional negativa tende a ocorrer. A amígdala, o orgão responsável pela memória emocional, é activada; e perante o contexto de perigo, o processo fisiológico do "stress" desencadeia-se, conduzindo a descargas hormonais como a adrenalina e o cortisol, que geram o desconforto típico das emoções negativas e conduzem a uma inibição cortical. Ou seja, o indivíduo bloqueia, já deixa de ter acesso às funções corticais superiores à resolução criativa de problemas, ao raciocínio lógico-dedutivo, competências frequentemente esperadas para resolver "o problema" que lhe é apresentado. Em vez disso, o colaborador activa os seus mecanismos de defesa e vê-se apenas capaz de responder com base na experiência anteriormente aprendidas de e tomadas automáticas.
Há, contudo, uma aprendizagem importante com que o confronto com o o fracasso lhe permite fazer: Medo. O medo de fracassar outra vez e voltar a passar pelos sentimentos negativos que as descargas hormonais do "stress" o fizeram vivenciar. É este medo que o levará a produzir mais comportamentos defensivos nas experiências seguintes, e que reduzirá a sua proactividade. É o sentimento de não ter sido capaz que reduzirá o seu sentido de competência.
(...)
Richard Branson, (...) é conhecido entre os seus colaboradores como "Dr. Yes", isto porque, (...) apresenta constantemente uma atitude positiva perante qualquer dificuldade, estimulando os seus colaboradores a contornarem o "não", procurando a resposta que leve ao "sim, é possível"
(...)
É reconhecido que desde a Segunda Guerra Mundial o campo da psicologia se tem focado sobretudo em resolver as fraquezas e a tratar as perturbações psicológicas. Os estudos sobre o funcionamento cerebral e o papel da felicidade na optimização do capital humano - que tem ocorrido nas últimas duas décadas - deu origem ao emergir do movimento da "Psicologia Positiva", que promete uma revolução no papel das organizações e, em particular, no papel do líder.

Deste espera-se uma liderança transformacional e o estímulo da motivação intrínseca dos indivíduos que compõem as suas equipas, alicerçando a sua acção no reforço e no desenvolvimento do talento, através do "feedback" positivo atento e constante, do aumento da autonomia, da introdução de práticas , sustentando a criatividade e encorajando a rede de trabalho.

Um grande desafio para os líderes da segunda década do século XXI: libertarem-se dos medos, descobrirem e desenvolverem as suas forças , desenvolverem uma atitude positiva relativamente às competências das suas equipas, serem hábeis a identificar o talento e a fazê-lo florescer, tornando-se mestres de uma comunicação assente na linguagem positiva e no entusiasmo, que ajude cada elemento a tornar-se autor da sua própria história de sucesso." (Fonte: revista Human)

Caro leitor, na sua empresa vive-se o clima mencionado nos primeiros dois parágrafos ou nos últimos quatro?

A sua resposta será um excelente indicador do (in)sucesso do projecto profissional do qual você faz parte.

Boas decisões (especialmente para os líderes!) e...

Abraços saudáveis