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quinta-feira, 8 de março de 2018

"Naquele dia, nas lojas que estavam abertas, acabaram as salsichas, alimentos de preparo fácil e rápido."


Publicámos no Facebook, no mural do Projeto Memória :

"No dia 24 de Outubro de 1975, as islandesas decidiram que não iriam trabalhar. Tomaram as ruas para exigir igualdade. E paralisaram o país. Literalmente. Mais de 90% das cidadãs da ilha (de pouco mais de 220.000 habitantes) apoiaram o chamado “dia de folga das mulheres”. Muitos homens, pouco acostumados a cuidar da família, tiveram que levar os seus filhos ao trabalho. Naquele dia, nas lojas que estavam abertas, acabaram as salsichas, alimentos de preparo fácil e rápido.
Na imagem algumas das organizadoras do ‘dia de folga das mulheres’. A terceira à direita é Gerdur Steinthorsdottir."
Arquivo Histórico das Mulheres da Islândia
El País

segunda-feira, 5 de março de 2018

"Mae Plant, mulher do dono da mansão, encantou-se com um colar de 128 pérolas naturais, e convenceu o marido a trocá-lo, com mais 100 dólares, pelo imóvel."


Publicámos no Facebook, no mural do Projeto Memória :

A mansão que abriga a loja da Cartier no cruzamento da 5ª Avenida com a Rua 52, em Nova Iorque, foi construída em 1904/1905, como residência do empresário Morton F. Plant.
O edifício foi adquirido em 1917 por Pierre Cartier, neto do fundador da marca, numa negociação improvável.
Mae Plant, mulher do dono da mansão, encantou-se com um colar de 128 pérolas naturais, e convenceu o marido a trocá-lo, com mais 100 dólares, pelo imóvel.
Abraços saudáveis

terça-feira, 20 de fevereiro de 2018

"As peças são da altura em que Lisboa pertencia ao Império Romano, ou de quando todo o território estava ocupado pelos mouros. Há ainda artefactos fenícios e dos primeiros séculos depois de Cristo."


Publicámos no Facebook, no mural do Projeto Memória :

"Foi há cerca de dez anos que começaram as obras para construir o hotel Eurostars Museum, na zona ribeirinha de Lisboa. Como em todas as construções nos bairros mais antigos da cidade — neste caso, perto de Alfama — sempre que se escava um buraco, descobre-se uma preciosidade arqueológica. Ou dezenas delas.
Todos esses artefactos foram guardados para serem expostos no hotel de cinco estrelas, que está em soft opening desde o final de janeiro. Há cerca de 150 peças em vitrines, junto da receção e no primeiro piso, que podem ser visitadas por toda a gente — hóspedes ou não.
As peças são da altura em que Lisboa pertencia ao Império Romano, ou de quando todo o território estava ocupado pelos mouros. Há ainda artefactos fenícios e dos primeiros séculos depois de Cristo.
A primeira muralha de Lisboa foi erguida no século I e chegou a rodear todo o centro da cidade. À medida que os anos foram passando, e a muralha perdeu utilidade, foram construídos vários palácios nobres que utilizaram essas paredes — um deles era o espaço que agora pertence ao Eurostars Museum. "

Abraços saudáveis

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

"O carnaval é uma festa popular que surgiu ainda na Antiguidade com intuito de celebrar os deuses pagãos e a natureza. Foi reconhecida pela igreja e incluída no calendário cristão depois de muitos séculos, ainda hoje é comemorada no mundo inteiro. Possui características diferentes em cada país que o festeja. "


Publicámos no Facebook, no mural do Projeto Memória :

"O carnaval é uma festa popular que surgiu ainda na Antiguidade com intuito de celebrar os deuses pagãos e a natureza. Foi reconhecida pela igreja e incluída no calendário cristão depois de muitos séculos, ainda hoje é comemorada no mundo inteiro. Possui características diferentes em cada país que o festeja. "

Fonte: https://m.facebook.com/canaldehistoriapt/photos/a.10150279379849689.387952.215267034688/10157051947569689/?type=3&source=48

Abraços saudáveis

quinta-feira, 15 de fevereiro de 2018

"(...) pose solene de uma rapariga chukchi, um povo nómada nativo da Sibéria, na Rússia, caçador de renas"


Publicámos no Facebook, no mural do Projeto Memória :


“Percorreu 40.000 quilómetros na Sibéria para fotografar povos indígenas

Alexander Khimushin, um apaixonado por viagens e por fotografia, decidiu há um ano pegar nas malas e enfrentar os rigores climatéricos do norte europeu. O objectivo era retratar comunidades que vivem isoladas.
Na foto, a pose solene de uma rapariga chukchi, um povo nómada nativo da Sibéria, na Rússia, caçador de renas”

Fonte: SAPOLIFESTYLE

Abraços saudáveis

terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

"O sexy sem ser vulgar da época devia ser isso, concordam?"


Publicámos no Facebook, no mural do Projeto Memória :

"1900
Estamos suando só de olhar o traje de banho típico do fim do século 19 e início do 20, com corpo coberto, touca, sapatilhas e muito pano (o tecido, inclusive, não podia ser leve para não ficar transparente na água). Uma versão mais ousada, sem mangas, levou a nadadora australiana Annette Kellerman para a cadeia, em 1907, por indecência.
Foto - O sexy sem ser vulgar da época devia ser isso, concordam? "
Leia o artigo completo, clicando aqui .
Abraços saudáveis

segunda-feira, 15 de janeiro de 2018

Simone Lucie-Ernestine-Marie Bertrand de Beauvoir faria hoje, 9 de Janeiro, 110 anos. A filósofa existencialista, nascida em Paris, tornou-se num ícone do feminismo pelas análises que fez ao papel da mulher e do quão distante este estava ainda de conquistar a igualdade


No passado dia 9 de Janeiro, publicámos no Facebook, no mural do Projeto Memória :

Simone Lucie-Ernestine-Marie Bertrand de Beauvoir faria hoje, 9 de Janeiro, 110 anos. A filósofa existencialista, nascida em Paris, tornou-se num ícone do feminismo pelas análises que fez ao papel da mulher e do quão distante este estava ainda de conquistar a igualdade.

Clique aqui para ler o artigo completo.

Abraços saudáveis

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

"Édouard Manet visitou esta tapada em 1859, e diz-se que foi aqui que se inspirou para pintar a sua famosa obra “Le déjeuner sur l’herbe”, agora exposta no Musée d’Orsay em Paris."


Publicámos no Facebook, no mural do Projeto Memória :


O Palácio das Necessidades não está aberto ao público mas o jardim (tapada) ao lado sim.
O local era frequentado por monarcas, que adoravam fazer picnics.
Há vários exemplos de árvores raras, vindas das Américas, Ásia e África.
Édouard Manet visitou esta tapada em 1859, e diz-se que foi aqui que se inspirou para pintar a sua famosa obra “Le déjeuner sur l’herbe”, agora exposta no Musée d’Orsay em Paris.

Imagem: lifecooler

Abraços saudáveis

quarta-feira, 10 de janeiro de 2018

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

sexta-feira, 5 de janeiro de 2018

"“Além de mim, todos os concorrentes desenharam um telhado que se assemelhava ao Monte Fuji. Mas achei que era impossível competir com a montanha que estava logo à frente, então fiz o contrário", comentou a Shigeru durante entrevista para o site designboom.”




Publicámos no Facebook, no mural do Projeto Memória :

“Shiregu Ban inaugura museu em homenagem ao Monte Fuji
Estrutura revestida de madeira tem formas curvas e garante vista panorâmica para a famosa montanha japonesa

Cartão postal mais famosos do Japão, o Monte Fuji foi eleito, em 2013, um dos patrimónios mundiais da humanidade. Como forma de celebração, em 2014, o arquitecto Shiregu Ban foi seleccionado para criar um centro em homenagem à montanha. E, desde então, aguardamos ansiosos a inauguração da engenhosa estrutura cónica, que tem como ambição ajudar as futuras gerações a compreender e observar a importância do monte.
Os quase quatro anos de espera não foram em vão. Pouco antes de 2017 acabar, a cidade de Fujinomiya, no Japão, impressionou o mundo ao abrir as portas do Mt. Fuji World Heritage Centre. O complexo de 4,3 mil metros quadrados tem 5 andares que abarcam tudo que um museu exige, desde cafés, até salas de exposições, teatro e, claro, uma sala de observação com vista privilegiada para o venerado vulcão.
Mais do que ver e aprender sobre o Monte Fuji, os visitantes têm também a chance de “escalar” a simétrica montanha, sem sair do complexo. O truque se dá graças à uma rampa em espiral com 193 metros de inclinação - projectada por Shigeru para que todos pudessem experimentar a sensação de subir a montanha em si.
O projecto de Ban foi seleccionado após uma competição com outras 237 propostas e, segundo ele, se destacou pelo seu curioso formato – que lembra a própria montanha, mas invertida. “Além de mim, todos os concorrentes desenharam um telhado que se assemelhava ao Monte Fuji. Mas achei que era impossível competir com a montanha que estava logo à frente, então fiz o contrário", comentou a Shigeru durante entrevista para o site designboom.”
Fonte: Casa Vogue (Globo)
Abraços saudáveis

quinta-feira, 4 de janeiro de 2018

"A reforma do calendário juliano entrou em vigor no dia 1 de janeiro do ano 45 a.C., tornando o calendário romano num calendário solar, alinhado pelas estações do ano, à semelhança do calendário egípcio já então em vigor. Uma das principais características passou por fixar o calendário anual em 365 dias (...)."


Publicámos no Facebook, no mural do Projeto Memória :

"A reforma do calendário juliano entrou em vigor no dia 1 de janeiro do ano 45 a.C., tornando o calendário romano num calendário solar, alinhado pelas estações do ano, à semelhança do calendário egípcio já então em vigor. Uma das principais características passou por fixar o calendário anual em 365 dias (...)."

Fonte: HISTÓRIA

Abraços saudáveis

terça-feira, 2 de janeiro de 2018

"(...) famílias fizeram registos inspiradores de suas gerações de maneira criativa e o resultado não poderia ser mais comovente, e até engraçado em alguns casos."


Publicámos no Facebook, no mural do Projeto Memória :


"Fotos de família parecem ser sempre as mesmas, não é? Porém, essas famílias fizeram registos inspiradores de suas gerações de maneira criativa e o resultado não poderia ser mais comovente, e até engraçado em alguns casos.

Essas fotos são um lembrete de que não importa quantos anos passem, a família sempre estará lá!"

Fonte: Tudointeressante via Zueiras & Trolladas

Abraços saudáveis

sexta-feira, 15 de dezembro de 2017

“Não é um micro-ondas...é uma adaptação do século XIX de um radiador de sala de estar/jantar a aquecedor de pratos, permitindo saborear as refeições e lanches em louça aquecida, mantendo assim os alimentos quentes por mais tempo."


Publicámos no Facebook, no mural do Projeto Memória :

Não é um micro-ondas...é uma adaptação do século XIX de um radiador de sala de estar/jantar a aquecedor de pratos, permitindo saborear as refeições e lanches em louça aquecida, mantendo assim os alimentos quentes por mais tempo.
Sustentabilidades da Casa Antiga, onde nada se perde - principalmente a energia e calor - e tudo se desenvolve em torno do conforto da família...”
Fonte: Old Manor Memories. Memórias da Casa Antiga
Abraços saudáveis

quarta-feira, 13 de dezembro de 2017

« Aqui onde está hoje o edificio da «Garage Liz» assentou o Real Coliseu de Lisboa, construído em 1887, em terrenos que pertenciam à Condessa de Geraz de Lima e depois ao seu viúvo Conde da Folgosa.»


Publicámos no Facebook, no mural do Projeto Memória :


“Garagem Liz
Rua da Palma, 265-287; Calçada do Desterro, 1-1E

« Aqui onde está hoje o edificio da «Garage Liz» assentou o Real Coliseu de Lisboa, construído em 1887, em terrenos que pertenciam à Condessa de Geraz de Lima e depois ao seu viúvo Conde da Folgosa.»
(ARAÚJO, Norberto de, Peregrinações em Lisboa, vol. IV, p. 68)

Classificada como Imóvel de Interesse Público, esta obra do Arq. Hermínio Barros, datada de 1933, constitui um interessante exemplar da arquitectura modernista de Lisboa, inserido no movimento estético-arquitectónico generalizado na década de 30 do séc. XX, muito ao gosto «Art Déco», com alguns apontamentos Arte Nova. Trata-se de um edifício de carácter misto, que alia a tipologia de garagem com a actividade comercial, cuja inserção na malha urbana foi bem conseguida. De planta rectangular e volumetria simplificada, desenvolve-se em dois pisos, de acentuada verticalidade, destacando-se o tratamento da sua fachada, caracterizada por um jogo de linhas verticais e horizontais, que se entrecruzam, pelos seus elementos na sua maioria planos, de desenho geometrizante, e por uma entrada principal encimada por janela do tipo «bow-window», de influência Arte Nova, ladeada por dois pilares coroados por uma espécie de coruchéus em estrutura de ferro revestidos a vidro. A marcação dos elementos estruturais da sua fachada dinamizam e valorizam todo o conjunto.

Data(s): 1934
Fotógrafo: não identificado
in Arquivo do Jornal 'O Século'”

Fonte: Lisboa de Antigamente via Paulo Lobo

Abraços saudáveis

terça-feira, 12 de dezembro de 2017

“Onde, afinal, começam os direitos humanos universais? Em pequenos lugares, perto de casa – tão perto e tão pequenos que eles não podem ser vistos em qualquer mapa do mundo."


Publicámos no Facebook, no mural do Projeto Memória :

“Onde, afinal, começam os direitos humanos universais?
Em pequenos lugares, perto de casa – tão perto e tão pequenos que eles não podem ser vistos em qualquer mapa do mundo. No entanto, estes são o mundo do indivíduo; a vizinhança em que ele vive; a escola ou universidade que ele frequenta; a fábrica, quinta ou escritório em que ele trabalha. Os lugares onde cada homem, mulher e criança procuram por igualdade de justiça, oportunidade e dignidade sem discriminação."
Eleanor Roosevelt
Há 69 anos (passado dia 10 Dezembro) era aprovada em Paris a Declaração Universal dos Direitos Humanos.
Abraços saudáveis

segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

"Os que têm memória são capazes de viver no frágil momento presente. Os que não a têm não vivem em lugar algum."


Publicámos no Facebook, no mural do Projeto Memória :

"Os que têm memória são capazes de viver no frágil momento presente. Os que não a têm não vivem em lugar algum."
Patricio Guzmán
Abraços saudáveis

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

"Operators at the switchboard of the American Telephone and Telegraph Company's long distance exchange."


Publicámos no Facebook, no mura do Projeto Memória :

"Telephonists Pictures
Operators at the switchboard of the American Telephone and Telegraph Company's long distance exchange."
Fonte: Getty Images
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quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

"(...) as pessoas respondiam a questões tão diferentes como “O que é que a família representa para si?”, “Qual é o seu maior medo?”, “ O que sonhava em criança?” ou “Sente-se livre?”. O resultado é emocionante!"


Publicámos no Facebook, no mural do Projeto Memória :

Pessoas de todo o mundo, um só questionário. Eis a fórmula usada pela equipa de repórteres que recolheram as entrevistas, reunidas em vídeos temáticos na exposição 7 mil milhões de Outros.
Depois de se apresentarem, dizendo nome, idade, profissão, situação familiar e nacionalidade, as pessoas respondiam a questões tão diferentes como “O que é que a família representa para si?”, “Qual é o seu maior medo?”, “ O que sonhava em criança?” ou “Sente-se livre?”. O resultado é emocionante!
7 mil milhões de Outros é um projeto da Fundação GoodPlanet, com o apoio do BNP Paribas Net,que chegou a Portugal (em 2014) numa co-produção do Projeto Memória, da Fundação EDP e do museu da eletricidade.
Abraços saudáveis