quarta-feira, 27 de maio de 2009

Quem está protegido é o banco e não a pessoa segura!


Tem sido muito interessante trocar ideias com os meus (potenciais) clientes sobre o tema protecção familiar e hoje deixo-vos com aquilo que considero ser uma visão não adequada relativamente à verdadeira cobertura das reais necessidades de cada família nesta matéria.

Várias pessoas me dizem que não precisam de fazer mais um seguro de vida porque já têm um.

Com algumas perguntas, chego rapidamente à conclusão que na grande maioria estamos a falar do seguro "obrigatório" para todos aqueles que recorreram a uma instituição de crédito para financiarem a compra da casa onde moram.

Tal significa, que em caso de morte ou invalidez permanente da pessoa segura, quem está protegido é o próprio banco e não a pessoa (família) que me diz que não precisa de fazer outro seguro.

O que infelizmente acontece, é que quando morre (ou fica inválido a partir de determinada percentagem) o membro do casal que verdadeiramente sustenta os encargos mensais da respectiva casa, os que cá ficam, têm que vender a casa (e o mercado não está fácil actualmente) para pagarem as contas do mês e aí eu pergunto:

Quem é que está protegido nestas situações, a pessoa segura ou o banco?

Vale a pena pensar sobre isto e, com a ajuda de quem sabe, fazer um levantamento das reais necessidades financeiras para a manutenção do Estilo de Vida actual, face a alguma acidente familiar grave.

Abraços saudáveis,

Um comentário:

José Manuel disse...

Meu caro João Marques,
Apreciei de sobremaneira a forma tão clara como expôs aquilo a que chamamos de "sensibilidade do vendedor de seguros de vida. Meu caro, só lhe falta o "toque de midas" para se tornar num grande consultor de seguros.
Um abraço
José Martins