terça-feira, 24 de novembro de 2009

"Homem esteve 23 anos em falso coma e consciente"


Este blog não tem como objectivo divulgar notícias sensacionalistas, mas para quem trabalha com Qualidade de Vida e lê uma notícia destas, de imediato valida que estamos perante uma antítese daquilo que o signatário defende e procura praticar e incentivar dia após dia.

As primeiras informações que recebi deste caso, sugeriam que o Rom Houben tinha saído do coma após 23 anos do acidente que sofreu, período no qual, tinha momentos em que parecia ouvir o que lhe diziam. Mas hoje ficou claro que ele nunca esteve em coma, mas "apenas" paraplégico o que significa que durante 276 meses, diariamente ele queria avisar que estava "vivo" mas não lograva comunicar nem com a própria mãe que nunca desistiu de lutar por ele.

Tal como acredito que devemos ter um sistema imunitário forte (incluindo o "sistema imunitário financeiro") ou dito de outra forma, considero importante termos bons sistemas de defesa mental, fisico e financeiro, agora gostaria de estar tranquilo que existe algum tipo de procedimento médico que nos proteja também de termos que passar por um verdadeiro horror como aquele descrito no jornal Diário de Notícias (clique aqui para ler o artigo na íntegra).

Sou o primeiro a afirmar que nas últimas décadas, assistimos a enormes avanços na medicina ocidental, mas também tenho alertado para várias "certezas cientifícas" que devem ser reavaliadas de forma mais holística e principalmente com uma maior dose de humildade.

Que este artigo possa ser um pequeno contributo para repensarmos a forma como gerimos a nossa doença e sobretudo a nossa saúde.

Que de hoje em diante apenas aconteçam coisas boas ao belga Rom Houben e à sua mãe, que já "pagaram" por tudo aquilo que menos bom possam ter feito nesta vida.

E finalmente que, tal como é mencionado no artigo do Diário de Notícias, de imediato, se refaçam diagnósticos naqueles que actualmente estão em coma para se despistarem casos semelhantes a este.

Abraços saudáveis

2 comentários:

Lurdes disse...

Apreciei muito ler este artigo, especialmente pela sensibilidade quanto à abordagem da medicina convencional que muitas vezes não observando o indivíduo de uma forma integral, perde "the big picture". O ser humano é um sistema integrado do físico, mental, emocional e energético.

Bemequer disse...

Este foi um caso que também me chocou. Sobretudo porque é uma dramática evidência do "sindroma de pequeno deus" de que sofre a grande maioria da classe médica.
Talvez seja o conviver demasiado de perto com a morte que lhes faz perder a noção de quão maravilhoso é, para cada um de nós e suas famílias, estar VIVO!