sexta-feira, 17 de maio de 2013

A dívida que virou e$stanho!



Publiquei no Facebook, no mural do Projeto Memória :

Eis a casa do boliviano Antenor Patiño, onde aconteceu a famosa festa de 1968 que colocou Portugal no roteiro do jet-set internacional. 


Patino “descobriu” Portugal por acaso, quando recebeu um convite da sua cunhada para passar uma temporada numa quinta em Manique. Foi amor à primeira vista e Patiño, homem com muitos interesses no imobiliário, pôs-se à procura de um local onde pudesse construir a casa de Verão da família. Aos poucos foi comprando terrenos em Alcoitão até formar uma quinta com cerca de 50 hectares. A construção foi inspirada na arquitectura portuguesa do século XVIII. Cinco mil metros quadrados de área coberta e até uma réplica em miniatura da biblioteca joanina da Universidade de Coimbra. 

O seu pai, Símon Patino, deixou-lhe uma fortuna, criada quando ainda era empregado de escritório de um comerciante alemão e ficou com a licença de exploração de uma mina como pagamento de uma dívida. E por influência da mulher, Albina, toda a família montou em mulas para subir a montanha onde, durante anos a fio, Símon escavou em busca de minério. Até ao dia em que encontrou um filão de estanho e começou a construir um império.

Fonte: Ana Brito

Abraços saudáveis

Um comentário:

luís rodrigues coelho Coelho disse...

Histórias de vidas com sucesso.
Outros recebem fortunas que gastam e desperdiçam sem interesse