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sábado, 8 de novembro de 2008

Que bom que a Saúde venceu a Estética!

Uma boa notícia para as jovens brasileiras e seus pais.O BOL publicou no último dia 5, a seguinte notícia:

“CCT aprova projeto que proíbe a presença de jovens muito magras nas passarelas e anúncios”, onde se pode ler:

“A Comissão de Ciência, Tecnologia, Inovação, Comunicação e Informática (CCT) aprovou há pouco projeto do senador Gerson Camata (PMDB-ES) que proíbe que a publicidade e os desfiles de moda empreguem modelos muito magras (PLS 691/07).

Conforme a proposta, tanto nas passarelas quanto nos anúncios, fica vedada a participação de jovens com Índice de Massa Corporal (IMC) inferior a 18.A senadora Rosalba Ciarlini (DEM-RN), relatora da matéria, disse que a proposta representa uma "ação de solidariedade" à juventude do país, que compromete a própria saúde - havendo registro de mortes por anorexia - na tentativa de alcançar os padrões de beleza adotados pelo mundo da moda e propagado pela mídia.A reunião foi encerrada depois da aprovação da proposta, que agora vai exame na Comissão de Assuntos Sociais (CAS), para decisão terminativa.”

Espero que seja aprovada na Comissão de Assuntos Sociais e outros órgão por onde tenha de passar até virar lei.

Sugiro aos meus leitores, pais de jovens que fechem a boca (de uma forma não saudável), para se sentirem mais parecidas com as modelos que admiram, que conversem com elas, mostrando que a tendência a partir de agora, será orientada por critérios de saúde e conseqüentemente novos padrões de beleza irão surgir.

No dia 22 de Junho deste ano, publiquei o artigo “Mudarmos o nosso estilo de vida atual é a melhor forma de acabarmos com o padrão doentio das modelos” onde a certa altura escrevi:

“Mulheres, se o que atrás escrevi não é suficientemente convincente, acreditem que nós homens, apreciamos , no aconchego de nossas casas, algo mais do que uma magreza doentia (nas colunas sociais tudo é cor-de-rosa).”

Fico satisfeito de mais um passo ter sido dado na direção do Bem Estar (Qualidade de Vida) das nossas jovens.

Abraços saudáveis,

quinta-feira, 25 de setembro de 2008

Porque ficamos mais resfriados e doentes no inverno?

Apesar de termos entrado na primavera no passado dia 22 do corrente mês, onde moro, ainda se registram diferenças temperaturas acentuadas, de um dia para o outro e além disso, tenho inúmeros leitores no hemisfério norte deste nosso planeta. Por isso resolvi publicar parte do que li hoje sobre o porquê de ficarmos mais resfriados e doentes no inverno (para ler o artigo na íntegra, clique aqui) :

“(...) o que a alimentação tem a ver com as doenças do inverno? Tudo.

A ÁGUA É O PRIMEIRO ALIMENTO QUE FALTA AO CORPO PARA DEIXÁ-LO À MERCÊ DAS DOENÇAS INVERNAIS.

“Quando um organismo está com seu estado nutricional deficiente acaba ficando mais suscetível a adquirir infecções e a resposta imunológica é comprometida”, afirma Ana Maria Figueiredo, nutricionista especialista em nutrição clínica.

VOCÊ PRECISA DE ÁGUA!

A água é o primeiro alimento que falta ao corpo para deixá-lo à mercê dos monstrinhos invisíveis que o atacam. Pela baixa ingestão de líquidos hidratantes, como sucos, vitaminas e água, o muco das vias respiratórias fica mais denso. Essa camada de secreção funciona como uma barreira que se ergue contra as infecções. Quando ela não está fluída, o caminho fica mais fácil para as bactérias e os virus percorrerem dentro do corpo.

Ao não ingerir suficiente quantidade de líquidos, essa via de acesso ao interior do nosso organismo fica ainda mais aberta aos invasores porque os cílios pulmonares não conseguem trabalhar direito sem a água. Eles funcionam como pequenos espanadores que eliminam as impurezas do pulmão.

Portanto, a primeira tarefa do inverno é beber muita água. Tudo bem, a sudorese é menor, o que diminui a vontade de beber. Mas faça uma forcinha, porque isso é um dos “pilares” de sua saúde nesse período. Recomenda-se tomar pelo menos de 9 a 10 copos de água por dia.

SEU CORPO PEDE AJUDA.

Durante os dias mais frios, o corpo gasta energia adicional para manter-se aquecido. Isso reduz sua potência imunológica. É como se o organismo tivesse de usar uma parte das armas de seu exército para fazer fogueira e aliviar o frio. Desfalcado de alguns de seus “escudos e espadas”, os soldados imunológicos às vezes ficam em desvantagem diante de seus inimigos, que no caso são bactérias e virus. Quando a doença se estabelece, há mais desfalques ainda, porque outra boa parte das munições é destruída na guerra. Isso acontece porque as infecções alteram o metabolismo e nesse ínterim lá se vão importantes micro e macronutrientes.

Más, nesse combate, há alternativas. Uma das principais é municiar novamente o exército de suas armas. É aí que entra a alimentação. “Uma boa dieta pode ajudar a prevenir gripes e resfriados. E mesmo para quem já está com os sintomas, alimentar-se bem pode encurtar a duração dessas doenças. A alimentação saudável, rica em vitaminas, minerais e substâncias antioxidantes, fortalece o sistema imunológico e cria defesas orgânicas para combater os vírus”, explica Ana Maria.

CONHEÇA OS COMBUSTÍVEIS:

Vitamina A, C e E; vitaminas do complexo B; minerais como selênio, zinco e ferro; fitoquímicos como flavonóides, carotenóides e isoflavonas. Alimentos prebióticos e probióticos. Todos esses são mais do que apenas nomes estranhos. Eles são primordiais para a criação de células de defesa, para manter funcionais tecidos orgânicos, como as mucosas da via respiratória, e para proteger as membranas das células contra a degeneração e o envelhecimento precoce.

E onde eles estão? Na alimentação equilibrada, variada e colorida. Frutas, vegetais folhosos, cereais, leguminosas, carnes magras, ovos e leite com pouca gordura formam o conjunto de alimentos que contêm as substâncias necessárias para um inverno mais saudável.

É fácil encontrar esses nutrientes. Flavonóides, por exemplo, são os pigmentos que dão coloração verde escura à couve e coloração violeta à casca de uva. E são importantes antioxidantes que evitam o desgaste descontrolado das células humanas.

Já os alimentos probióticos, como iogurtes e leites fermentados, ajudam a absorver os valores terapêuticos dos demais alimentos. Junto com os prebióticos (fibras) presentes na aveia e no pão integral, facilitam o trânsito intestinal, deixam o organismo mais forte e preparado para lidar com invasores. (...)

SEM SACRIFÍCIOS:

Além das complicações da via respiratória e das alergias, o inverno provoca outro problema, ganho de peso.

Chocolate quente, fondue e bebidas alcoólicas fazem parte do cardápio de muita gente. Uma delícia e uma oferta extra de gorduras e carboidratos. Combina com a diminuição dos exercícios, contribui para que as doenças cardiovasculares e o diabetes se tornem mais preocupantes no período.

A nutróloga Isolda Prado Maduro, doutora em Clínica Médica pela USP de Ribeirão Preto, indica o consumo de alimentos ricos em ácidos graxos ômega-3, como peixes; frutas oleaginosas (castanhas e amêndoas); óleos monoinsaturados (azeite de oliva, óleo de canola), para controlar o colesterol. Assim, sem que seja necessário sacrificar as delícias de inverno nem mudar completamente os hábitos enraizados na cultura brasileira, é possível se alimentar equilibradamente até a chegada da primavera.”

Abraços saudáveis,

terça-feira, 5 de agosto de 2008

Dieta mediterrânea está "agonizante"


O artigo publicado na semana passada, na Folha de São Paulo, (leia aqui o artigo na integra), valida algo que todos sabemos, mas parece não querermos acreditar.
A
qualidade da nossa alimentação piorou muito e não tem sentido afirmarmos que "sempre foi assim". Abaixo alguns trechos que selecionei:

“O uso da dieta mediterrânea, baseada em frutas e verduras frescas, caiu nos últimos 45 anos e "se encontra em estado agonizante" em sua própria área de origem. (...) sobrepeso e a obesidade aumentaram na região.

O estudo do economista da FAO Joseg Schmidhuber assinala que a dieta mediterrânea tem seguidores no mundo todo, mas "é cada vez mais ignorada na região onde se originou".

Diante da dieta, "elogiada pelos especialistas por manter as pessoas magras, saudáveis e longevas", a população às margens do Mediterrâneo utiliza a maior parte de sua renda para somar "grande quantidade de calorias" procedentes de carnes e gorduras.

O maior consumo de calorias e uma menor despesa com elas (N. A. leia-se hábitos mais sedentários!) fizeram com que a Grécia se tornasse o país da União Européia UE com a média mais alta de Índice de Massa Corporal (IMC). Grande parte dos gregos tem sobrepeso ou é obesa.

Mais da metade dos italianos, espanhóis e portugueses sofrem igualmente com sobrepeso. Espanha, Grécia e Itália (...) se transformaram nos maiores consumidores de gorduras na Europa, acrescenta o estudo.

" Vamos fazer algo para daqui a 45 anos, a Folha de São Paulo poder trocar a palavra "agonizante" por "florescente"? A saúde de muitos de nós (ainda) e a dos nossos filhos, com certeza agradecerão!

Abraços saudáveis