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sábado, 7 de novembro de 2009

Carro movido a ar


O vídeo abaixo com uma duração inferior a 4 minutos exemplifica bem que já existem soluções (ou podem surgir a curto prazo, se devidamente apoiadas e publicitadas!) para usufruirmos de uma comodidade legítima com um impacto mínimo no planeta Terra que, como alguém muito bem disse, "tomamos emprestado dos nossos filhos" e, como é óbvio, queremos devolver nas mesmas condições em que o recebemos.



Se uma porcentagem mínima da população tomar consciência deste tipo de soluções, maximizaremos a probabilidade de conseguir que aquilo que nos "faz bem" não morra no papel para não prejudicar os interesses defendidos por alguns lobbies , que os colocam acima daqueles (interesses) de todos nós!

Contribuir para que estes projectos sejam apoiados e incentivados por aqueles que escolhemos para nos governarem, é contribuir para a nossa Qualidade de Vida!

Abraços saudáveis (movidos com o ar que respiramos!)

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

"Empresas ajudam funcionários a poupar para o futuro"

Na sequência do artigo "Poupar para dar aos que merecem [incluindo nós próprios]", considerei importante a seguinte informação divulgada pelo Grupo (brasileiro) Qualicorp:

"A maioria das empresas acredita que ser facilitadora na garantia da previdência dos funcionários é um de seus maiores papéis, segundo pesquisa realizada pela consultoria Mercer realizada em 33 países. A notícia é do site InfoMoney.

Dados mostram que 55% das companhias encorajam os funcionários a pensar na sua aposentadoria com maior responsabilidade, oferecendo programas educativos que permitam a tomada de decisão consciente.
(...)
Porém, para a líder da Mercer, Barbara Marder, nem todos os funcionários estão prontos para fazer isso por sua própria conta, tendo em vista que se acostumaram com a segurança financeira proporcionada, em outra época, pelas empresas e pelo governo."

Alguns comentários:

- tenho algumas duvidas que uma percentagem tão grande de empresas encoraje de uma forma efectiva os seus funcionários nesse sentido (falar é fácil mas implementar de uma forma sustentada e com resultados é outra coisa!)

- talvez a nota mais importante seja a conclusão da Barbara Marder, descrita no último parágrafo.
Considero preocupante a mentalidade de muitos colaboradores, ao ainda acreditarem na "segurança financeira proporcionada, em outra época, pelas empresas e pelo governo."

- os meus leitores sabem que sou defensor que as empresas invistam no seu capital mais precioso, as pessoas, mas numa lógica de "ensinar a pescar" e não apenas dar o "peixe". Além disso qualquer política de gestão de talentos, tem de ser compatível com a gestão do fluxo de caixa e da geração sustentada de resultados.

- é óbvio que existem empresas que conseguem, entre outros benefícios, contribuir financeiramente para a previdência aos seus colaboradores mas tendo em conta a realidade da maior parte do tecido empresarial português, brasileiro (e não só!), já é suficientemente relevante, que cada empresa possa servir de canal privilegiado para promover e incentivar a tal definição de prioridades de cada um (e respectiva família), onde a protecção pessoal financeira incluindo a reforma (aposentadoria), ocupem um lugar proporcional à sua importância actual e futura na Qualidade de Vida dos primeiros!

Os tempos são outros e cada um de nós tem que fazer parte da solução (sem negar a quota-parte das nossas empresas)!

Abraços saudáveis

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

"Poupar para dar aos que merecem [incluindo a nós próprios!]"


Sexta feira dia 30, foi o dia da poupança. Tal como ter saúde, no fundo é ter uma poupança do nosso sistema imunitário para podermos usá-lo mais tempo e numa idade em que mais precisaremos dele, reforçarmos o nosso sistema imunitário financeiro é algo que, em conjunto com o activo saúde nos possibilita conseguir uma melhor Qualidade de Vida presente e futura.

Mas como poupar (em saúde e financeiramente falando) é algo lógico mas que poucos o conseguem fazer e em quantidade suficiente, publico hoje mais um excelente editorial do jornal Destak, escrito pela sua directora, Isabel Stilwell. Quem sabe, por via indirecta, consiga o efeito desejado que é o de levar os meus leitores a decidirem por eles próprios, a mudarem alguns dos seus comportamentos nesta matéria. Boa leitura!

"Poupar para dar aos que merecem. Hoje é o dia em que nos mandam poupar. Como poupar dinheiro é para a maioria de nós uma impossibilidade, porque o dinheiro nem chega até ao fim do mês, temos que ser mais criativos no conceito. Se me deitasse no divã de um psicanalista e ele me pedisse para dizer tudo o que associava à palavra Poupar, acho que eram estas as ideias que saltavam de imediato.

POUPAVA EM CHATICES Há tantas coisas com que nos angustiamos
que não valem a pena. Desconfio que nos preocupamos com o irrelevante, para não pensar no que realmente dói. É uma defesa, mas o saldo acaba por ser negativo.

POUPAVA EM TRÂNSITO Não há nada que roube mais qualidade de vida do que as horas passadas em engarrafamentos. Não estamos no emprego, não estamos com os nossos filhos, e sentimo-nos em falta para com todos. Para não falar na inflamação do músculo da perna da embraiagem, de tanto
“pára-arranca”.

POUPAVA EM PAZ PODRE O tempo que se perde a evitar um conflito, que resolvia de uma vez o problema, é imenso. Se ao menos metêssemos na cabeça que um conflito bem gerido é mil vezes preferível à paz podre, poupávamos muita ansiedade e irritação.

POUPAVA EM MANTEIGA É mentira, não poupava nada. Nem no pão quente. Poupava era em dias de trabalho. Queria mais dias para piqueniques e para jardinar.

POUPAVA NOS MAUS Como diz Eduardo Sá sempre que gastamos a nossa bondade com pessoas más sobra menos para
as boas. Vendo bem, a frase aplica-se a todas as nossas escolhas."

Agora, só falta saber por onde quer começar a poupar. Depois de ganhar algum embalo, as restantes "modalidades" tornar-se-ão mais fáceis de concretizar!

Abraços saudáveis

domingo, 4 de outubro de 2009

Era tão barato que resolvi subscrever!


No módulo de reforço do "sistema imunitário financeiro", parte integrante do programa global do nosso programa de Qualidade de Vida, procuro apresentar soluções que satisfaçam as reais necessidades das famílias dos meus (potenciais) clientes e hoje considerei importante comentar algo sobre decisões que considero precipitadas por parte de inúmeras pessoas com quem converso sobre este tema.

Subscrever apólices de seguros de vida ou de acidentes pessoais por telefone, significa comprar um produto padrão que não tem em conta a realidade sócio-económica da família da pessoa segura e só por mera coincidência as coberturas contratadas serão aquelas que em caso de necessidade, estarão ao nível das legitimas expectativas de quem supostamente deveria vir a beneficiar delas.

Naturalmente, um trabalho de consultoria personalizada (sem encargos e qualquer compromisso!), com a responsabilidade que é criada no profissional que tem um nome e dá a cara ao seu (potencial) cliente, permitirá apresentar uma proposta diferenciada, face a alguém que por telefone, tem apenas como objectivo, atingir as metas pessoais que as respectivas chefias lhe apresentaram.

Querem ver um exemplo real que deixa claro que vale a pena investir uns minutos do nosso tempo para cuidarmos deste assunto, com alguém em quem sintamos confiança?

O filho de um amigo meu, com 25 anos de idade, disse-me que recentemente fez um seguro de vida muito barato (Eur 6,13 por mês) com um cobertura de EUR 50.000 em caso de morte ou de Invalidez Absoluta e Definitiva (IAD).

Fiquei satisfeito por alguém relativamente novo, já ter a mentalidade de contratar um plano de protecção que em caso de morte ou invalidez (IAD) possa assegurar durante algum tempo, a continuidade do nível de vida da sua mulher e do seu filho de apenas 3 meses, até outras soluções poderem vir a ser colocadas em prática.

Mas paremos para pensar em conjunto:

- IAD, significa uma grau de invalidez de 100%, o que na realidade define um nível de invalidez onde não temos sequer autonomia para fazermos as nossas necessidades básicas.

- o que a teoria das probabilidades nos diz é que o tipo de invalidez que mais nos deveria preocupar é invalidez total e temporária (ITP), onde na grande maioria dos casos, não poderemos continuar a desempenhar plenamente as funções que até então desempenhavamos, mas conseguiremos ser autónomos para satisfazer as nossas necessidades básicas e até para realizarmos outros tipos de tarefas/profissões.

Assim sendo, o tal filho do meu amigo, poderá pagar muitos anos por um seguro barato, mas em caso de doença ou acidente grave, com uma grande certeza, não irá beneficiar dos tais EUR 50.000!

Se tivesse consultado um consultor sério e profissional (infelizmente nem sempre o são e daí a sugestão de escolherem alguém que vos mereça confiança!), com certeza ele ter-lhe-ia dito que existem soluções para o mesmo capital (EUR 50.000) cobrindo morte ou ITP a partir de 60% de incapacidade, por um valor mensal de EUR, 8,03 ou seja uma diferença de apenas EUR 1,91.

Explicando de outra forma, se você tem um Jeep (carro pesado) e compra um macaco barato no hipermercado, você pode até sentir que está preparado para um furo no meio da estrada, mas quando precisar de usá-lo, vai ver que o macaco não tem força suficiente para levantar o Jeep, o que na realidade significa que durante o tempo que intermediou a compra do macaco e a necessidade de usá-lo, você sentiu-se protegido mas na realidade era apenas uma ilusão.

Em jeito de conclusão, diria que cada um de nós, deve dedicar uns minutos por ano (sim bastam uns minutos) para trocar ideias sobre planos de protecção pessoal, com alguém que está ali para ajudá-lo num momento em que não esteja pressionado pelo seu banco para fazer o seguro associado ao crédito de habitação que quer fazer, nem no meio de um telefonema onde quer despachar a conversa e os valores até lhe parecem interessantes, etc.

Espero sinceramente ter conseguido que cada leitor meu, dê o devido valor a este assunto, até por que continuamente, infelizmente, vejo caso de pessoas cada vez mais novas, que julgavam que com elas nada lhes aconteceria tão cedo, a terem AVCs, algum tipo de cancro, enfartes, acidentes de carro, de mota, em actividades extra profissionais, etc e nesses momentos, o que menos precisam de ter, é um desiquilíbrio grave nos seus orçamentos domésticos (ou daqueles que ficam em caso de falecimento).

Ter um bom sistema imunitário financeiro, também é sem dúvida, ter mais Qualidade de Vida!

Abraços saudáveis

sexta-feira, 25 de setembro de 2009

"E de repente já andam"


Começo por agradecer aos meus leitores, os simpáticos comentários sobre o artigo Como colocar uma criança de castigo? Gostava muito que os comentários fossem publicados directamente no Blog!

Hoje, ainda falando sobre crianças, chamo a atenção para a (falta de) gestão de prioridades que a sociedade e cada um de nós, continua a teimar em não conseguir/querer optimizar.

Para tal socorro-me de um artigo publicado no passado dia 23 deste mês, no jornal metro, com o título mencionado em epígrafe.

"Pais são cada vez mais ausentes e perdem crescimento dos filhos

Primeiros passos são testemunhados através de fotos e vídeos feitos pelas creches.

A vida agitada no trabalho, a acumulação de empregos para conseguir sobreviver ou a ânsia de ir mais longe na carreira[eu acrescentaria também uma deficiente gestão da logística nas grandes cidades] deixam, muitas vezes, os filhos para segundo plano.

Tendo em conta que as crianças passam cada vez mais tempo em creches e jardins-de-infância do que em casa, a máquina fotográfica é, nos dias de hoje, uma ferramenta indispensável para as educadoras.

A solução não é a melhor mas as fotos e vídeos disponíveis na internet são a alternativa possível para que os pais possam acompanhar a primeira vez que o filho falou ou se equilibrou em pé sozinho. Momentos históricos que, no corre-corre do dia-a-dia de outra forma lhes passaria ao lado.


Passo a passo.
"É oficial: Estou a andar com doze meses." A frase aparece registada no "Caderninho Vai e Vem" do bebé, onde uma foto colorida comprova a proeza assistida pela directora e educadora de infância da creche Jardim dos Catraios.

"Há uns pais que, quando chegam para vir buscar os filhos, parecem mais ansiosos em ver o caderninho. Querem saber o que é que aconteceu durante o dia", conta a directora da creche de Faro Cátia Girão.


No Jardim dos Catraios "há muitas crianças que ficam entre dez e doze horas por dia". Por isso, ali todos têm um "Caderninho Vai e Vem", em que as educadoras registam acontecimentos importantes [ estes caderninhos também existem em Escolas onde as crianças ficam um número de horas adequadas!] . A ideia partiu da directora que sabe que que é na creche que muitas vezes os bebés coemçam a comer sozinhos ou "decidem" trocar a fralda pelo bacio. E estes são momentos cada vez mais presenciados pelas educadoras e menos pelos pais, que pouco tempo passam com os filhos.


"O ideal seria que os pais pudessem acompanhar mais o filhos, que são um factor fundamental para o crescimento harmonioso da criança", lembra o padre Lino Maiam presidente da Confederação das Instituições de Solidariedade Social.


No mundo de hoje, em que o dia parece não ter horas suficientes para se fazer tudo, as crianças são quem mais sofre com a vida agitada dos pais

Figura parental. O psicoterapeuta e neuropsicólogo Vasco Catarino Soares explica que frequentar uma creche tem as suas vantagens, uma vez que "proporciona à criança algum contacto com outras crianças de idades semelhantes e com outros adultos, o que ajuda ao desenvolvimento das relações extra família ou sociais". No entanto sublinha o especialista, "numa fase inicial da vida, a criança precisa muito mais dos cuidados, atenção e carinho das figuras parentais. Por isso dizemos que é positivo frequentar a creche mas que é muito mais importante o contacto com as figuras de cuidado mais próximas" (Raquel Madureira com Agência Lusa).


60 segundos com...

Isabel Empis

Que influência tem este afastamento dos pais, numa fase tão crucial para as vidas das crianças?

Da pior que há. Há crianças que vivem sempre com os pais em casa, mas em que a presença do pai e da mãe é "ausente".

Há falta de diálogo e falta de reconhecimento da presença da criança. Os pais têm de aprender - ou reaprender - a ter meia hora de prazer com as crianças. Olhar para elas, mas vê-las. Os tempos de hoje fizeram com que se substitua a intimidade pela eficácia.


O que aconteceu com aos avós? Perderam o seu papel no crescimento e nos primeiros passos dos netos para as creches?

O contacto com os avós, o contacto entre gerações, faz imensa falta às crianças para dar continuidade à transmissão dos valores. Hoje em dia vivemos numa sociedade que julga e na qual, antes da criança ser, já tem que parecer. (R.M)


12 hora por dia no infantário

Consequências. Passar demasiado tempo na creche pode deixar as crianças deprimidas, provocar sentimentos de abandono e baixa auto-estima. Os pedopsiquiatras defendem que seis horas diárias são o limite razoável, mas muitos meninos chegam a ficar o dobro.

Ao final do dia, os sitomas de muitas horas no infantário começam a revelar-se. "Estão cansados de nos ver, ficam irrequietos, começam a choramingar e a agredir-se uns aos outros", explica Marisa Duarte, educadora e directora da creche Beira-Rio Kids, onde a maioria das crianças passa dez horas por dia.


Deprimidas. Para o pedopsiquiatra Eduardo Sá, estes casos de "revolta" são os mais saudáveis. "Já as crianças que toleram tudo são, normalmente, as que já se cansaram de lutar: estão deprimidas", sustenta o especialista.

Defendo como limite razoável seis horas diárias, Eduardo Sá lembra que "dramaticamente" há muitas crianças que passam 12 horas numa creche. "Passam tempo de mais num berço, a olhar para um móbil que se movimenta num efeito hipnótico", lamenta o especialista.


Noite dentro.
Há creches que têm prolongamento de horário, outras funcionam por turnos e há até algumas onde as crianças podem ficar até à meia-noite ou toda a madrugada"


Vale a pena pensar sobre esta realidade e fazer algo sobre ela!


Abraços saudáveis

domingo, 6 de setembro de 2009

"O cultivo da coragem"


Mais um excelente artigo (clique aqui para lê-lo na íntegra) publicado pela jornalista Cristiane Segatto, digno de ser partilhado com os meus leitores.
Aqui ficam alguns trechos elucidativos do seu conteúdo:

"Sinto uma enorme atração por um certo cientista. Ele tem 85 anos, (...) seu nome é Paulo Vanzolini.
(...)
Na carreira paralela, Vanzolini é autor de músicas muito conhecidas. As principais são “Ronda” e “Volta por cima”. Adoro a mensagem inspiradora que esse samba nos oferece:

“...Reconhece a queda e não desanima
Levanta, sacode a poeira
E dá a volta por cima”
(...)
Estava no cinema um dia desses e vi um trailer do filme. O que me cativou foi o julgamento que o sambista faz sobre “Volta por cima”, sua música mais famosa.

“Ela tem um fracasso”, diz Vanzolini. “Ninguém entendeu que o importante não é dar a volta por cima. É reconhecer a queda”.

Fui para casa com Vanzolini na cabeça. Como é importante reconhecer a queda! E como é impressionante perceber que pouca gente consegue fazer isso.

Das pessoas que você conhece, quantas são capazes de dizer “Errei”? Quantas assumem isso publicamente? Quantas reconhecem o fracasso? A decadência. A queda.

Reconhecer a queda é o primeiro passo para se recuperar. Para aprender com os erros e seguir em frente. Conversei sobre isso nesta semana com o psicólogo Julio Peres. Ele fez pós-doutorado no Centro de Espiritualidade e Mente da Universidade da Pensilvânia, nos Estados Unidos. Está lançando o livro Trauma e Superação: O que a psicologia, a neurociência e a espiritualidade ensinam.

Um dos capítulos do livro se chama Dar a Volta por Cima. É um sinal de que a expressão eternizada por Vanzolini está grudada nos nossos corações e mentes. Virou patrimônio nacional.

Resiliência é um outro termo que expressa essa capacidade de recuperação. Vem da Física e se refere à capacidade que um corpo tem de sofrer uma deformação pela ação de um agente externo. E depois voltar à forma natural.

Quando damos um soco com toda força num travesseiro, depois de um tempo ele retorna à forma original sem sofrer grandes estragos. Algumas pessoas têm mais resiliência emocional. São as que reconhecem a queda e dão a volta por cima. Mas a resiliência é uma qualidade que pode ser aprendida.

Segundo Peres, há alguns fatores que favorecem essa capacidade. São mais resilientes as pessoas que:

· acreditam em si mesmas e na capacidade de influenciar as pessoas com quem convive

· conseguem tirar lições de eventos positivos e também dos negativos. “São pessoas que constroem um aliança de aprendizado com a adversidade”, diz Peres

· são cooperativas. Não estão focadas apenas no próprio bem-estar, mas nos benefícios que podem trazer aos que estão por perto

· têm espiritualidade. Não se sentem sozinhas

Como assim? Isso quer dizer que os ateus não podem ser resilientes? Não é bem isso. “O sujeito pode ser ateu e, mesmo assim, não se sentir desamparado”, diz Peres. “Quem se sente amparado supera os traumas mais facilmente”, diz.

Quando sofrem um trauma, as pessoas se sentem covardes em relação ao evento que o produziu. Quem sofre um grave acidente de trânsito, resiste a entrar em um carro novamente. Quem é traído pelo melhor amigo resiste a criar laços duradouros. “Quem passa pela dor, costuma ficar em silêncio”, diz Peres. “O silêncio potencializa o trauma”.

Falar. Contar e recontar a história ajuda o sofredor a amenizar a ansiedade e substitui-la por coragem. Quando a pessoa conta a história pela primeira vez, a narrativa é toda carregada das sensações pesadas que ela sofreu. Conforme conta e reconta, a carga emocional vai sendo amenizada.

“Devemos contar a história tão bem quanto possível”, afirma Peres. “É muito importante contá-la a quem possa ouvir sem fazer julgamentos”, afirma. Se a pessoa não tiver acesso a um psicoterapeuta, deve contar a história a um familiar, um amigo, um líder religioso.

Em 2007, Peres publicou um interessante estudo sobre os efeitos neurobiológicos da psicoterapia. O trabalho saiu no periódico científico Journal of Psychological Medicine. Dezesseis pacientes que haviam sofrido algum tipo de trauma foram divididos em dois grupos. Um deles foi submetido a sessões de psicoterapia. O outro, não.

Estudos de neuroimagem realizados no início do estudo e dois meses depois revelaram importantes diferenças. O cérebro das pessoas que fizeram terapia apresentavam mais atividade no córtex pré-frontal. Essa área está envolvida na classificação das experiências. É a região que nos faz atribuir significado ao que vivemos.Verificou-se também menos atividade na amígdala, a área do cérebro relacionada à expressão do medo.

Enquanto conversava com Peres, comecei a pensar nas pessoas que sofrem de estranhas fobias e nas formas de tratamento que podem ajudá-las. Uma delas é a terapia cognitivo-comportamental. Por meio de várias técnicas, a pessoa é exposta, aos poucos, à situação que lhe assusta. Quando ela percebe que nada de mal lhe acontece, sua ansiedade diminui. Está aberto o caminho da superação.

Vanzolini não sabe. Mas ele também me ajudou nisso. Há oito anos, resolvi entrevistá-lo. Para passar algumas horas ouvindo as histórias dele eu teria de pagar um alto preço: enfrentar meu pavor de cobras. Resolvi apostar, mas não imaginava que a experiência seria tão marcante.
(...)"

Todos nós damos as nossas quedas na vida e este artigo, é uma luz sobre como agir nesses momentos, para minimizarmos os impactos negativos e maximizarmos a probabilidade de voltar à superfície no mais curto espaço de tempo e, se possível, em melhores condições para enfrentar os próximos desafios.

Abraços saudáveis

sábado, 5 de setembro de 2009

"Redes Sociais ou a sociedade em rede?"


Lendo os "posts" de um fórum virtual (não o coloco aqui por que é fechado a membros do The Star Tracker), sobre "a reclamação em vídeo ou contra-publicidade", acabei por encontrar o artigo abaixo, publicado pela Margarida Ferreira, intitulado "Redes Sociais ou a sociedade em rede?", cujo conteúdo achei interessante partilhar com os meus leitores, uma vez que defende , mesmo em pleno século XXI, que com toda tecnologia ao nosso dispor, quem continuará a fazer (ainda mais!) a diferença, nas empresas [e não só!], são as Pessoas (People).

"De há uns tempos para cá tenho ganho a convicção de que o que fará a diferença será cada vez mais o "P" de "People"; quanto aos outros "P", o seu papel será cada vez mais instrumental, logo, com um peso cada vez menor na capacidade de "fazer a diferença" no sucesso do negócio. As pessoas, não como "massas", como Individuos, com uma capacidade crescente de aceder à informação, e mais importante do que isso, com voz. Ao mesmo tempo, espanta-me que as áreas de Marketing, de onde se esperaria que saíssem, em antecipação, as evoluções de paradigma, continuam a agarrar-se (diria, desesperadamente, mesmo...) às soluções de sempre... Se a sociedade evoluiu, a maneira de comunicar terá também de evoluir... Não estou a falar de colocar umas popups nuns sites, ou, o que mesmo assim já é um bom passo... as Marcas terem perfis no Facebook que lhes permitam estar à conversa com o consumidor... Estou a falar de uma verdadeira lógica de rede. As empresas, têm que começar a (re)pensar os seus negócios, sobretudo ao nível dos processos e das abordagens aos cliente e consumidores de acordo com as novas formas de organização e de interacção da sociedade. A sociedade, quase todos nós, estamos, hoje, ligados em rede. Dentro da organização cada colaborador é um múltiplo touchpoint com o exterior... ... E é justamente neste contexto, e porque estamos num período de"crise" que as empresas mais têm descurado a motivação e o sentimento de pertença dos seus colaboradores. Há até as que estão, sob este pretexto, a fazer exactamente o contrário... Mas a verdade é que sendo incontrolável o que se escreve, diz e comenta sobre as empresas e as marcas, e sendo certo que todas as empresas têm elas próprias colaboradores que, também eles, estão nas redes sociais, nos fóruns, etc... estamos agora no tempo em que as empresas têm que "arregimentar" os seus colaboradores. Em alguns países está a começar-se a fazer trabalhos interessantes no sentido de alinhar o "personal Marketing" dos colaboradores com os objectivos da empresa... Ganha-se na valorização dos colaboradores, no feedback e na aproximação aos consumidores..."

... ou seja, estamos a falar de modelos que agregam valor (lucro sustentado, valorização, conhecimento, fidelização, integração, tempo, comodidade, inovação, etc) para os accionistas, colaboradores, clientes, parceiros de negócio e à própria comunidade.

Abraços saudáveis

domingo, 9 de agosto de 2009

"DINHEIRO NÃO É TUDO"


Poucos dias depois de ter regressado a Portugal, tive o enorme prazer de ler um dos números da revista GINGKO e de imediato, senti estar perante uma publicação que nos faz bem, que retrata o lado positivo da vida (real e de uma forma geral acessível ao comum dos mortais) e, por isso mesmo, acaba por contribuir para melhorar a nossa Qualidade de Vida.

E vou mais longe, estamos perante um projecto editorial que deveria ser aproveitado por aquelas empresas que investem no seu recurso mais importante, os seus talentos ou por empresas cujos produtos ou serviços, tenham a ver com Bem Estar, Qualidade de Vida, Saúde, etc, onde nas suas salas de espera, deveriam ter alguns exemplares da revista GINGKO em vez de apenas revistas chamadas "cor de rosa", que pouco ou nenhum valor agregam aos seus clientes.

Deixo-vos hoje com o tema de capa do último número (Ago/Set 2009), intitulado "DINHEIRO NÃO É TUDO" no qual tive a honra de participar para falar sobre o tema específico "Dinheiro versus felicidade":

clique aqui para acessar ao artigo principal

clique aqui para ler as minhas respostas

Aos responsáveis de Recursos Humanos, chamo a especial atenção do impacto desta revista para o tão desejado "EQUILÍBRIO PESSOAL, PROFISSIONAL E AMBIENTAL" que com certeza proporcionará um retorno interessante aos próprios accionistas.

Abraços saudáveis

domingo, 2 de agosto de 2009

"10, 20 ou 30 mil euros"... 8 anos depois!


Desde 2006, incentivo as pessoas a terem um sistema imunitário fortalecido e este ano acrescentei à minha actividade, um módulo que alarga esse princípio ao nosso "sistema imunitário financeiro".

Como casos reais, muitas vezes valem mais do que mil palavras, socorro-me de uma notícia publicada no jornal Diário de Notícias do passado dia 24 de julho, para demonstrar que em Portugal (no Brasil, o panorama é idêntico!), se não tivermos uma carteira de seguros adequada às reais necessidades actuais da nossa família nesta matéria, não poderemos contar com a celeridade da justiça para fazer valer os nossos direitos em caso de acidentes causados por terceiros.

E apesar de conhecedor da exiguidade do rendimento disponível da grande maioria das famílias, faço questão de realçar que a maioria dos prémios pagos pelos meus clientes varia de 300 a 2000 euros por ano (algo como entre menos de 1 até 5,5 euros por dia, para melhor visualizarem que não estamos a falar de cenários impossíveis!)

Agora vejam por que acredito naquilo que defendo nas minhas conversas individuais (para ler a notícia na íntegra, sobre os doentes que cegaram depois do tratamento no Hospital Santa Maria, clique aqui ):

"Em caso de culpa hospitalar [pior ainda se o hospital vier a ser absolvido] e danos irreversíveis, doentes podem aspirar a indemnizações da ordem dos 30 mil euros. (...)

Os doentes que perderam a visão na sequência do tratamento recebido no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, poderão ter de esperar oito anos em tribunal por uma indemnização da ordem dos 30 mil euros, caso as lesões se revelem irreversíveis e se prove haver responsabilidade hospitalar. Esse é, pelo menos, a média da jurisprudência portuguesa nestes casos, disse ao DN o jurista da Ordem dos Médicos, Paulo Sancho.

"A nossa jurisprudência anda por valores muito baixos para os casos de negligência hospitalar ou erro médico, com indemnizações que, na esmagadora maioria dos casos, não vão além dos 10, 20 ou 30 mil euros", precisou o jurista. (...)"

Já é suficientemente penoso ter que passar por algo semelhante, para ainda, no final de cada mês, termos que encontrar soluções (quando as temos!), para pagarmos as nossas contas.

Coloque num papel aquilo que é mais importante para si (filhos, saúde - fisica, mental, financeira, ...) e maximize a probabilidade de que as verdadeiras prioridades não sejam prejudicadas por algum evento imprevisto que até hoje acredite que só acontece aos outros!

Abraços saudáveis

domingo, 12 de julho de 2009

"Vacina de informação" - a verdadeira vacina que necessitamos!


Começo e termino a semana com um tema que absurdamente coloca milhões de dólares (dinheiro de todos nós!) nas mãos de poucos, que criminosamente, usam um cocktail com ingredientes de ganância, abuso, medo, terror, desinformação, etc, para nos fazerem acreditar que precisamos da sua milagrosa vacina.

O texto abaixo, recebi-o de fonte segura e acaba por ser a verdadeira vacina que precisamos - uma vacina de informação:

"Devemos estar informados sobre todas as condicionantes das nossas "doenças"...

PANDEMIA DE LUCRO: Que interesses económicos se movem por detrás da gripe A???

No mundo, a cada ano morrem milhões de pessoas vítimas da Malária que se podia prevenir com um simples mosquiteiro. Os noticiários, disto nada falam!

No mundo, por ano morrem 2 milhões de crianças com diarreia que se poderia evitar com um simples soro que custa 25 cêntimos. Os noticiários disto nada falam!

Sarampo, pneumonia e enfermidades curáveis com vacinas baratas, provocam a morte de 10 milhões de pessoas a cada ano. Os noticiários disto nada falam!

Mas há cerca de 10 anos, quando apareceu a famosa gripe das aves os noticiários mundiais inundaram-se de noticias: Uma epidemia, a mais perigosa de todas. Uma Pandemia!

Só se falava da terrífica enfermidade das aves.

Não obstante, a gripe das aves apenas causou a morte de 250 pessoas, em 10 anos, 25 mortos por ano.

A gripe comum, mata por ano meio milhão de pessoas no mundo. Meio milhão contra 25.

Um momento, um momento. Então, porque se armou tanto escândalo com a gripe das aves?

Porque atrás desses frangos havia um “galo”, um galo de crista grande: A farmacêutica transnacional Roche com o seu famoso Tamiflú vendeu milhões de doses aos países asiáticos.

Ainda que o Tamiflú seja de duvidosa eficácia, o governo britânico comprou 14 milhões de doses para prevenir a sua população. Com a gripe das aves, a Roche e a Relenza, as duas maiores empresas farmacêuticas que vendem os antivirais, obtiveram milhões de dólares de lucro.

-Antes com os frangos e agora com os porcos.

-Sim, agora começou a psicose da gripe A. E todos os noticiários do mundo só falam disso.

-Já pouco se fala da crise económica e muito pouco de outros assuntos.

-Só a gripe A, a gripe dos porcos.

-Se atrás dos frangos havia um “galo” atrás dos porcos não haverá um “grande porco”?

A empresa norte-americana Gilead Sciences tem a patente do Tamiflú. O principal accionista desta empresa é nada menos que um personagem sinistro, Donald Rumsfeld, secretário da defesa de George Bush, artífice da guerra contra Iraque. Os accionistas das farmacêuticas Roche e Relenza estão a esfregar as mãos, estão felizes pelas suas vendas novamente milionárias com o duvidoso Tamiflú.

A verdadeira pandemia é de lucro, os enormes lucros destes mercenários da saúde.

Não se nega as necessárias medidas de precaução que estão a ser tomadas pelos países.

Mas se a gripe A é uma pandemia tão terrível como anunciam os meios de comunicação. Se a Organização Mundial de Saúde se preocupa tanto com esta enfermidade, porque não a declara como um problema de saúde pública mundial e autoriza o fabrico de medicamentos genéricos para combatê-la?(...)"

Conseguem os meus leitores imaginar, a Qualidade de Vida que poderemos ter, quando aqueles que, supostamente são os especialistas em melhorar a nossa saúde, de uma vez por todas, colocarem os interesses dos seus "clientes" acima dos seus interesses pessoais (com todo o direito em lucrarem com o bem efectivo que nos proporcionarem)?

Só com a tomada de consciência de uma maior parte da população para estas verdades (ou mentiras da parte de alguns!) é que lograremos entrar no caminho da gestão da saúde e sair da mera gestão da doença.

Abraços saudáveis

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Protecção financeira familiar ajustada às reais necessidades da própria família


Após dois meses analisando as carteiras de seguros de vida e acidentes pessoais dos meus (potenciais) clientes, tenho tirado várias conclusões importantes e uma delas é que a maioria daquelas, raramente satisfazia as necessidades reais da respectiva família, basicamente pelas seguintes razões:

a) seguros antigos, baseados numa realidade diferente (por exemplo, pessoas seguras ainda solteiras e ou sem filhos, nível de geração de rendimentos inferiores aos de hoje, actividades profissionais diferentes, etc)

b) decisão na altura por pacotes de seguros com base no preço, onde o tipo de coberturas não era considerado relevante

c) inexistente/deficiente consultoria por parte do respectivo mediador em apresentar o tipo de seguro e coberturas mais adequadas ao perfil da família em causa, bem como falta de acompanhamento/aconselhamento sobre a respectiva evolução ao longo do tempo

Exemplo:

Tenho tido clientes que consideram prioritário terem uma protecção financeira adequada em caso de alguma das pessoas seguras vir a ter algum grau de incapacidade temporária ou invalidez, mas quando analisamos as respectivas apólices, têm relativamente boas coberturas financeiras em caso de morte mas capitais manifestamente insuficientes, para fazerem face a despesas do dia a dia no caso de virem a ter algum grau de invalidez por doença ou acidente.

Para termos uma boa Qualidade de Vida, precisamos de ter devidamente fortalecidos os nossos sistemas imunitários físico, mental e financeiro, porque a debilidade de um deles, como é óbvio, compromete a Qualidade de Vida como um todo.

Vale a pena cada um reflectir sobre este tema que normalmente é considerado secundário pelas mais variadas razões!

Abraços saudáveis

segunda-feira, 15 de junho de 2009

"ESTATÍSTICAS (...) MÁ EDUCAÇÃO [dos outros!]" e ... protecção financeira familiar

O conteúdo do editorial de hoje (abaixo) do jornal Global notícias, escrito pela editora executiva da "notícias magazine", Sofia Barrocas, é suficientemente eloquente no que respeita à importância de não desprezarmos nem deixarmos para amanhã, a salvaguarda de uma protecção financeira familiar que cubra as reais necessidade da família, caso algum acidente prejudique a actual fonte de rendimentos com que aquela gere o seu dia a dia.

"Entre as mais dolorosas estatísticas de Portugal está a da sinistralidade rodoviária. E mini-férias como as que nos proporcionam os feriados de Junho acabam sempre a lembrar-nos como somos um povo mal educado. Na estrada, como noutros locais, mas na estrada as consequências são trágicas e irreversíveis. Independentemente dos “azares” que podem surgir, a verdade é que a maioria dos acidentes acontece devido à imensa falta de respeito que temos uns pelos outros e pelas leis que nos regem e que só pensamos em contornar. E enquanto assim for, dias que deveriam ser só de boas recordações tornam-se marcos de tragédia para algumas dezenas de famílias portuguesas."

Como alguém dizia, "o impensável acontece" e todos os meses, inúmeras famílias portuguesas e brasileiras (referindo-me à naturalidade da grande maioria dos meus leitores) sofrem duplamente, pois para além dos problemas humanos, juntam-se os problemas financeiros por que pura simplesmente se pensava que acidentes só aconteciam aos outros.

Chegar ao fim do mês com saúde e sem dinheiro é pouco simpático, mas fazê-lo sem saúde e sem dinheiro ainda é pior!

Abraços saudáveis

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Quem está protegido é o banco e não a pessoa segura!


Tem sido muito interessante trocar ideias com os meus (potenciais) clientes sobre o tema protecção familiar e hoje deixo-vos com aquilo que considero ser uma visão não adequada relativamente à verdadeira cobertura das reais necessidades de cada família nesta matéria.

Várias pessoas me dizem que não precisam de fazer mais um seguro de vida porque já têm um.

Com algumas perguntas, chego rapidamente à conclusão que na grande maioria estamos a falar do seguro "obrigatório" para todos aqueles que recorreram a uma instituição de crédito para financiarem a compra da casa onde moram.

Tal significa, que em caso de morte ou invalidez permanente da pessoa segura, quem está protegido é o próprio banco e não a pessoa (família) que me diz que não precisa de fazer outro seguro.

O que infelizmente acontece, é que quando morre (ou fica inválido a partir de determinada percentagem) o membro do casal que verdadeiramente sustenta os encargos mensais da respectiva casa, os que cá ficam, têm que vender a casa (e o mercado não está fácil actualmente) para pagarem as contas do mês e aí eu pergunto:

Quem é que está protegido nestas situações, a pessoa segura ou o banco?

Vale a pena pensar sobre isto e, com a ajuda de quem sabe, fazer um levantamento das reais necessidades financeiras para a manutenção do Estilo de Vida actual, face a alguma acidente familiar grave.

Abraços saudáveis,

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Um comercial (vendedor) é pago para maximizar o seu tempo à frente de um (potencial) cliente que esteja comprador naquele momento.


Para terminar a minha pequena contribuição desta semana para a melhora da nossa Qualidade de Vida, via crescimento das receitas das empresas, deixo-vos, vendedores/comerciais e respectivos responsáveis, com algumas linhas de orientação que costumo passar para as minhas equipas de vendas:

Um comercial (vendedor) é pago para maximizar o seu tempo à frente de um (potencial) cliente que esteja comprador naquele momento.

Devemos ter como objectivo (na maior parte dos negócios) conseguirmos uma taxa de cobertura de mercado de 50%, isto em de cada 100 negócios que se façam da região de determinado comercial, este deverá estar presente em 50 deles.

Dos negócios presentes, deveremos converter (fechar) um negócio em cada quatro ou cinco e isto leva-nos a outra grande verdade:

Um vendedor precisa obrigatoriamente trazer vendas perdidas para casa e ter a noção deste facto, pois se nunca perde nada é porque a grande maioria dos clientes nem sequer sabem que ele existe


Quota de Mercado = Cobertura de Mercado x Taxa de Conversão

Quota de Mercado = 50% x 20% (1/5) = 10%, usando o exemplo acima.

Quantas empresas gostariam de ter uma Quota de Mercado de 10%?


Conclusão:

A empresa deverá dar as condições necessárias (produto/serviço de qualidade, preço competitivo, logística de distribuição, etc), para que os vendedores possam fechar os seus negócios, mas se estes não fizerem uma bom trabalho de rua (cobertura de mercado) de nada adiantará.


Fico à disposição para poder passar aos meus leitores, algumas notas sobre como conseguirmos uma boa cobertura de mercado.

Abraços saudáveis

terça-feira, 19 de maio de 2009

Vendedor - peça chave para as empresas retomarem o caminho do crescimento (sustentado)!


Já fui/sou, director, CEO, membro de conselho de administração, sócio, mas há uma coisa que nunca deixei de ser e da qual muito me orgulho: vendedor

Falo sobre isto (esta semana ainda vou escrever mais!) porque face ao clima geral que estamos a viver em Portugal, todos os vendedores têm um papel relevante para o sucesso das empresas, o que em última instância, significa uma melhora da Qualidade de Vida para os próprios, para os colegas, líderes e accionistas, bem como para toda a sociedade.

E para explicar o clima geral que deve ser criado nas empresas, particularmente na área comercial, deixo-vos com um vídeo (clique aqui) muito interessante, com uma entrevista ao José de Almeida ( mais de 8 minutos, destacando os últimos 5) e que deveria ser visto por todos aqueles que de alguma forma estejam envolvidos com vendas.

Abraços saudáveis,

quarta-feira, 13 de maio de 2009

STF rejeita ação contra lei antifumo em São Paulo


Mais um passo importante dado em prol da saúde de todos aqueles que vivem/trabalham/visitam São Paulo (Brasil). Para ler a notícia na íntegra e ou ver o respectivo vídeo, no site G1 da Globo, pode clicar aqui.

"(...)
O Supremo Tribunal Federal rejeitou na noite desta terça-feira (12) a ação da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes contra a lei antifumo em São Paulo.
(...)
“Parece incrível, mas a lei estadual atropela diversos princípios constitucionais”, argumenta o diretor jurídico da Abrasel (Associação Brasileira de Restaurantes e Empresas de Entretenimento), Percival Maricato.

O governo paulista rebateu os argumentos. Disse que está amparado num tratado da Organização Mundial da Saúde, referendado pelo congresso brasileiro. E que a saúde dos não-fumantes é prioridade.

“Essas associações esquecem que o Brasil assinou um tratado internacional que está em vigor e que é mais recente, no qual o país se compromete a adotar medidas contra a contaminação do tabaco em ambientes fechados. Portanto, a lei tem toda base para ter validade”, diz o secretário de Justiça de São Paulo, Luiz Antônio Marrey.
(...)

Um restaurante da cidade já se antecipou à lei e proibiu o fumo até na área aberta. Para a dona, Maria Rita Marracine, a restrição ao cigarro não vai trazer prejuízo.

"Isso é uma tendência global, essa restrição ao cigarro todo mundo sabe que é prejudicial à saúde. Então era uma questão de tempo. Só isso", afirma. "

Tenho a certeza que mais donos de restaurantes pensam como a Maria Rita Marracine, que com certeza quer e merece ter um negócio lucrativo, mas onde as verdadeiras prioridades são respeitadas, isto é primeiro a saúde (nossa e principalmente dos outros) e depois o (nosso) lucro.

Abraços saudáveis

terça-feira, 12 de maio de 2009

"Está nas suas mãos garantir o desafogo financeiro na velhice. Isto se não quiser correr o risco de ver a sua pensão reduzida a metade."

Pode-se ler o seguinte no negócios jornal (reportagem de Susana Domingos), o seguinte:

"Está nas suas mãos garantir o desafogo financeiro na velhice. Isto se não quiser correr o risco de ver a sua pensão reduzida a metade.

Quando olha para o seu recibo de remunerações e percebe que boa parte se destina a contribuições para a Segurança Social pode ser levado a pensar. "os meus anos dourados estão financeiramente assegurados".
A aderência à realidade deste tipo de pensamento é cada vez menor, mas a mensagem parece não estar a ser interiorizada pela generalidade dos portugueses, (...).
Se pertence aos 72,5% dos portugueses que conta depender apenas dos descontos efectuados para a Segurança Social está a cometer um erro - por preguiça, fracos rendimentos para fazer face às despesas ou mero desconhecimento - que lhe poderá custar caro no futuro se quiser manter o desafogo que goza na sua vida activa. (...)"

Hoje em dia tenho leitores e ou clientes que:

a) fazem algo em tempo útil e de forma sustentada pela sua saúde fisica/mental e financeira
b) optaram por apenas por uma delas
c) estão pensando (gerúndio) fazer algo quando as "coisas" estiveram mais tranquilas

Comentários:

grupo a) só posso dar os parabéns pela vossa aposta certa na sua própria Qualidade de Vida e da respectiva família

grupo b) humildemente aconselho-os a fazerem o mesmo que já fazem por uma das partes, à vertente em falta. As razões de fundo são as mesmas!

grupo c) sugiro fortemente que dêem um primeiro passo na direcção certa. Um dia relembrar-se-ão muito positivamente das decisões tomadas em 2009!

Abraços saudáveis

terça-feira, 28 de abril de 2009

"Mais exigência precisa-se"


Os meus leitores habituais, sabem que defendo que o mundo corporativo, é um canal de excelência, para exponenciarmos um nível de Qualidade de Vida aos respectivos colaboradores e familiares destes, ganhando as próprias empresas em redução de custos na área da saúde, maior retenção de talentos, menor taxa de absenteísmo, maior capacidade criativa, maior grau de envolvimento, etc.

Uma das formas de conseguirmos maximizar a probabilidade do que foi escrito no parágrafo anterior é seguirmos as sábias palavras proferidas pelo António de Almeida presidente do Conselho Geral de Supervisão da EDP (Portugal) ao jornal Expresso do passado dia 25 do corrente mês:

"Uma parte importante desta crise que o mundo está a viver tem que ver com o não funcionamento das supervisões, quer empresariais quer nacionais. As sociedades têm que ser mais exigentes com os supervisores sobretudo os das empresas. Há dias, na assembleia geral da EDP, perguntei como é que se explica que as grandes empresas cotadas no mundo tenham nas suas administrações das pessoas mais preparadas, mais conceituadas, e nenhuma delas se tenha apercebido do que se estava a passar dentro dessas empresas".

Há que saber definir prioridades estratégicas e a gestão de talentos é com certeza, uma delas.
Neste sentido, o papel dos "supervisores" pode contribuir para que os respectivos executivos decidam implementar programas internos, que de uma forma efectiva e continuada, possam agregar valor naquela área!

Abraços saudáveis

sábado, 25 de abril de 2009

"Dietistas defendem que falta de dinheiro não é motivo para comer mal"

Na sequência de conversas que tenho tido com algumas pessoas sobre o impacto da actual crise nos seus hábitos alimentares, resolvi publicar um artigo publicado no blog "Marketing de Peso", cujo conteúdo, de uma forma geral, concordo.

"A falta de dinheiro devido à crise não é motivo para as famílias deixarem de ter uma alimentação boa, defendem os dietistas, que apontam várias soluções saudáveis. "Não é preciso comer carne [principalmente esta!] e peixe diariamente ao almoço e jantar", explicou a presidente da Associação Portuguesa dos Dietistas, atribuindo a estes alimentos um preço elevado.

Esta opinião é corroborada pela dietista Maria Fernanda Fogaça, que considera que há um consumo muito excessivo de proteínas na alimentação. "As nossas necessidades de proteínas são de um grama por cada quilo e por dia, sendo que só metade devem ser de origem animal", referiu, adiantando: "100 gramas de carne ou de peixe têm 20 gramas de proteínas".

Considerando o elevado preço do peixe e da carne, as duas dietistas defendem um menor consumo daqueles tipos de alimentos. Graça Raimundo aconselha, por exemplo, a confecção de feijoadas, "com pouca gordura", jardineiras ou caldeiradas, pratos que levam menos quantidades de carne e peixe.

"Posso substituir a carne de avestruz ou o bife da vazia por carne de aves, que são mais económicas e também posso substituir a carne e o peixe por ovos e leguminosas, nomeadamente o feijão ou o grão", referiu, aconselhando também a compra de fruta da época e hortaliças. Para esta dietista, esta altura de crise económica poderá também servir para recuperar hábitos antigos, como seja o aproveitamento de restos de comida como o pão para fazer migas ou açordas.

Outro aspecto em que as duas profissionais concordam é na ideia de que se devem evitar os pequenos-almoços fora de casa. "Criou-se muito o hábito de se tomar o pequeno-almoço fora de casa. Acaba por se comer folhados e bolos em vez do pão", disse Maria Fernanda Fogaça, adiantando que também se pode aproveitar o momento para não gastar dinheiro em produtos com açúcar [estamos a falar do dia a dia e não das excepções] . "São truques que podemos fazer e que estão ao nosso alcance e tem a ver com a organização e gestão dos nossos recursos", sintetizou Graça Raimundo.

Para além destas "dicas", outras mais poderá seguir no seu dia a dia, mas primeiro que tudo, o que cada um tem a fazer é acreditar que é importante mudar alguns hábitos alimentares de uma forma sustentada. A partir daqui, tudo fica mais fácil!


Abraços saudáveis

quarta-feira, 8 de abril de 2009

Basta que 5% da população mundial acredite para tudo mudar! (final)

continuação

"-PERO PARA DAR ESE SALTO ES PRECISO UN NIVEL DE CONCIENCIA DETERMINADO

Sí. Y yo creo que se está elevando mucho y muy rápidamente. La información que antes se ocultaba ahora es pública: que la medicina mata personas, que los medicamentos nos envenenan, etc. Además, el médico alemán Ryke Geerd Hamer ha demostrado que todas las enfermedades son psicosomáticas y las medicinas no agresivas ganan popularidad. La mafia médica se desplomará como un castillo de naipes cuando un 5% de la población pierda su confianza en ella. Basta que ese porcentaje de la población mundial sea consciente y conectado con su propia divinidad. Entonces decidirá escapar de la esclavitud a la que le tiene sometida la mafia y el sistema actual se derrumbará. Tan sencillo como eso.

-¿Y EN QUÉ PUNTO CREE QUE ESTAMOS?

Pues no sabría cuantificarlo pero pienso que probablemente en menos de 5 años todo el mundo se dará cuenta ya de que cuando va al médico va a un especialista de la enfermedad y no a un especialista de la salud. Dejar a un lado la llamada ’medicina científica’ y la seguridad que propone para ir a un terapeuta es ya un paso importante. También lo es perder el respeto y la obediencia ciega al médico. El gran paso es decir no a la autoridad exterior y decir sí a nuestra autoridad interior.


-¿Y QUÉ ES LO QUE NOS IMPIDE ROMPER CON LA AUTORIDAD EXTERIOR?


El miedo. Tenemos miedo a no acudir al médico. Pero es el miedo, por sí mismo, quien nos puede enfermar y matar. Nos morimos de miedo. Se nos olvida que la naturaleza humana es divina, es decir, concebida para comportarnos como dioses. ¿Y desde cuándo los dioses tienen miedo? Cada vez que nos comportamos de manera diferente a la de un dios nos ponemos enfermos. Esa es la realidad.

-¿Y QUÉ CREE QUE PUEDEN HACER LOS MEDIOS DE COMUNICACIÓN PARA CONTRIBUIR A LA ELEVACIÓN DE LA CONCIENCIA EN ESTA MATERIA?

Informar sin intentar convencer. Decir lo que sabéis y dejar a la gente hacer lo que quiera con la información. Porque intentar convencerles sería imponer otra verdad y de nuevo estaríamos en otra guerra. Se necesita sólo dar referencias. Basta decir las cosas. Luego, la gente las escuchará si resuenan en ellos. Y si su miedo es mayor que su amor por sí mismos dirán: ’Eso es imposible’. En cambio, si tienen abierto el corazón, escucharán y se cuestionarán sus convicciones. Es entonces, en ese momento, cuando quieran más, cuando se les puede dar más información.
"(por Laura Jimeno Munoz)

Abraços saudáveis,