segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Simone Lucie-Ernestine-Marie Bertrand de Beauvoir faria hoje, 9 de Janeiro, 110 anos. A filósofa existencialista, nascida em Paris, tornou-se num ícone do feminismo pelas análises que fez ao papel da mulher e do quão distante este estava ainda de conquistar a igualdade


No passado dia 9 de Janeiro, publicámos no Facebook, no mural do Projeto Memória :

Simone Lucie-Ernestine-Marie Bertrand de Beauvoir faria hoje, 9 de Janeiro, 110 anos. A filósofa existencialista, nascida em Paris, tornou-se num ícone do feminismo pelas análises que fez ao papel da mulher e do quão distante este estava ainda de conquistar a igualdade.

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quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

"Édouard Manet visitou esta tapada em 1859, e diz-se que foi aqui que se inspirou para pintar a sua famosa obra “Le déjeuner sur l’herbe”, agora exposta no Musée d’Orsay em Paris."


Publicámos no Facebook, no mural do Projeto Memória :


O Palácio das Necessidades não está aberto ao público mas o jardim (tapada) ao lado sim.
O local era frequentado por monarcas, que adoravam fazer picnics.
Há vários exemplos de árvores raras, vindas das Américas, Ásia e África.
Édouard Manet visitou esta tapada em 1859, e diz-se que foi aqui que se inspirou para pintar a sua famosa obra “Le déjeuner sur l’herbe”, agora exposta no Musée d’Orsay em Paris.

Imagem: lifecooler

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quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

"“Além de mim, todos os concorrentes desenharam um telhado que se assemelhava ao Monte Fuji. Mas achei que era impossível competir com a montanha que estava logo à frente, então fiz o contrário", comentou a Shigeru durante entrevista para o site designboom.”




Publicámos no Facebook, no mural do Projeto Memória :

“Shiregu Ban inaugura museu em homenagem ao Monte Fuji
Estrutura revestida de madeira tem formas curvas e garante vista panorâmica para a famosa montanha japonesa

Cartão postal mais famosos do Japão, o Monte Fuji foi eleito, em 2013, um dos patrimónios mundiais da humanidade. Como forma de celebração, em 2014, o arquitecto Shiregu Ban foi seleccionado para criar um centro em homenagem à montanha. E, desde então, aguardamos ansiosos a inauguração da engenhosa estrutura cónica, que tem como ambição ajudar as futuras gerações a compreender e observar a importância do monte.
Os quase quatro anos de espera não foram em vão. Pouco antes de 2017 acabar, a cidade de Fujinomiya, no Japão, impressionou o mundo ao abrir as portas do Mt. Fuji World Heritage Centre. O complexo de 4,3 mil metros quadrados tem 5 andares que abarcam tudo que um museu exige, desde cafés, até salas de exposições, teatro e, claro, uma sala de observação com vista privilegiada para o venerado vulcão.
Mais do que ver e aprender sobre o Monte Fuji, os visitantes têm também a chance de “escalar” a simétrica montanha, sem sair do complexo. O truque se dá graças à uma rampa em espiral com 193 metros de inclinação - projectada por Shigeru para que todos pudessem experimentar a sensação de subir a montanha em si.
O projecto de Ban foi seleccionado após uma competição com outras 237 propostas e, segundo ele, se destacou pelo seu curioso formato – que lembra a própria montanha, mas invertida. “Além de mim, todos os concorrentes desenharam um telhado que se assemelhava ao Monte Fuji. Mas achei que era impossível competir com a montanha que estava logo à frente, então fiz o contrário", comentou a Shigeru durante entrevista para o site designboom.”
Fonte: Casa Vogue (Globo)
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quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

"A reforma do calendário juliano entrou em vigor no dia 1 de janeiro do ano 45 a.C., tornando o calendário romano num calendário solar, alinhado pelas estações do ano, à semelhança do calendário egípcio já então em vigor. Uma das principais características passou por fixar o calendário anual em 365 dias (...)."


Publicámos no Facebook, no mural do Projeto Memória :

"A reforma do calendário juliano entrou em vigor no dia 1 de janeiro do ano 45 a.C., tornando o calendário romano num calendário solar, alinhado pelas estações do ano, à semelhança do calendário egípcio já então em vigor. Uma das principais características passou por fixar o calendário anual em 365 dias (...)."

Fonte: HISTÓRIA

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quarta-feira, 3 de janeiro de 2018

Louvre Abu Dhabi


Publicámos no Facebook, no mural do Projeto Memória :

Louvre Abu Dhabi
Foto: Mohamed Somji


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