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quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Memórias, Eficiência, Saúde e Solidariedade - 4 palavras para 2011!


Caros leitores, amigos, clientes, parceiros,

Para este Natal e Ano Novo, deixo-vos com 4 palavras:

Memórias - saibamos resgatar, tudo aquilo que temos de Bom, para potenciar em 2011, e reflectirmos sobre o que erramos, para (re)definirmos uma nova estratégia.

Eficiência- vamos fazer Bem, aquilo que apenas vamos fazendo. O impacto nos respectivos resultados será enorme e uma Boa surpresa para muitos.

Saúde (física, mental, financeira e empresarial) - comecemos 2011, a cuidar melhor do nosso corpo e mente, da nossa família (sermos melhores, maridos, mulheres, pais, avós, irmãos, filhos, sobrinhos, tios, ....). Saibamos reforçar o nosso "sistema imunitário" do ponto de vista financeiro, através da poupança e ferramentas adequadas para fazermos face a imprevistos que possam surgir. Nas nossas empresas, saibamos focar no que é verdadeiramente importante e agirmos em conformidade. Por outro lado, sejamos suficiente humildes e acreditemos no velho ditado, que nos ensinou que a união faz a força e façamos mais parcerias estratégicas.

Solidariedade - Boa disposição, Bom humor e uma verdadeira vontade de dedicarmos uma parte dos nossos recursos, de uma forma sistematizada, a quem mais precisa, fará toda a diferença para estes,e, podem acreditar, um Bem enorme a quem doa!

Foi isto que eu (re)aprendi em 2010 e procurarei fazer/aprimorar em 2011.

Votos de um Bom Natal e um Excelente Ano Novo.

Abraços saudáveis (em todos os sentidos!)

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

"Encarar a doença com otimismo"


Ontem dia 4, comemorou-se o dia mundial contra o cancro e do que tenho "absorvido" sobre este tema, deixo aqui umas notas soltas sobre aquilo que considero importante cada um de nós ter consciência:

- é verdade que existe uma determinada % de pessoas (20% ???) que contrai esta doença por razões genéticas, mas a grande maioria de nós (80% ???) tem o "poder" de eliminar/reduzir essa probabilidade, ou seja cada um pode fazer a sua parte para ter uma vida mais saudável

- exercício físico (não sedentarismo), alimentação (mais) saudável, gestão natural do bom humor (anti stress), são alguns dos meios de prevenção mais eficazes para esta doença (e tantas outras)

- empresas, escolas, orgãos publicos, etc, são meios que podem de uma forma ímpar, contribuir para a divulgação e promoção da mudança de Estilos de Vida que reforcem o sistema imunitário de milhões de pessoas. Para além da questão da saúde em si, teriamos a poupança de milhões de euros ao longo dos anos.

- notícias "boas" para quem já tem ou venha a ter algum tipo de cancro:

a) o optmismo com que se encare esta realidade, com certeza terá um impacto importante na evolução da doença em si

b) mesmo nesta altura a adopção (mesmo que tardia) de um Estilo de Vida mais saudável continua a ser uma ferramenta fundamental para vencer essa luta (acompanhada da respectiva equipa médica)

c) em muitos locais, com certeza será acompanhado por uma equipa multidisciplinar que colocando o respectivo paciente no centro e no mesmo patamar que ela própria (equipa médica), dará uma confiança e maior "tranquilidade" ao paciente em si. Em outras palavras, tudo é hoje muito mais humanizado.

d) as probabilidades de cura para um grande tipo de cancros são cada vez mais elevadas e tanto mais elevadas quanto mais cedo descobrirmos que os temos (fundamental rastreio e exames de rotina em tempo útil !)

e) uma palavra de apreço (muito) especial para as equipas de voluntários(as) que são de um valor inestimável durante toda esta fase menos boa. Em muitos casos, os pacientes acabam por se tornar "melhores" pessoas e desfrutam a "2a parte" das suas vidas com muito mais prazer e intensidade

f) o cancro do colo do útero já pode ser curado (não sei se sempre?!)?deixando a mulher com com capacidade para engravidar (apesar de ainda existirem muitos médicos que desconhecem os novos tratamentos já disponíveis em Portugal desde 1998). Futuras mães, ouçam várias opiniões se ouvirem algo diferente do que aqui escrevi

g) frequentemente, o peito de uma mulher pós tratamento do cancro de mama, fica mais bonito, segundo a opinião dos médicos, das próprias pacientes e parceiros, o que aumenta muito a manutenção de uma elevada auto estima de quem passa por isto

h) existem esquemas de protecção financeira pessoal (familiar) que de uma forma bastante acessível, permitem nestes momentos, focarmos a nossa atenção na saúde sem termos que nos preocuparmos com o pagamento das contas.

Em jeito de resumo, os números de casos de cancro, a sua taxa de crescimento e o facto de cada vez mais atingirem pessoas mais novas são sinais claros que cada um de nós tem que fazer algo diferente para melhor, no que toca aos hábitos do seu dia a dia (o tal Estilo de Vida).

Mas dentro daqueles, cujo destino acabe por pertencer a esta estatística, tenham esperança (ou melhor ainda a certeza) que tudo vai acabar bem e vivam cada momento como parte de um aprendizado, com o apoio de todos os atrás mencionados e respectivas famílias e, com certeza, conseguirão no final do "processo" sentir que cresceram como seres humanos!

Parte do que escrevi hoje, foi inspirado no programa Sociedade Civil (mais uma vez a Fernanda Freitas a entrar-nos pelas nossas casas com temas interessantíssimos e trabalhados de uma forma positiva e didáctica!) intitulado "Encarar a doença com otimismo".

Relembro que já tenho escrito neste Blog, artigos sobre o exemplo digno de registro do médico francês David Servan-Schreiber (basta colocarem o nome dele no campo de pesquisa do meu Blog).

Abraços saudáveis (mais do que nunca!)

terça-feira, 24 de novembro de 2009

"Homem esteve 23 anos em falso coma e consciente"


Este blog não tem como objectivo divulgar notícias sensacionalistas, mas para quem trabalha com Qualidade de Vida e lê uma notícia destas, de imediato valida que estamos perante uma antítese daquilo que o signatário defende e procura praticar e incentivar dia após dia.

As primeiras informações que recebi deste caso, sugeriam que o Rom Houben tinha saído do coma após 23 anos do acidente que sofreu, período no qual, tinha momentos em que parecia ouvir o que lhe diziam. Mas hoje ficou claro que ele nunca esteve em coma, mas "apenas" paraplégico o que significa que durante 276 meses, diariamente ele queria avisar que estava "vivo" mas não lograva comunicar nem com a própria mãe que nunca desistiu de lutar por ele.

Tal como acredito que devemos ter um sistema imunitário forte (incluindo o "sistema imunitário financeiro") ou dito de outra forma, considero importante termos bons sistemas de defesa mental, fisico e financeiro, agora gostaria de estar tranquilo que existe algum tipo de procedimento médico que nos proteja também de termos que passar por um verdadeiro horror como aquele descrito no jornal Diário de Notícias (clique aqui para ler o artigo na íntegra).

Sou o primeiro a afirmar que nas últimas décadas, assistimos a enormes avanços na medicina ocidental, mas também tenho alertado para várias "certezas cientifícas" que devem ser reavaliadas de forma mais holística e principalmente com uma maior dose de humildade.

Que este artigo possa ser um pequeno contributo para repensarmos a forma como gerimos a nossa doença e sobretudo a nossa saúde.

Que de hoje em diante apenas aconteçam coisas boas ao belga Rom Houben e à sua mãe, que já "pagaram" por tudo aquilo que menos bom possam ter feito nesta vida.

E finalmente que, tal como é mencionado no artigo do Diário de Notícias, de imediato, se refaçam diagnósticos naqueles que actualmente estão em coma para se despistarem casos semelhantes a este.

Abraços saudáveis

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

"Empresas ajudam funcionários a poupar para o futuro"

Na sequência do artigo "Poupar para dar aos que merecem [incluindo nós próprios]", considerei importante a seguinte informação divulgada pelo Grupo (brasileiro) Qualicorp:

"A maioria das empresas acredita que ser facilitadora na garantia da previdência dos funcionários é um de seus maiores papéis, segundo pesquisa realizada pela consultoria Mercer realizada em 33 países. A notícia é do site InfoMoney.

Dados mostram que 55% das companhias encorajam os funcionários a pensar na sua aposentadoria com maior responsabilidade, oferecendo programas educativos que permitam a tomada de decisão consciente.
(...)
Porém, para a líder da Mercer, Barbara Marder, nem todos os funcionários estão prontos para fazer isso por sua própria conta, tendo em vista que se acostumaram com a segurança financeira proporcionada, em outra época, pelas empresas e pelo governo."

Alguns comentários:

- tenho algumas duvidas que uma percentagem tão grande de empresas encoraje de uma forma efectiva os seus funcionários nesse sentido (falar é fácil mas implementar de uma forma sustentada e com resultados é outra coisa!)

- talvez a nota mais importante seja a conclusão da Barbara Marder, descrita no último parágrafo.
Considero preocupante a mentalidade de muitos colaboradores, ao ainda acreditarem na "segurança financeira proporcionada, em outra época, pelas empresas e pelo governo."

- os meus leitores sabem que sou defensor que as empresas invistam no seu capital mais precioso, as pessoas, mas numa lógica de "ensinar a pescar" e não apenas dar o "peixe". Além disso qualquer política de gestão de talentos, tem de ser compatível com a gestão do fluxo de caixa e da geração sustentada de resultados.

- é óbvio que existem empresas que conseguem, entre outros benefícios, contribuir financeiramente para a previdência aos seus colaboradores mas tendo em conta a realidade da maior parte do tecido empresarial português, brasileiro (e não só!), já é suficientemente relevante, que cada empresa possa servir de canal privilegiado para promover e incentivar a tal definição de prioridades de cada um (e respectiva família), onde a protecção pessoal financeira incluindo a reforma (aposentadoria), ocupem um lugar proporcional à sua importância actual e futura na Qualidade de Vida dos primeiros!

Os tempos são outros e cada um de nós tem que fazer parte da solução (sem negar a quota-parte das nossas empresas)!

Abraços saudáveis

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

"Poupar para dar aos que merecem [incluindo a nós próprios!]"


Sexta feira dia 30, foi o dia da poupança. Tal como ter saúde, no fundo é ter uma poupança do nosso sistema imunitário para podermos usá-lo mais tempo e numa idade em que mais precisaremos dele, reforçarmos o nosso sistema imunitário financeiro é algo que, em conjunto com o activo saúde nos possibilita conseguir uma melhor Qualidade de Vida presente e futura.

Mas como poupar (em saúde e financeiramente falando) é algo lógico mas que poucos o conseguem fazer e em quantidade suficiente, publico hoje mais um excelente editorial do jornal Destak, escrito pela sua directora, Isabel Stilwell. Quem sabe, por via indirecta, consiga o efeito desejado que é o de levar os meus leitores a decidirem por eles próprios, a mudarem alguns dos seus comportamentos nesta matéria. Boa leitura!

"Poupar para dar aos que merecem. Hoje é o dia em que nos mandam poupar. Como poupar dinheiro é para a maioria de nós uma impossibilidade, porque o dinheiro nem chega até ao fim do mês, temos que ser mais criativos no conceito. Se me deitasse no divã de um psicanalista e ele me pedisse para dizer tudo o que associava à palavra Poupar, acho que eram estas as ideias que saltavam de imediato.

POUPAVA EM CHATICES Há tantas coisas com que nos angustiamos
que não valem a pena. Desconfio que nos preocupamos com o irrelevante, para não pensar no que realmente dói. É uma defesa, mas o saldo acaba por ser negativo.

POUPAVA EM TRÂNSITO Não há nada que roube mais qualidade de vida do que as horas passadas em engarrafamentos. Não estamos no emprego, não estamos com os nossos filhos, e sentimo-nos em falta para com todos. Para não falar na inflamação do músculo da perna da embraiagem, de tanto
“pára-arranca”.

POUPAVA EM PAZ PODRE O tempo que se perde a evitar um conflito, que resolvia de uma vez o problema, é imenso. Se ao menos metêssemos na cabeça que um conflito bem gerido é mil vezes preferível à paz podre, poupávamos muita ansiedade e irritação.

POUPAVA EM MANTEIGA É mentira, não poupava nada. Nem no pão quente. Poupava era em dias de trabalho. Queria mais dias para piqueniques e para jardinar.

POUPAVA NOS MAUS Como diz Eduardo Sá sempre que gastamos a nossa bondade com pessoas más sobra menos para
as boas. Vendo bem, a frase aplica-se a todas as nossas escolhas."

Agora, só falta saber por onde quer começar a poupar. Depois de ganhar algum embalo, as restantes "modalidades" tornar-se-ão mais fáceis de concretizar!

Abraços saudáveis

domingo, 2 de agosto de 2009

"10, 20 ou 30 mil euros"... 8 anos depois!


Desde 2006, incentivo as pessoas a terem um sistema imunitário fortalecido e este ano acrescentei à minha actividade, um módulo que alarga esse princípio ao nosso "sistema imunitário financeiro".

Como casos reais, muitas vezes valem mais do que mil palavras, socorro-me de uma notícia publicada no jornal Diário de Notícias do passado dia 24 de julho, para demonstrar que em Portugal (no Brasil, o panorama é idêntico!), se não tivermos uma carteira de seguros adequada às reais necessidades actuais da nossa família nesta matéria, não poderemos contar com a celeridade da justiça para fazer valer os nossos direitos em caso de acidentes causados por terceiros.

E apesar de conhecedor da exiguidade do rendimento disponível da grande maioria das famílias, faço questão de realçar que a maioria dos prémios pagos pelos meus clientes varia de 300 a 2000 euros por ano (algo como entre menos de 1 até 5,5 euros por dia, para melhor visualizarem que não estamos a falar de cenários impossíveis!)

Agora vejam por que acredito naquilo que defendo nas minhas conversas individuais (para ler a notícia na íntegra, sobre os doentes que cegaram depois do tratamento no Hospital Santa Maria, clique aqui ):

"Em caso de culpa hospitalar [pior ainda se o hospital vier a ser absolvido] e danos irreversíveis, doentes podem aspirar a indemnizações da ordem dos 30 mil euros. (...)

Os doentes que perderam a visão na sequência do tratamento recebido no Hospital de Santa Maria, em Lisboa, poderão ter de esperar oito anos em tribunal por uma indemnização da ordem dos 30 mil euros, caso as lesões se revelem irreversíveis e se prove haver responsabilidade hospitalar. Esse é, pelo menos, a média da jurisprudência portuguesa nestes casos, disse ao DN o jurista da Ordem dos Médicos, Paulo Sancho.

"A nossa jurisprudência anda por valores muito baixos para os casos de negligência hospitalar ou erro médico, com indemnizações que, na esmagadora maioria dos casos, não vão além dos 10, 20 ou 30 mil euros", precisou o jurista. (...)"

Já é suficientemente penoso ter que passar por algo semelhante, para ainda, no final de cada mês, termos que encontrar soluções (quando as temos!), para pagarmos as nossas contas.

Coloque num papel aquilo que é mais importante para si (filhos, saúde - fisica, mental, financeira, ...) e maximize a probabilidade de que as verdadeiras prioridades não sejam prejudicadas por algum evento imprevisto que até hoje acredite que só acontece aos outros!

Abraços saudáveis

domingo, 19 de julho de 2009

Felicidade- uma abordagem prática e objectiva!

A metodologia apresentada no debate do programa Sociedade Civil, subordinado ao tema "Pobres, mas felizes" pelo psicólogo e professor da Faculdade de Psicologia da Universidade de Lisboa, Luís Miguel Neto, para cada um de nós poder validar se é uma pessoa feliz, tem o mérito de, através da resposta a três questões, nos levar a pensar de uma forma mais objectiva, sobre algo tão importante para a nossa Qualidade de Vida, mas tão difícil de definir.

No que me diz respeito, serviu para eu entender melhor o porquê de me considerar e sentir (quase sempre!) um felizardo nesta matéria e passo a explicar, via respostas às tais três questões:

1) Tenho um grupo social de suporte (não tem de obrigatoriamente ser a família, mas um grupo de pessoas que seja o meu porto de abrigo), onde me sinta bem e acarinhado de no final de cada dia ou pelo menos de uma forma regular?

Ainda hoje, adoro chegar a casa e ver a minha filha Carolina a correr na minha direcção e a saltar para o meu colo, beijar a minha mulher e actualizar a "história recente" de cada um dos três.

2) Será que aprendi alguma coisa no dia anterior?

Entendo esta pergunta no sentido de cada um sentir, se de alguma forma, foi útil para si mesmo, para aqueles que mais ama, ou para a sociedade, ou dito de outra forma, se acreditamos que diariamente agregamos algum valor, via algum resultado concreto, tal como mais conhecimento (matar a curiosidade sobre algo de novo!), acções concretas que tenham tido impacto positivo (imediato ou futuro) na empresa onde trabalho, na saúde de alguém, na comunidade onde nos inserimos, etc?

Aí, sinto-me como peixe na água, quer pela minha dedicação a este blog (humildemente falando), à melhoria da Qualidade de Vida que vou proporcionando aos meus clientes, incluindo a questão da protecção financeira familiar a que me tenho dedicado mais nos últimos tempos, aquilo que, em conjunto com a minha mulher, estamos fazendo pelo desenvolvimento da nossa filha, etc.

3) Será que consigo manter um ratio de 3 ou mais relações positivas para cada emoção negativa que vivencie?

Esta questão deixa claro que para sermos felizes, não temos que ter apenas bons momentos, mas procurarmos sentir um número maior de boas emoções, face aquilo que de menos bom nos acontece e, por isso mesmo, é fundamental procurarmos apreciar pequenas grandes coisas que usualmente nos passam despercebidas.

Neste quesito, gostaria de tecer os seguintes comentários:

a) todos os dias, entre outros, tenho 4 minutos gratificantes que é percorrer a pé, um caminho arborizado e cheio de flores que me faz sentir muito bem

b) directa ou indirectamente, acabo por contribuir para a Qualidade de Vida de muitas pessoas com todas as emoções positivas que, por razões óbvias, naturalmente surgem

c) aprendi a sentir-me bem com o excelente pequeno almoço que tomo, com a oportunidade que tenho em ler regularmente, aos almoços com os meus colegas, a dar mais atenção às notícias boas e a desligar das tragédias que os meios de comunicação social tanto se esforçam por fazê-las entrar em nossas casas, etc

São meros exemplos e outros poderia dar, mas tornei-os públicos aqui, para que os meus leitores entendam que, ser sustentadamente feliz, é mais fácil do que parece e não tem que ser algo utópico ou apenas acessível a alguns privilegiados.

Aproveite este tópico aumentar o seu grau de felicidade (e o da sua família)!

Abraços saudáveis

sexta-feira, 26 de junho de 2009

Protecção financeira familiar ajustada às reais necessidades da própria família


Após dois meses analisando as carteiras de seguros de vida e acidentes pessoais dos meus (potenciais) clientes, tenho tirado várias conclusões importantes e uma delas é que a maioria daquelas, raramente satisfazia as necessidades reais da respectiva família, basicamente pelas seguintes razões:

a) seguros antigos, baseados numa realidade diferente (por exemplo, pessoas seguras ainda solteiras e ou sem filhos, nível de geração de rendimentos inferiores aos de hoje, actividades profissionais diferentes, etc)

b) decisão na altura por pacotes de seguros com base no preço, onde o tipo de coberturas não era considerado relevante

c) inexistente/deficiente consultoria por parte do respectivo mediador em apresentar o tipo de seguro e coberturas mais adequadas ao perfil da família em causa, bem como falta de acompanhamento/aconselhamento sobre a respectiva evolução ao longo do tempo

Exemplo:

Tenho tido clientes que consideram prioritário terem uma protecção financeira adequada em caso de alguma das pessoas seguras vir a ter algum grau de incapacidade temporária ou invalidez, mas quando analisamos as respectivas apólices, têm relativamente boas coberturas financeiras em caso de morte mas capitais manifestamente insuficientes, para fazerem face a despesas do dia a dia no caso de virem a ter algum grau de invalidez por doença ou acidente.

Para termos uma boa Qualidade de Vida, precisamos de ter devidamente fortalecidos os nossos sistemas imunitários físico, mental e financeiro, porque a debilidade de um deles, como é óbvio, compromete a Qualidade de Vida como um todo.

Vale a pena cada um reflectir sobre este tema que normalmente é considerado secundário pelas mais variadas razões!

Abraços saudáveis

segunda-feira, 15 de junho de 2009

"ESTATÍSTICAS (...) MÁ EDUCAÇÃO [dos outros!]" e ... protecção financeira familiar

O conteúdo do editorial de hoje (abaixo) do jornal Global notícias, escrito pela editora executiva da "notícias magazine", Sofia Barrocas, é suficientemente eloquente no que respeita à importância de não desprezarmos nem deixarmos para amanhã, a salvaguarda de uma protecção financeira familiar que cubra as reais necessidade da família, caso algum acidente prejudique a actual fonte de rendimentos com que aquela gere o seu dia a dia.

"Entre as mais dolorosas estatísticas de Portugal está a da sinistralidade rodoviária. E mini-férias como as que nos proporcionam os feriados de Junho acabam sempre a lembrar-nos como somos um povo mal educado. Na estrada, como noutros locais, mas na estrada as consequências são trágicas e irreversíveis. Independentemente dos “azares” que podem surgir, a verdade é que a maioria dos acidentes acontece devido à imensa falta de respeito que temos uns pelos outros e pelas leis que nos regem e que só pensamos em contornar. E enquanto assim for, dias que deveriam ser só de boas recordações tornam-se marcos de tragédia para algumas dezenas de famílias portuguesas."

Como alguém dizia, "o impensável acontece" e todos os meses, inúmeras famílias portuguesas e brasileiras (referindo-me à naturalidade da grande maioria dos meus leitores) sofrem duplamente, pois para além dos problemas humanos, juntam-se os problemas financeiros por que pura simplesmente se pensava que acidentes só aconteciam aos outros.

Chegar ao fim do mês com saúde e sem dinheiro é pouco simpático, mas fazê-lo sem saúde e sem dinheiro ainda é pior!

Abraços saudáveis

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Quem está protegido é o banco e não a pessoa segura!


Tem sido muito interessante trocar ideias com os meus (potenciais) clientes sobre o tema protecção familiar e hoje deixo-vos com aquilo que considero ser uma visão não adequada relativamente à verdadeira cobertura das reais necessidades de cada família nesta matéria.

Várias pessoas me dizem que não precisam de fazer mais um seguro de vida porque já têm um.

Com algumas perguntas, chego rapidamente à conclusão que na grande maioria estamos a falar do seguro "obrigatório" para todos aqueles que recorreram a uma instituição de crédito para financiarem a compra da casa onde moram.

Tal significa, que em caso de morte ou invalidez permanente da pessoa segura, quem está protegido é o próprio banco e não a pessoa (família) que me diz que não precisa de fazer outro seguro.

O que infelizmente acontece, é que quando morre (ou fica inválido a partir de determinada percentagem) o membro do casal que verdadeiramente sustenta os encargos mensais da respectiva casa, os que cá ficam, têm que vender a casa (e o mercado não está fácil actualmente) para pagarem as contas do mês e aí eu pergunto:

Quem é que está protegido nestas situações, a pessoa segura ou o banco?

Vale a pena pensar sobre isto e, com a ajuda de quem sabe, fazer um levantamento das reais necessidades financeiras para a manutenção do Estilo de Vida actual, face a alguma acidente familiar grave.

Abraços saudáveis,