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quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Iluminar as casas com garrafas de água de plástico. Ideia genial e que melhorou imenso a qualidade de vida da comunidade em causa!

Em pouco mais de 2 minutos, fica claro, que o Homem, quando quer, tem soluções para os grandes desafios que tem pela frente. Imagino o prazer que dá ao senhor "Solar Demi", ajudar desta forma, tão simples, barata e eficiente, as famílias da sua comunidade.

Seja mais um a juntar-se às mais de 340.000 pessoas que já assistiram a este vídeo.

Abraços saudáveis




sexta-feira, 9 de setembro de 2011

TED talk - "Teaching Perspectives is the best way to teach CREATIVITY"

Escrevi hoje no Facebook:

Em menos de 5 minutos aprendemos como mudar a história abanando o ipad, e, muito mais importante, que "Teaching Perspectives is the best way to teach CREATIVITY"!

Clique aqui para assistir a mais um excelente TED talk

Abraços saudáveis

sábado, 3 de setembro de 2011

"Back to the Start"



Depois de um dia bem passado com a família, é bom a chegar a casa e ver um vídeo curto mas muito simpático como este.

Um bom fim de semana para os meus leitores e...

Abraços saudáveis (expressão que tudo a ver com a mensagem deste post!)

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

"A morte de seu inventor [macarrão instantãneo ou miojo no Brasil] foi assim noticiada pelo piloto americano Patrick Smith, especialista em aviação"


Não é uma comida muito saudável, mas todos nós sabemos o que é o macarrão instantãneo (miojo no Brasil) e acredito que não haja quem já o tenha experimentado, nem que seja por estar com fome e muito cansado para cozinhar ou por ter apenas alguns minutos para comer.

O que você talvez não saiba, é que:

"A morte de seu inventor foi assim noticiada pelo piloto americano Patrick Smith, especialista em aviação e cronista da revista eletrônica Salon: "No dia 5 de janeiro de 2007 a aviação mundial foi abalada por uma notícia trágica. Momofuku Ando morreu de ataque cardíaco no Japão, aos 96 anos". Smith explica que, entre os doze itens de primeira necessidade que todo piloto transporta naquela maleta preta que faz parte do seu uniforme, está a invenção de Ando. "Se o leitor não entende por que cinco pacotes de miojo são imperativos no repertório de todo piloto da aviação civil, é porque nunca desabou num infame quarto de hotel à meia-noite, morto de fome e com pouco dinheiro, para uma escala de poucas horas. É claro que existem iguarias mais saborosas, mas miojo é barato, simples de fazer e nunca estraga"."

Veja em seguida alguns trechos desta interessante e curiosa história:

"A trajetória de Momofuku Ando, cidadão considerado patrimônio nacional e tesouro mundial pelos japoneses, está narrada no Instant Ramen Museum que leva o seu nome, na cidade de Osaka. Nascido na Taiwan sob ocupação nipônica, em 1910, Ando trafegou por vários ofícios até encontrar seu destino. Começou como vendedor de tecidos, migrou para o ramo de acessórios industriais, depois para casas pré-fabricadas, depois para projetores de luz. Nada de muito estimulante. Tentou criar um esquema de bolsas de estudo para alunos carentes que o levou à prisão.

A virada ocorreu em meados dos anos 50, no Japão famélico e derrotado que sobrou da II Guerra Mundial. Ando, então com 47 anos de idade, cruzava diariamente com longas filas de japoneses que tentavam comprar um prato de macarrão nas biroscas de ramen espalhadas por toda parte. Imaginando que devia existir um método de abreviar a espera pelo cozimento da massa, pôs-se a trabalhar durante um ano no galpão do quintal de sua casa, em Osaka. O problema não era pequeno: como eliminar totalmente a água de um macarrão já cozido, para melhor acondicioná-lo, e posteriormente devolver-lhe vida e sabor, tornando-o de novo adequado ao consumo?

Foi observando sua mulher preparar tempura que Ando descobriu a fórmula: pegou uma porção de macarrão fresco, fritou-a em óleo de palmeira, encharcou-a de caldo de galinha e a deixou secar até que adquirisse consistência de tijolo. Desidratado o macarrão, Ando o empacotou em embalagem a vácuo. Para percorrer o caminho inverso e ressuscitá-lo, bastaria mergulhá-lo em água fervendo. Estava criado o Chicken Ramen - o grande clássico, segundo os aficionados. "Inventei o macarrão instantâneo por imaginar que o povo ficaria feliz em poder comer seu prato preferido a qualquer hora, em qualquer lugar. Só isso", repetiria Ando ao longo da vida. Estava criada, também, a logomarca Nissin.

Do galpão, o invento saltaria para as prateleiras de supermercados aos solavancos. Aquele tijolo amarelado, enroscado como minhoca e acondicionado em saco de celofane pareceu risível no seu primeiro ano de existência. Custava seis vezes mais do que o macarrão fresco oferecido em todas as esquinas do país. Ainda assim, vendeu 13 milhões de unidades em 1958. Dez anos depois, a população do Japão já consumia mais de 3,6 bilhões de pacotes por ano. Hoje, avenidas inteiras em supermercados expõem os mais de 983 sabores e variedades do produto, do étnico coreano com couve ao camarão picante apreciado em Madagascar.
(...)"

Para ler na íntegra o artigo que me serviu de fonte (revista Piauí), clique aqui.

Abraços saudáveis

segunda-feira, 25 de julho de 2011

Vitor Gaspar (ministro das finanças), acredita no conhecimento do passado para definir estratégias para o futuro!

Para aqueles que acreditam que para definir estratégias pensando no futuro, não precisamos conhecer o passado, aqui fica um trecho retirado da coluna "EM OFF" do jornal Expresso do passado sábado:

"... e o estilo de Gaspar Vitor Gaspar inaugurou um novo estilo de conferência de imprensa na apresentação do novo imposto. Antes de revelar as regras da sobretaxa que vai retirar uma parte do subsídio de Natal, começou por enquadrar a evolução da economia portuguesa durante a segunda metade do século XX e referiu-se até à ameaça malthusiana, numa alusão ao economista britânico nascido no século XVIII. Um enquadramento teórico muito interessante, (...) a verdade é que o estilo de Gaspar parece começar a fazer escola. O Em Off encontrou esta semana dois exemplos: um alto responsável bancário que durante uma apresentação, para explicar a situação atual, fazia a retrospectiva da história dos bancos em Portugal e o presidente executivo de uma grande empresa que, a propósito do futuro do negócio, aproveitava para lembrar o nascimento da empresa."

Muito há por fazer, no mundo corporativo em Portugal, relativamente ao resgate das histórias das Pessoas/empresas, que podem melhorar a gestão da reputação, gestão do conhecimento, comunicação interna, marketing, motivação, fidelização e, consequentemente, na definição das melhores estratégias para dar a volta por cima, na actual conjuntura que Portugal atravessa, onde no final, todos os stakeholders, e o país, sairão ganhando.

Boas decisões e...

Abraços saudáveis

quinta-feira, 21 de julho de 2011

São Paulo/Brasil - assim se conhece e entende-se melhor, o porquê desta cidade e país, serem como são (testemunhos reais impressionantes!)

Publiquei ontem e hoje no Facebook:

Como sei bem que neste mundo, um minuto de hoje, equivale a uma hora de há uns anos atrás, partilho um teaser (clique aqui), do vídeo que postei ontem para incentivar aqueles que têm interesse em entender melhor, o que é São Paulo, até para tomarem as melhores decisões para interagir/viver nesta cidade, a assistirem à versão completa que tem testemunhos simplesmente maravilhosos e impressionantes!

Ainda só vi os 1os quinze minutos, mas parei para sugerir a todos que vejam este precioso vídeo (clique aqui) , sobre histórias de vida.. . Documentário Somos São Paulo 6 bilhões de Outros.
Verdadeiramente impressionante ouvir as pessoas a relatarem as razões porque saíram dos países onde nasceram, as 1as impressões ao chegarem a uma cidade com a dimensão de São Paulo, etc.

Abraços saudáveis

quinta-feira, 7 de julho de 2011

"Storytelling: O Poder das Histórias na Gestão do Conhecimento"



Em menos de 5 minutos, poderão entender melhor, porque é que o nosso novo desafio empresarial em Portugal, é algo tão apaixonante e gera valor agregado para as empresas, especialmente agora que temos que provar que o tecido empresarial português, também tem capacidade de oferecer, cá dentro e lá fora, produtos e serviços inovadores, com qualidade e competitivos, feitos por Pessoas/Empresas, com inúmeras boas histórias para contar e servirem de base para definirem estratégias diferenciadas e vencedoras para todos os seus stakeholders.

Abraços saudáveis

domingo, 3 de julho de 2011

"memórias de araduca"

Escrevi hoje no Facebook:

Apesar de estarmos a falar de uma praça de touros, o vídeo e o texto que podem ver neste link (clique aqui para assistir/ler) , valida o enorme impacto que o resgate das nossas histórias, pode ter nas soluções que queremos para o futuro. O exemplo abaixo demonstra que, se os portugueses, tiverem objectivos claros, quiserem fazer e se unirem, não têm qualquer razão para ficar atrás de qualquer outro povo.

Abraços saudáveis

sexta-feira, 1 de julho de 2011

TED talk - "Let Patients Help - to improve health care"

Se com este vídeo, contando, de uma forma muito interessante, apanágio dos TED talk, a história de vida de David deBronkart, algum dos meus leitores salvar a sua própria vida (ou melhorar significativamente a sua qualidade de vida) ou a de alguém que conheça, já ficarei muito satisfeito.

Sinopse do vídeo que poderá ver clicando aqui:

When Dave deBronkart learned he had a rare and terminal cancer, he turned to a group of fellow patients online -- and found a medical treatment that even his own doctors didn't know. It saved his life. Now he calls on all patients to talk with one another, know their own health data, and make health care better one e-Patient at a time.

Boas decisões e...

Abraços saudáveis

segunda-feira, 20 de junho de 2011

quinta-feira, 16 de junho de 2011

TED talk - "Daniel Kahneman: The riddle of experience vs. memory"

Escrevi hoje no Facebook:

Um TED talk excepcional (clique aqui para assistir), que nos ajuda a validar o impacto positivo, que a correcta gestão da nossa memória (pessoal, profissional, empresarial) pode ter na nossa maneira de agir no presente/futuro e consequentes resultados.

Você consegue distinguir a experiência que vivenciou da memória que tem dela? São coisas totalmente diferentes, como muito nos explica, Daniel Kahneman.

Abraços saudáveis

quinta-feira, 9 de junho de 2011

Projecto Memória - ferramenta estratégica de comunicação corporativa - notas soltas (10)

Escrevi hoje no Facebook:

"NA CIDADE MAIS PORTUGUESA DE PORTUGAL[Guimarães que vai ser a capital europeia da cultura em 2010] , A HISTÓRIA TEM DE SER USADA COMO TRAMPOLIM E NÃO COMO SOFÁ"

Sábias palavras de Cristina Azevedo, ao deixar claro que o resgate da memória tem tudo a ver com o futuro.


Abraços saudáveis

quarta-feira, 25 de maio de 2011

TED talk - "Chimamanda Adichie: The danger of a single story"


Publiquei hoje no Facebook:

Partilho mais um maravilhoso TED vídeo (clique aqui para assistir) , onde fica claríssimo que para optimizarmos o nosso futuro como pessoa, população, empresa, etc, precisamos conhecer as VÁRIAS histórias que compõem a respectiva "realidade" (ou melhor, realidades!!!). Vale muito a pena o "investimento" de 19 minutos do V/ escasso tempo.

Abraços saudáveis

quarta-feira, 18 de maio de 2011

"Um ser humano inteligente discute ideias. Um ser humano mediano discute comportamentos, (...) Um ser humano superficial discute pessoas"


Partilho com os meus leitores algumas palavras de Augusto Cury que nos ajudam a definir aquelas que devem as nossas principais prioridades de vida, incluindo as dos nossos filhos.

"(...)
- Um ser humano inteligente discute ideias. Um ser humano mediano discute comportamentos, como fatos, estilos e conceitos. Um ser humano superficial discute pessoas, quer dizer, suas roupas, sua projeção, imagem. Onde vocês se encontram?

A minoria das pessoas discutia ideias, inclusive intelectuais e jornalistas. Parte significativa da sociedade discutia comportamentos. A grande maioria discutia pessoas. Não honrávamos a arte de pensar.
(...)
Nos tempos em que dirigia o departamento de sociologia, gastávamos horas preciosas discutindo comportamentos de alunos e professores, mas poucas eram dedicadas aos seus pensamentos.

O número de informações se multiplicava assustadoramente, porém elas entulhavam o nosso cérebro e não refinavam o paladar da inteligência. Éramos uma massa de pessoas superficiais: vivíamos tanto na superfície do planeta Terra como na superfície do planeta psíquico.
(...)"

Abraços saudáveis

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Histórias do povo português que precisam ser "resgatadas" para tomarmos as melhores decisões para o futuro!

Sei que vários dos meus leitores já conhecem o texto abaixo, mas decidi partilhá-lho aqui, porque é um excelente exemplo da importância de sabermos "resgatar" as nossas boas histórias (e não só!) para que os portugueses, e aqueles que nos rodeiam, possam tomar as decisões mais acertada para o futuro!

Carta aberta ao Povo Finlandês:
Encontrei por bem contar aqui os pormenores de uma história que, por muito que pareça pertencer ao passado, tão facilmente nos lembra a todos das travessuras partidas de que a História é capaz de pregar. E por muito incompreensível que possa parecer, as travessuras e partidas que a História às vezes prega, surpreendem em especial aqueles com a memória mais curta. O local foi Lisboa, e o ano, 1940, mais concretamente o trigésimo nono dia após o final da primeira e heróica guerra combatida pelo perseverante povo Finlandês contra a tentativa estrangeira de apagar a vossa pequena nação do mapa dos países livres e independentes da Europa. A Guerra do Inverno na qual a Finlândia contrariamente ao que todos julgavam poder ser possível derrotou o bolchevismo o imperialismo Russo, teve na altura um impacto muito maior do que o que julga hoje a maior parte dos finlandeses. Os gritos de sofrimento e os horrores da primeira guerra Russo-Finlandesa e os terríveis sacrifícios impostos ao vosso pequeno país, comoveu e tocou o coração do povo Português no outro longínquo canto deste velho continente chamado Europa. Talvez fosse por causa de um sentimento de irmandade, ou mesmo de identificação com os sacrifícios para que uma outra nação pequena e periférica acabava de ser atirada...mas a ânsia de ajudar a Finlândia rapidamente emergiu entre os Portugueses, tão orgulhosos que são hoje quanto orgulhosos eram então dos valores da independência e da nacionalidade. A nação europeia com as fronteiras mais estáveis e com a paz mais duradoura de todas, não podia permitir-se, e não permitiu, permanecer no conforto da passividade de nada fazer relativamente ao destino para o qual a Finlândia tinha sido atirada, confrontada que esta estava com o perigo iminente de se tornar em apenas mais uma província Estalinista. Portugal era na altura um país encruzilhado, submergido em pobreza e constrangido por uma ditadura cruel e fascista. Os Portugueses eram nesses tempos quase todos invariavelmente pobres, analfabetos, oprimidos e infelizes, mas também trabalhadores, honestos, orgulhosos, unidos e cheios de compaixão, mobilizados em solidariedade para oferecerem o que de mais pequenino conseguiram repescar para ajudarem o necessitado e desesperado povo Finlandês. Em cidades e vilas e aldeias de Portugal, agricultores, operários e estudantes, pais e mães, que aos milhões talvez possuíssem não mais do que apenas 3 mudas de roupa, ofereceram os para si mais modestos e preciosos bens que, mal grado a penúria, conseguiram prescrever como dispensáveis: cobertores, casacos, sapatos e casacões, e para os mais felizardos sacos de trigo e quilos de arroz cultivados à mão nas lezírias e terras baixas dos rios portugueses. As ofertas foram recolhidas por escolas e igrejas do norte e do sul, e embarcadas para Helsínquia com a autorização prévia da Alemanha Nazi e Aliados. Num extraordinário gesto de gratidão, o Sr. George Winekelmann, que era o então representante diplomático da Finlândia em Lisboa e Madrid, publicou um apontamento na primeira página do prestigioso jornal “Diário de Noticias” para agradecer ao povo Português a ajuda e assistência prestadas à Finlândia no mais difícil de todos os inconsoláveis tempos .O bem-haja a Portugal foi publicado no vigésimo primeiro dia de Abril de 1940, há quase exactamente 70 anos neste dia presente que corre, e descreve que “Na impossibilidade de responder directamente a cada um dos inumeráveis testemunhos de simpatia e de solidariedade que tive a felicidade de receber nestes últimos meses, e que constituíram imensa consolação e reconforto moral e material para o meu país, que foi objecto de tão dolorosas provações, dirijo-me à Nação Portuguesa, para lhe apresentar os meus profundos e comovidos agradecimentos. Nunca o povo finlandês esquecerá a nobreza de tal atitude. Estou certo de que os laços entre Portugal e Finlândia se tornaram mais estreitos e que sobreviverão ao cataclismo do qual foi o meu país inocente vítima, contribuindo assim para atenuar as consequências de tão injustificada agressão” .Em virtude de um outro esforço de ajuda à Finlândia organizado por estudantes Portugueses, o Sr. George Winekelmann mais uma vez voltou à primeira página do mesmo jornal para, numa nota escrita no dia 16 de Julho de 1940, expressar o seu imenso agradecimento: “O Sr. George Wineckelmann, ministro da Finlândia, esteve ontem no Ministério da Educação Nacional (…) a agradecer o interesse que lhe mereceram as crianças do seu país por ocasião do conflito com a Rússia (…) e o seu reconhecimento pela importante dádiva com que os estudantes portugueses socorreram os pequeninos da Finlândia”. Por irónico que seja, o nacionalismo e as formas pelas quais alguns Europeus escolhem para o expressar nos dias presentes, estão em completo contraste com o valor do conceito de Nação expresso há 70 anos por um país bem mais velho, e por um povo bem menos rico e bem mais analfabeto, quando confrontado com a luta pela sobrevivência de uma nação-irmã, que é bem mais rica, bem mais instruída e….bem mais jovem. Todos devemos ao passado a honra de não esquecer os feitos e triunfos daqueles que já não vivem. O conceito de verdadeiro nacionalismo não pode jamais ficar dissociado do dever de honrarmos o passado. Ao cabo de 870 anos de História, por vezes com feitos tremendos e ainda maiores descobertas, um dos sucessos de Portugal como nação tem sido a capacidade de o seu povo unido e homogéneo, olhar serenamente de mãos dadas para lá do horizonte da sua terra, sem nunca ter medo dos desafios desconhecidos dos sete mares em frente, sem nunca fechar a ninguém as portas hospitaleiras e da amizade, e sem nunca fugir dos contratempos que possam defrontar-se-lhe na senda do seu destino. Por mais irónico que seja, algo não parece bater certo quando a condição a que chegou a economia de um Estado de uma pequena nação, por maneira curiosa se torna talvez decisiva nas escolhas eleitorais tomadas por um povo de uma outra e ainda mais pequena nação, no outro canto tão longínquo da Europa. Por mais que merecida ou desejável que possa ser, a recusa de auxiliar e ajudar uma nação dorida e testada pelos ventos de um cataclismo financeiro não é provavelmente o passo mais sábio de países unidos por espírito e orgulhosos de honrarem os verdadeiros intrínsecos valores de solidariedade e mútua amizade, em especial quando atormentados por adversidade e ventanias de crise. Por mais corrupta que a sua elite se comporte, por mais desgovernado que o seu país ande, e por mais caloteiro que o seu Estado seja, os homens e mulheres comuns de Portugal, filhos e filhas e netos e netas daqueles que viviam há 70 anos atrás, sentem-se e são os reféns e vítimas inocentes de uma Guerra financeira que viram ser-lhes declarada contra os seus bolsos e carteiras, e que ameaça as suas honestas e modestas poupanças. Mas não obstante confrontados nos agora tempos de hoje, em aparente insolvência e nas mais sozinhas de todas as suas horas, com o desespero e adversidade, eu estou confiante e seguro de que os Portugueses de hoje, mães e pais, agricultores, trabalhadores, padres e estudantes, e até mesmo crianças, de lés a lés naquele país se elevariam da consciência, a fim de mostrar os seus mais sinceros e genuínos sentimentos de nacionalismo e humildade para ajudarem e confortarem Finlândia e o povo finlandês, se alguma outra vez cataclismo ou desastre batesse à porta da Finlândia e iluminasse a ideia obscura da extinção da heróica nação Finlandesa, tal como aconteceu há sete décadas passadas. Todos nós podemos aprender com as pequenas e genuínas lições dos tempos que lá vão.

Hélder Fernandes
Correspondente da TSF

Abraços saudáveis

terça-feira, 29 de março de 2011

"Inovação e geração de conhecimento (...) são os novos motores da indústria mundial."


Publiquei hoje no Facebook a propósito do vídeo que pode assistir clicando aqui:

"(...) uma área onde as oportunidades estão só começando. O setor é a terceira maior indústria mundial, atrás do petróleo e de armamentos. O Brasil investe na área e recentemente o Ministério da Cultura criou a Secretaria da Economia Criativa."

Um bom exemplo para analisarmos deste lado do Atlântico (para além daquilo que já estamos a fazer!)

Abraços saudáveis

quarta-feira, 23 de março de 2011

'A Beleza do Erro' - "(...) podemos estar gratos também aos maus momentos, pela lucidez que nos trazem como bónus"


Publiquei hoje no Facebook:

Conferência "A Beleza do Erro" (clique aqui para obter mais informações sobre este evento, a realizar no próximo sábado (dia 26) no Mude (Lisboa - Portugal).

Belo título que nos leva a reflectir sobre a importância de sabermos tirar proveito dos nossos erros (e dos outros).
Tem-se errado muito em Portugal, mas falta a humildade e capacidade de gestão para lidar com os inputs que daí surgem.

Três comentários que gostei muito e aqui partilho com os meus leitores:

"A BELEZA DO ERRO: Ideia interessante esta, quase redentora, a de que podemos estar gratos também aos maus momentos, pela lucidez que nos trazem como bónus" (Ana Rita Ramos)

"Belo nome, de facto. Remete para o depois, porque regra geral, a beleza não se vê no momento" (Ana Roque)

"É mesmo Ana. Há uma ideia magnífica de Charlie Chaplin: "A vida é uma tragédia quando vista de perto e uma comédia quando vista de longe." (Ana Rita Ramos)

Para quem está em Portugal, sabe que, no dia de hoje, a frase de Charlie Chaplin, aplica-se que nem uma luva!

Abraços saudáveis